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domingo, 14 de fevereiro de 2010

Uma mulher vestida de sol, de Apocalipse 12



Uma mulher vestida de sol
                                                                                                                  
 Pr Airton Evangelista da Costa
   “Um sinal grandioso apareceu no céu: uma Mulher vestida com o sol, tendo a lua sob os pés e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas; estava grávida e gritava, entre as dores do parto, atormentada para dar à luz. Apareceu então outro sinal no céu: um grande Dragão, cor de fogo, com sete cabeças e dez chifres e sobre as cabeças sete diademas; sua cauda arrastava um terço das estrelas do céu, lançando-as para a terra. O Dragão colocou-se diante da mulher que estava para dar à luz, a fim de lhe devorar o filho, tão logo nascesse. Ela deu à luz um filho, um varão, que irá reger todas as nações com um cetro de ferro. Seu filho, porém, foi arrebatado para junto de Deus e de seu trono, e a Mulher fugiu para o deserto, onde Deus lhe havia preparado um lugar em que fosse alimentada por mil duzentos e sessenta dias. (...) Ao ver que fora expulso para a terra, o Dragão pôs-se a perseguir a Mulher que dera à luz o filho varão. Ela, porém, recebeu as duas asas da grande águia para voar ao deserto, para o lugar em que, longe da Serpente, é alimentada, é alimentada por um tempo, tempos e metade de um tempo. A Serpente, então, vomitou água como um rio atrás da Mulher: a terra abriu a boca e engoliu a água que o Dragão vomitara. Enfurecido por causa da mulher, o Dragão foi então guerrear contra o resto dos seus descendentes, os que observam os mandamentos de Deus e mantêm o Testemunho de Jesus” (Ap 12.1.17).

   Seria a santa Maria, a mãe de Jesus, essa “Mulher que deu à luz um varão”, fugiu para o deserto, onde foi alimentada por mil duzentos e sessenta dias?   >>> LEIA A MENSAGEM NA ÍNTEGRA CLICANDO AQUI >>>>

sábado, 13 de fevereiro de 2010

William Gardiner e a Inquisição

William Gardiner
 
 
INGLÊS PROTESTANTE  da cidade-porto de Bristol, desenvolveu seus estudos em Lisboa a partir dos 23 anos de idade. Indignado com as práticas idólatras que grassava em Portugal, decidiu trabalhar em prol de uma reforma religiosa naquele país. Estava preparado para morrer por essa causa, mas faltou-lhe prudência. Durante a cerimônia de casamento do filho do rei de Portugal e a Infanta da Espanha, estando a catedral lotada por pessoas de todas as classes, não suportou ver a adoração à hóstia. “Correu até o cardeal, tomou a hóstia em suas mãos, e pisoteou-a”. Ali mesmo foi ferido com um golpe de espada. Indagado pelo rei, respondeu:

“Faço isso por uma honrada indignação ao ver as ridículas superstições e idolatrias aqui praticadas”. Depois de haver sofrido terríveis torturas, Gardiner foi assado em fogo lento (5).

NOTA
Trecho da apostila AS FOGUEIRAS DA INQUISIÇÃO
Remessa gratuita via e-mail
 
 

Jerônimo de Praga e a Inquisição



                                                                                            

                                                       Jerônimo de Praga (1360-1416) 

REFORMADOR RELIGIOSO TCHECO. Seguidor de John Hus e de John Wycliffe, apoiou o primeiro em seu movimento de reformas. Condenado à fogueira como herege. Jerônimo, embora consciente do risco que corria, apresentou-se ao Concílio de Constança no ano de 1414 para defender seus princípios cristãos.  Logo após haver confirmado suas idéias “heréticas”, foi encarcerado numa masmorra e alimentado a pão e água. Doente, debilitado e abandonado por amigos, cedeu à pressão dos inquisidores e declarou que retornaria à fé católica. Ainda assim, retornou à prisão e lá permaneceu por trezentos e quarenta dias. Durante esse tempo refletiu sobre a sua fraqueza de fé e se sentiu envergonhado de haver cedido. Verificou que não valia a pena negar as verdades bíblicas para salvar a pele. Novamente perante o Concílio, Jerônimo falou:
“Estou pronto para morrer. Não recuarei diante dos tormentos que me estão preparados por meus inimigos e falsas testemunhas, que um dia terão que prestar contas de suas imposturas diante do grande Deus, a quem nada pode enganar. De todos os pecados que cometi desde minha juventude, nenhum pesa tão gravemente em meu espírito e me acusa tão pungente remorso, como aquele que cometi neste lugar fatídico, quando aprovei a iníqua sentença dada contra Wycliffe e com o santo mártir John Hus, meu mestre e amigo”.
   E prosseguiu Jerônimo: “Confesso-o de todo o coração e declaro com horror, que desgraçadamente fraquejei quando, por medo da morte, condenei suas doutrinas. Portanto, suplico a Deus Todo-poderoso Se digne perdoar meus pecados, e em particular este, o mais hediondo de todos. Provai-me pelas Escrituras que estou em erro, e o abjurarei”.

Um papista perguntou: - Quem pode entender as Escrituras antes que a igreja as haja interpretado? Ao que respondeu Jerônimo: - São as tradições dos homens mais dignas de fé do que o Evangelho do nosso Salvador?”

   Quando as chamas começaram a queimar seu corpo, orou ao Pai: “Senhor, Pai Todo-poderoso, tem piedade de mim e perdoa os meus pecados; pois sabes que sempre amei Tua verdade”. Suas cinzas, tal como aconteceu com as de Hus, foram lançadas ao Reno (4).

Nota: Trecho da apostila AS FOGUEIRAS DA INQUISIÇÃO.
Remessa via e-mail, grátis.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O testemunho de Helen Berhane, por Fernanda Brum

O testemunho de Helen Berhane
Jovem foi presa num contêiner e torturada por falar de Jesus na Eritréia

A cantora Fernanda Brum conta o testemunho de Helen Berhane, uma cantora eritréia que ficou presa durante anos dentro de um contêiner num deserto por ter gravado um CD gospel. A jovem teve suas pernas quebradas várias vezes e recebeu a proposta de assinar um papel negando tudo o que dizia em suas canções em troca de sua liberdade. "Era só ela assinar o papel", disse Fernanda Brum. Mas não foi o que Helen fez.

Helen passou anos apanhando dentro do contêiner. E ao tomar conhecimento da situação da jovem, Fernanda Brum sentiu-se profundamente incomodada. "Eu já não dormia mais. Dia e noite eu dizia: a jovem está dentro deste contêiner, porque fez a vontade de Deus".

Fernanda Brum se diz incomodada quando um jovem pensa que seu ministério se resume a cantar. "Você acha que meu chamado é ser cantora evangélica? Se teu chamado é só esse, desista. Vá fazer música secular", advertiu. O apelo da cantora é para que sejamos desesperados por almas. "Você precisa respirar salvação. É pra fazer música? Que sejam feitas músicas para salvação. Teatro? Que seja teatro para salvação. É pra pregar a palavra? Então tenhamos desespero por salvação".

Ao ser indicada ao Troféu Talento, Fernanda Brum recebeu o prêmio de cantora do ano. "Deus falou comigo: você está achando que esse troféu é pra você? Esse troféu é da Helen. Você nunca ficou presa num contêiner. Pode mandar o troféu pra ela", contou. E a cantora enviou o troféu para a jovem.

Fernanda, desde que conheceu a situação de Helen, passou a viver, dia após dia, a agonia de saber que alguém sofria perseguição pelo simples fato de usar a arte a favor do evangelho. "Eu não tinha paz pra comer minha comida quente no meu prato, porque ela comia no chão. Eu não tinha paz pra usar meu banheiro de granito, porque ela não tinha banheiro. Eu não tinha paz".

Fernanda contou que, certo dia, estava em casa quando seu marido gritou do segundo andar: "Fernanda, soltaram a Helen!". "Eu subi as escadas correndo, não podia acreditar. O governo negava a existência dela, dos pastores e das outras 14 crianças, dizendo que se tratavam de fantasmas. Eles eram fantasmas para o inferno. Assustavam o inferno e, por isso, estavam ali", disse.

Certo dia, Fernanda Brum recebeu um telefonema da Missão Portas Abertas informando que o homem que fugiu com Helen do campo de concentração havia sido morto, decaptado, e sua cabeça colocada na porta da casa de seu pai. Ninguém dava notícias sobre Helen. Fernanda mandou e-mails para o mundo inteiro à procura de informações sobre a jovem, mas não teve nenhuma resposta. Dias depois, a cantora recebeu um e-mail com a foto de Helen segurando o Toféu Talento.

"A sua linguagem missiológica eficaz é a linguagem da unidade, a linguagem do desesperado por salvação, a linguagem de não ter sua vida por preciosa, mas o evangelho por precioso. A sua linguagem correta é a que Deus quiser usar na hora certa, no tempo certo. Não existe uma fórmula, um jargão, existe uma paixão avassaladora, desesperadora, que te consome de dentro pra fora, de forma pra dentro, e que te faz um semelhante a Cristo em todo tempo", concluiu Fernanda.

Sm 46:10  Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios;

FONTE: Redação Regional
serei exaltado sobre a terra.