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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A Verdadeira Obediência a Cristo e à Sua Palavra

Dave Hunt

Somos muito negativos?

Os críticos, há muito, têm feito a acusação de “divisores” e “negativos” aos que admoestam a igreja sobre os ensinos e práticas não bíblicas.
Em oração, considero essas acusações, pois meu coração ecoa a mesma preocupação. Almejo pregar o evangelho e abandonar a controvérsia que tem se tornado uma árdua parte da minha vida. Mas, quando se prega o puro evangelho é necessário distinguir cuidadosamente as falsidades que o rodeiam.

Seria muita negligência não admoestar as ovelhas sobre os pastos envenenados e os falsos pastores que promovem mentiras em nome da verdade. Além disso, as excentricidades são assombrosas.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Sede Santos Porque Eu Sou Santo


SANTIFICAÇÃO NÃO É UMA OPÇÃO



Qual o significado da palavra santificação? A palavra santificação significa 'separação'. O Apóstolo Paulo em I Tessalonicenses 4:7, diz: 'Porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação.'
Ainda em I Tessalonicenses também no Capítulo 4 e agora no versículo 3, o Apóstolo Paulo, afirma: 'Pois esta é a Vontade de Deus, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição.'
Na primeira Epístola de Pedro capítulo 1, versículo 16, está expresso o mandamento de santidade: Deus disse: 'Sede santos, porque eu sou Santo.' Portanto, não fica a critério do indivíduo o problema da santificação. 

Santificação é...
Santificação não é uma opção. Santificação não é uma escolha. Santificação é uma ordem Divina, é um imperativo Divino. Deus ordena: 'Sede santos, porque eu sou Santo.'
O cristão cuja vida é um fardo de imundície, está em flagrante desobediência ao Senhor. Vejamos o que o Apóstolo Paulo diz novamente em I Tessalonicenses Capítulo 4 e agora no versículo 8: 'Quem rejeita estas coisas (a santificação), não rejeita ao homem, mas a Deus'. E finalmente, em Hebreus 12:14, o Senhor nos ordena: 'Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor'.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Pérgamo: A Igreja casada com o mundo



PÉRGAMO, A IGREJA CASADA COM O MUNDO
Compilado Por Israel Reis




INTRODUÇÃO
I.   PÉRGAMO, O TRONO DE SATANÁS
II.  A ESPADA DE DOIS GUMES
III. O DESTINATÁRIO
IV. AS HERESIAS DE PÉRGAMO
V.  CONCLUSÃO

História
Pérgamo: Tal palavra estava relacionada à ‹‹purgos››, isto é, ‹‹torre›› ou ‹‹castelo››, ou seja, ‹‹fortificada››. Pérgamo era a ‹‹cidadela›› de Tróia. E, de fato, nos escritos clássicos, tal palavra era usada para indicar a ‹‹cidadela› ou ‹‹fortaleza›› de qualquer cidade. Sua suposta significação de ‹‹casada›› não é apoiada nos dicionários. "Casada" é apenas uma analogia. Porque a bem da verdade aquela Igreja entrou em matrimônio com o mundo, quando ficou sob o favor imperial, embora tal significado não seja ilustrado no nome da cidade. 

sábado, 13 de novembro de 2010

O Pecado

 

O PECADO


Não há nada pior do que o pecado. E não há nada mais triste e horrendo do que a pecaminosidade. O pecado é uma mancha na alma; é desgosto e traição, é treva, é injúria; um acinte.

Todo pecado é o próprio pecado. Não há pecado pior do que o outro. Pecado é sempre pecado. Todo pecado é hediondo; todo pecado é criminoso; todo pecado é ofensivo; todo pecado é uma agressão à santidade de Deus.

Não existe algo do tipo pecadinho e pecadão. Não há, diante de Deus, pecado mais grave e pecado menos grave. Para Deus, pecado é sempre pecado, uma falta de conformidade com a sua vontade e uma transgressão da sua lei. Um tiro errado no alvo determinado.

O pecado é uma frustração, é uma tentativa do homem de ser o que ele não foi criado para ser. É uma busca por viver fora de um curso para o qual não há outra alternativa. O pecado não é uma segunda alternativa ao plano de Deus; é um desvio dele. É andar na contramão.

O pecado é mais do que um simples equívoco, mais do que um mero erro de cálculo. Pecado é algo muito mais sério; é um erro grave. Para o pecado não basta um simples pedido de desculpa; é necessário haver punição.

Pecado não é apenas um ato fortuito, mas um estado inevitável. É a condição de onde se projetam as ações pecaminosas.

O pecado não é um distintivo cultural, mas uma condição universal. Não é uma enfermidade que uns contraem e outros não. É uma doença que infectou todos os seres humanos, indistintamente. O pecado não é um infortúnio dos pobres, nem seqüela da riqueza. Não é fruto do meio, nem produto da injustiça econômica e social. Não é um espasmo temporário, mas uma moléstia constante.

O pecado submete o homem ao seu domínio. O homem está debaixo do pecado, está sujeito e submisso a ele, sob seu controle, sob seu comando.

O pecado não é um poder externo, mas habita dentro do homem, está enraizado nas fibras e células, radicado no DNA humano, arraigado no coração, e o ocupa como um inimigo ocupa um país.

O pecado produz estrago e morte aos homens e ira e indignação em Deus. O pecado nunca é inofensivo aos homens, e jamais imperceptível a Deus. Todo pecado causa dano ao pecador e seus semelhantes e ofende a Deus. Da mentirinha ao assassinato, do olhar malicioso ao adultério, do desejo secreto ao furto, todos os pecados são, essencialmente, desvios do propósito estabelecido por Deus.

O pecado é enganoso, produz uma falsa sensação de bem-estar, uma pífia impressão de prazer. O pecado é sempre uma mentira, uma ilusão, um engodo, uma quimera.

O pecado é irresponsável, é antinômico, é aversão ao que é legal, uma falsificação do que é legítimo; é oposição ao nobre, é o impulso ao prazer acima do dever; é injustiça, iniqüidade e desamor; é divida, ofensa e ultraje.

Só há um antídoto capaz de livrar o homem dessa enfermidade chamada pecado: o sangue de Jesus Cristo. Esse sangue purifica o homem de todo pecado, lava completamente de sua imundície. O sangue de Cristo liberta, desata, resgata e emancipa o homem do pecado. O sangue de Jesus é suficiente para pagar a dívida que o pecado contraiu. O sangue de Cristo confere o perdão que o pecado necessita, porque Cristo sofreu o castigo que o pecado merece.

O sangue de Cristo é a resposta de Deus ao pecado; a resposta definitiva. A única forma do homem livrar-se do domínio do pecado é render-se ao domínio de Cristo. Nele os efeitos do pecado são curados pelos efeitos da graça redentora. Onde sobejam os efeitos pecado, transbordam os resultados da remissão de Cristo. Cristo veio ao mundo para salvar pecadores do pecado, tirá-los de suas garras, libertá-los e conduzi-los de volta ao caminho traçado por Deus, e assegurar-lhes plena e irrevogável sentença de liberdade. E para que todos saibam que o pecado, por mais vil que seja, tem um limite, Deus encravou na história humana uma cruz na qual fixou a fronteira entre a enfermidade e a cura, a morte e a vida, a luz e as trevas, o desespero e a esperança, a desventura e a graça, o inferno e o céu. Para que todos compreendam que, maior do que o pecado, é a graça que o remove, e restaura definitiva e completamente aqueles a quem ela de destina.
Fonte: Creio e Confesso

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terça-feira, 9 de novembro de 2010

A Ira de Deus


A Ira de Deus

                                                      
“Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda
impiedade e injustiça dos homens que detêm a
 verdade em injustiça” (Rm 1.18).

 A IRA (grego orge) de Deus é uma expressão da sua justiça e do seu amor. É a indignação pessoal de Deus diante de todo o pecado (Ez 7.8,9; Ef 5.6; Ap 19.15) e sua reação imutável causada pelo comportamento iníquo do ser humano (Êx 4.14; Nm 12.1-9; Sm 6.6,7) e nações (Is 10.5; 13.3; Jr 50.13: Ez 30.15), e pela apostasia e infidelidade do seu povo (Nm 25.3; 32.10-13; Dt 29.24-28)”.
     “(01) No passado, a ira de Deus e seu ódio ao pecado revelaram-se através do dilúvio (Gn 6-8), da fome e da peste (Ez 6.11ss), do abrasamento da terra (Dt 29.22-23), da dispersão do seu povo (Lm 4.16) e de incêndio através da terra (Is 9.18, 19)”.
     “(02) No presente, a ira de Deus é vista quando ele entrega os ímpios à imundícia e às vis paixões e leva à ruína e à morte todos quantos persistem em lhe desobedecer (Rm 1.18 – 3.18; 6.23; Ez 18.4; Ef 2.3)”.
     “(03) No futuro, a ira de Deus incluirá a Grande Tribulação para os ímpios deste mundo (Mt 24.21; Ap 6-19) e um dia vindouro de juízo para todos os povos e nações (Ez 7.19; Dn 8.19) – “dia de alvoroço e de desolação, dia de trevas e de escuridão” (Sf 1.15), um dia de prestação de contas para os iníquos (Rm 2.5; Mt 3.7; Lc 3.17; Ef 5.6; Cl 3.6; Ap 11.18; 14.8-10; 19.15). Por fim, Deus manifestará sua ira mediante o castigo eterno sobre os que não se arrependerem”.
     “(04) A ira de Deus não é a sua última palavra aos seres humanos, pois ele proveu um meio de escape ou salvação da sua ira. O pecador pode arrepender-se do seu pecado e voltar-se a Jesus Cristo por fé (Rm 5.8; Jo 3.36; 1 Ts 1.10; 5.9)”.
     “(05) Os crentes unidos a Cristo devem compartilhar da ira de Deus contra o pecado, não no sentido de vingança, mas por amor sincero à justiça e aversão ao mal. O NT reconhece uma ira santa que aborrece aquilo que Deus odeia. Ira está evidenciada principalmente no próprio Jesus (Mc 3.5; Jo 2.12-17; Hb 1.9), em Paulo (At 17.16) e outras pessoas justas (2 Pe 2.7, 8)”.
Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal
Transcrição: Pr. Airton Evangelista da Costa


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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O Pecado, a Lei e a Graça

PECAREMOS PORQUE NÃO ESTAMOS debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum!”(Rm 6.14-23).

   “Certos membros da igreja, nos dias de Paulo, presumiam que, sendo o pecado perdoado mediante a graça de Deus, o cristão não precisa preocupar-se para resisti-lo. Refutando essa idéia, o apóstolo explica que cada crente deve continuamente reafirmar e implementar sua decisão de resistir ao pecado e seguir a Cristo (v. 19)”.

   “Tendo aceitado a Cristo, os crentes devem continuar a escolher a quem servirão (v. 16). (a) Poderão voltar ao pecado, cessando de opor-se ao seu domínio na sua vida pessoal e tornando-se de novo seus escravos, sabendo que a morte (espiritual e eterna) será o resultado disso (vv. 16, 21, 23); ou (b) poderão dominar o pecado (v. 17) e continuar a apresentar-se como servos de Deus e da justiça, tendo como resultado a santificação e a vida eterna (vv.19.22)”.

   “À luz dos versículos 15-23, quem não tem compromisso com o senhorio de Cristo e não se opõe ao domínio do pecado na sua vida pessoal, não tem o direito de se referir a Cristo como seu Salvador: “Ninguém pode servir a dois senhores” (Mt 6.24)”.

  “Paulo adverte solenemente os crentes que pensam que podem pecar impunemente porque estão debaixo da graça. Se algum crente se entregar ao pecado, tornar-se-á um escravo do pecado (cf. Lc 16.13; Jo 8.34), o que resultará na “morte” (cf. v. 23). “Morte” significa aqui “eterna perdição ante a face do Senhor (2 Ts 1.9), o oposto da “vida eterna” (cf. v.23)”.
Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal
Transcrição: Pr. Airton Evangelista da Costa


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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Pecados Acumulados


Pecados Acumulados

            Os moinhos de vento são usados ao redor do mundo por centenas de anos para bombear água e processar grãos. Nas últimas décadas, porém quando as turbinas produtoras de eletricidade se tornaram mais predominantes, inesperadamente surgiu um inconveniente.
            Pesquisadores descobriram que os moinhos de vento funcionavam melhor rodando em baixa velocidade, e que ao atingirem alta velocidade os insetos que se prendiam nas lâminas reduziam a geração de energia. Os operadores descobriram que era preciso lavar regularmente as lâminas, pois o acúmulo de insetos mortos diminuía vagarosamente o poder de velocidade das lâminas.
            O acúmulo de pecados na vida do cristão pode, da mesma forma, ser um problema. Deus providenciou um modo de