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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Conheça A Verdade Sobre o "Islamismo" (Muçulmanismo, Maometismo)

Buscando saber a verdade sobre o "islamismo"? Reunimos publicações de diversos autores que, literalmente, desmascaram essa seita diabólica, cujos propósitos são letais à humanidade e cujos princípios fogem da paz, do amor e do respeito ao próximo. Seus seguidores sofrem dos males do fanatismo, que os leva à loucura e ao total desprezo à vida humana.  Glorificam crimes, torturas e assassinatos em prol dessa seita como meio de alcançar o céu islâmico, onde dez virgens serão a recompensa de seus "fiéis", revelando cultuarem um deus de recompensas carnais e que ama o ódio e a violência. 
Vislumbrando esses pequenos detalhes, já torna-se possível ver, de forma bastante clara, que o islamismo se contrapõe aos ensinamentos básicos de Jesus Cristo, o único Messias enviado por Deus para salvação humana.
Por causa da desinformação sobre essa religião muçulmana, muitos pensam que a expressão "Alá" é uma referência ao Deus bíblico dos Hebreus -Jeová-. Segue aqui o alerta esclarecedor sobre Alá:

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Mahdi, o "messias islâmico"

Aiatolá Ahmad Jannati, chefe do Conselho de Guardiões

Muitos ocidentais gostam de pensar que a religião não tem nenhum papel na política moderna. Entretanto, a crença na figura messiânica do islamismo, denominada o Mahdi ou o Imã Oculto (ou Escondido), é que dirige as políticas do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad. 

Os xiitas crêem que o Mahdi voltará, governará sobre um sistema único na terra, e derramará o julgamento sobre todos os não-muçulmanos. 

Este artigo apresenta a doutrina do mahdismo e mostra como ela afeta o mundo. (extraído de Middle East Media Research Institute [Instituto de Pesquisa Sobre a Mídia do Oriente Médio] – www.MEMRI.org).
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domingo, 4 de março de 2012

Islamismo, uma religião de paz? (Peace on Earth)



         Uma multidão de anjos apareceu no céu louvando a Deus e anunciando o nascimento de Jesus, com estas palavras: "Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens". (Lucas 2:14).
         Deus estava oferecendo a paz, em Seus termos, a um mundo merecedor do Seu julgamento. Esse Deus Santo jamais poderia perdoar o homem sem que houvesse o pagamento total da penalidade do pecado, exigida pela sua própria justiça. E esse pagamento só poderia ser feito através da morte, sepultamento e ressurreição de Jesus Cristo. O Filho de Deus, eternamente um com o Pai, tornou-se homem através do nascimento virginal e nos trouxe a paz através do Seu sacrifício vicário na cruz (Colossenses 1:20). Desse modo, Cristo é a única esperança de salvação, de justiça e de paz para o mundo.
         Centenas de promessas feitas pelos profetas hebreus haviam profetizado a vinda do Messias, sua vida, seus ensinos e milagres, a rejeição pelo seu próprio povo, sua crucificação, ressurreição e ascensão ao Pai. O bebê nascido de uma virgem em Belém confirmava, naquela noite, a sua identidade revelada pelas profecias. Também profetizado, e agora já se aproximando, foi o seu retorno em glória para reinar triunfante no trono de Davi, em Jerusalém. (Isaías 9:6-7 e Lucas 1:32-33).
         Agora vamos prestar atenção. Nenhum anjo anunciou o nascimento e nenhuma profecia anunciou a vida e a morte de Buda, Confúcio, Maomé, ou qualquer outro "profeta"  fundador de religião. Nenhum destes "messias" ressuscitou da morte. Enquanto o túmulo de Jesus Cristo está vazio, o deles  está ocupado pelo pó dos seus restos mortais. Jesus venceu a morte, eles não!
         Quanto à paz, Jesus nos trouxe a paz que excede todo o entendimento, enquanto Maomé fez guerras para forçar a conversão de todos os árabes à sua nova religião, sob ameaça de morte violenta. Os milhões de muçulmanos convertidos foram ganhos sob a espada. E essa mesma espada sangrenta ainda os mantém escravizados, até o dia de hoje.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Alá é o Deus da Bíblia Sagrada?


O Islamismo reivindica que Alá é o mesmo Deus revelado na Bíblia. Isso logicamente implica, num sentido positivo, que o conceito de Deus assentado publicamente no Alcorão corresponde em todos os pontos ao conceito de Deus encontrado na Bíblia.
Isso também implica, num sentido negativo, que, se a Bíblia e o Alcorão possuem pontos de vistas diferentes acerca de Deus, portanto, a reivindicação do Islamismo é falsa.
Essa questão só pode ser resolvida por meio de uma comparação entre os dois documentos em questão. Não deveria ser resolvida tomando por base uma inclinação religiosa de um dos lados, mas sim por meio de uma amostra de leituras de textos de ambos os livros.

OS ATRIBUTOS DE DEUS
O Orientalista Samuel Zwemer notou, em 1905:
Tem havido uma estranha rejeição por parte da maioria dos escritores que descrevem a religião de Maomé de estudar a idéia de Deus de Maomé. É muito fácil confundir-se com um nome ou por etimologias. Quase todos os escritores tomam por certo que o Deus do Alcorão é o mesmo Ser e tem os mesmo atributos de Jeová ou da Divindade do Novo Testamento. Está correto este ponto de vista?
A maior parte das pessoas simplesmente assume que o Deus da Bíblia e o Deus do Alcorão são um e o mesmo Deus, considerados apenas sob nomes diferentes. Porém, assim como Zwemer perguntou: Isso está certo?
Quando comparamos os atributos de Deus, como se encontram na Bíblia, aos atributos de Alá, encontrados no Alcorão, fica mais do que óbvio de que os dois não são o mesmo Deus.