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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Controvérsia sobre alguns textos bíblicos




ALGUNS TEXTOS BÍBLICOS CONTROVERTIDOS


M. Martins*

 

Há vários textos bíblicos de interpretação controvertida, como é o caso da passagem em que Jesus afirma que João, o Batista, era o Elias que havia de vir (Mateus 11:10-14), ou aquele outro em que é dito que Jesus é confundido com Elias ou com Jeremias ou alguns dos profetas (e até mesmo com seu contemporâneo João Batista – Mateus 16:13-16). Vamos estudar alguns destes textos com o fim de demonstrar que não há possibilidade de confusão**.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

TOLERÂNCIA, INTOLERÂNCIA E VERDADE


Tolerância, Intolerância e Verdade  - Por Dave Hunt

“Porque é coisa agradável, que alguém, por causa da consciência para com Deus, sofra agravos, padecendo injustamente” 
(1 Pedro 2:19)

Numa disputa sobre a capelania da Casa dos Representantes, se esta deveria ser católica ou protestante, qualquer preocupação com a sã doutrina dos candidatos esteve conspicuamente ausente. A política deturpa a Verdade eterna. Muitos itens do Protestantismo têm se tornado tão heréticos como o Catolicismo Romano, mas, quem se importa com o que Deus disse? [O que tem prevalecido em todos os setores da vida moderna é a frase que a serpente usou para ludibriar Eva: “É assim que Deus disse?”]
Na visão atual, somente a “intolerância” poderia sugerir que a crença religiosa deva se conformar à Palavra de Deus. Suponhamos que um cristão se tornasse capelão; dificilmente ele poderia esquecer que deve agradar os membros do Congresso, sugerindo que estes rebaixassem os seus salários anuis de US$138.000. Declarar que todos os que não crêem em Jesus Cristo como único meio de salvação vão se perder eternamente seria considerado uma “intolerável intolerância”. Qualquer membro do Congresso

sábado, 19 de junho de 2010

14 razões porque o apóstolo Paulo morreu na miséria

Por Renato Vargens
À  luz dos ensinamentos dos teólogos da prosperidade que afirmam que o servo de Deus tem que ser rico, descobri os verdadeiros motivos que levaram o  Apóstolo Paulo a morrer na mais profunda miséria.

Infelizmente, o Apóstolo de Cristo aos gentios, não "entendeu" as revelações bíblicas cometendo erros gravissimos como:

1º- Não decretar a bênção da vitória na sua vida.
2º- Não amarrar o principado da miséria.
3º- Não quebrar as maldições hereditárias provenientes de seus antepassados.
4º- Não entender a visão da multiplicação do movimento G12.
5º- Não receber a revelação do DNA da honra de Deus.
6º- Não possuir as unções do cachorro, leão, águia, macaco, lagartixa, vômito e etc.
7º- Não tomar posse da bênção.
8º- Não semear as sementes da prosperidade.
9º- Não ter sido  promovido a "paipostólo"
10º- Não ter trocado de anjo da guarda.
11º- Não ter elaborado nenhum mapeamento de batalha espiritual.
12º- Não ter recebido revelações do inferno.
13º- Não ter emitido nenhum ato profético.
14º- Não ter desenvolvido o hábito de orar em montes.

Caro leitor, segundo a ótica dos teólogos da prosperidade Paulo foi um fracassado, um pastor incompetente que não soube desfrutar das bênçãos de Deus.

Triste isso não?

Isto posto, resta-nos rogar a Deus pedindo misericórdia, como também que livre a sua igreja desta doutrina nojenta e anticristã.

Pense nisso!

Renato Vargens.

COMENTÁRIO BÍBLICO: No final de 2009 o CACP  publicou carta aberta na qual informa à sociedade cristã-evangélica brasileira sua avaliação contrária ao ECUMENISMO ( Carta Aberta do CACP contra o Ecumenismo). Agora, o CACP deve avaliar e se manifestar publicamente em relação à TEOLOGIA DA PROSPERIDADE. É necessário que os pastores das denominações brasileiras tenham uma orientação única e positivamente bíblica que repugne o falso ensino de que  riquezas são sinal da aprovação do crente. Quem ensina a Teologia da Prosperidade não lê a Bíblia.
Seu pastor já pregou alguma das mensagens genuinamente bíblicas abaixo, enfatizando que o homem não é salvo pelos bens que possui?

23 jan. 2008 ... Esqueceu-se das palavras de Jesus, quando ensinava que o homem não vale diante de Deus pelos bens e riquezas que possui nesta vida (Lucas 12 ...

AOS QUE AMAM AS RIQUEZAS:
1 Timóteo 6:
Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.
AOS QUE SE ORGULHAM DE SEREM RICOS:
Apocalipse3:14-22 
E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus:
Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente!
Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.
Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu;
Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.
Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te.

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.
Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono.
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
À SOBERBA DOS RICOS E SEU DESPREZO AOS POBRES DA IGREJA:
Tiago 2: 1-4
Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas.
Porque, se no vosso ajuntamento entrar algum homem com anel de ouro no dedo, com trajes preciosos, e entrar também algum pobre com sórdido traje,
E atentardes para o que traz o traje precioso, e lhe disserdes: Assenta-te tu aqui num lugar de honra, e disserdes ao pobre: Tu, fica aí em pé, ou assenta-te abaixo do meu estrado,
Porventura não fizestes distinção entre vós mesmos, e não vos fizestes juízes de maus pensamentos?
VIGIAR CONTRA A AVAREZA
Lucas 12:15 E disse-lhes: Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui.
USAR O EVANGELHO PARA CONSTRUIR BOLSA QUE ACUMULE RIQUEZAS ESPIRITUAIS
Lucas 12:33 Vendei o que tendes, e dai esmolas. Fazei para vós bolsas que não se envelheçam; tesouro nos céus que nunca acabe, aonde não chega ladrão e a traça não rói.
O OBSTÁCULO QUE A RIQUEZA REPRESENTA PARA A SALVAÇÃO DO CRENTE:

Lucas 18:24 E, vendo Jesus que ele ficara muito triste, disse: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!
DEUS QUER QUE CRISTO SEJA NOSSA MAIOR RIQUEZA

Colossenses 1:27 Aos quais Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória;
A RIQUEZA CEGA O CRENTE E SUFOCA A SEMENTE DA PALAVRA DE DEUS
Marcos 4:19 Mas os cuidados deste mundo, e os enganos das riquezas e as ambições de outras coisas, entrando, sufocam a palavra, e fica infrutífera.

Veja o que Jesus nos informa sobre João Batista, rico diante de Deus mesmo em sua extrema simplicidade e pobreza:

Mateus 11:7-11
...começou Jesus a dizer às turbas, a respeito de João: Que fostes ver no deserto? uma cana agitada pelo vento?
Sim, que fostes ver? um homem ricamente vestido? Os que trajam ricamente estão nas casas dos reis.
Mas, então que fostes ver? um profeta? Sim, vos digo eu, e muito mais do que profeta;
Porque é este de quem está escrito: Eis que diante da tua face envio o meu anjo, Que preparará diante de ti o teu caminho.
Em verdade vos digo que, entre os que de mulher têm nascido, não apareceu alguém maior do que João o Batista;
Jesus enfatiza: os ricos "estão nas casas dos reis" , ou seja, nos palácios e nos prédios governamentais, aliados à política e tudo o mais que acompanha a apostasia, como o amor às glórias terrenas, aos interesses inconfessáveis, etc.
Quanto aos pobres, lembre-se disso:

O que oprime (despreza) ao pobre insulta àquele que o criou, mas o que se compadece do necessitado honra-o.- Provérbios 14:31

O que escarnece do pobre insulta ao que o criou: o que se alegra da calamidade não ficará impune - Provérbios 17:5

“Nós como igreja, achamo-nos tão impregnados de uma filosofia anticristã, isto é, da idéia de que nosso alvo na vida consiste em obter uma infinidade de bens materiais, de ter status e gozar os prazeres do sexo, e não de viver os preceitos do Sermão do Monte, que o cristianismo praticado hoje, na verdade não passa de uma apostasia, pois se curvou diante do espírito desta época”. Carl F. Henry (1913 - 2003) teólogo e intelectual cristão, o primeiro editor-chefe da revista "Christianity Today”. -
"QUEM TEM OUVIDOS OUÇA O QUE O ESPÍRITO DIZ ÀS IGREJAS." 

sábado, 22 de maio de 2010

Os cristãos devem julgar uns aos outros?

 Os cristãos devem julgar uns aos outros? 
por Marsha West
Um dos maiores problemas da Igreja é que alguns cristãos são demasiado confiantes. Jesus advertiu: "Cuidado com os falsos profetas, que vêm até vós em pele de cordeiro, mas por dentro são lobos devoradores." (Mateus 7:15). Longe demais das ovelhas acatar as palavras de nosso Senhor. Mesmo quando os crentes são advertidos sobre alguns falsos mestres, que sopram como alerta contra seguir cegamente esses lobos.Você provavelmente já ouviu isso muitas vezes: "A Bíblia não diz para ser juiz." O que a Bíblia realmente diz é que não devemos julgar o...

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Olhe para Cristo, Vol. 1.pdf

Baixe grátis a compilação Olhe para Cristo, Vol. 1, em.pdf, contendo oito sermões de Charles Haddon Spurgeon.

OLHE PARA CRISTO
Sermões diversos sobre cura,
redenção, salvação e socorro de Cristo
a fiéis e a pecadores.
SERMÕES PREGADOS POR
SPURGEON, TRADUZIDOS PARA O
PORTUGUÊS PELO PROJETO
SPURGEON DE TRADUÇÕES
VOLUME 1
 
Esse volume é uma compilação dos oito primeiros
sermões traduzidos pelo Projeto Spurgeon, no
objetivo de glorificar o nome de Jesus, edificar a
Igreja de Deus e proclamar a salvação aos
perdidos; e no esforço de trazer ao português mais
daquilo de graça e benção que o SENHOR
concedeu para o irmão Charles Haddon Spurgeon,
lá no século XIX.
Títulos dos Sermões:
A Inclinação da Carne é inimiga de Deus
Uma Palavra aos Não-Convertidos
Uma Defesa da Doutrina da Justificação
pela Fé
Quem Precisa do Evangelho
A Diligência, Poder e Propósito de Satanás
A Serpente de Bronze Levantada
O Hospital de Cristo
A Oração mais Curta de Pedro

Olhe 
para Cristo, Vol. 1.pdfOlhe para Cristo, Vol. 1.pdf
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Todos os direitos reservados para Projeto Spurgeon
www.projetospurgeon.com.br

terça-feira, 11 de maio de 2010

O Valor do Sofrimento, por Dave Hunt


O Valor do Sofrimento


Por: Dave Hunt


        
O assunto deste artigo me intimida pessoalmente. O que tenho eu a ver ou o que tem a ver qualquer pessoa que mora nos Estados Unidos com o sofrimento e a perseguição em o nome de Cristo? Qualquer pessoa que leia a revista “The Voice of the Martyrs” sabe que nada sofremos, comparado ao que os santos perseguidos sofrem em outros lugares.

        Sem dúvida, não é este o único tipo de sofrimento mencionado na Escritura. Existe sofrimento por causa de aflições físicas, de enfermidades, de fazer o bem, como consequência do próprio pecado, pela vontade de Deus, pelas tentações, pelas aflições satânicas,  sofrimento comunitário pelos crentes que sofrem, etc.

        Não há muito tempo, eu tive um período de aflição física, mesmo não podendo comparar meu sofrimento com aqueles sofrimentos que muitos estão atravessando; dos que escrevem à TBC pedindo orações por causa dos seus próprios males físicos. O motivo de o Senhor ter colocado em meu coração o desejo de escrever este artigo pouco tem a ver com a minha própria situação ou de alguém mais.  Estou ciente da prevalecente atitude da maioria da cristandade americana, que é “evitá-lo a todo custo!”.

         Embora uma parte de mim queira acrescentar um “Amém!” a este pensamento, estou certo de que ele não reflete o que a Bíblia ensina.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

A REUNIAO DE SATANÁS

Satanás convocou uma Convenção Mundial de demônios.
Em seu discurso de abertura, ele disse:

"Não podemos impedir os cristãos de irem à igreja"
"Não podemos impedi-los de ler as suas Bíblias e conhecerem a verdade"
"Nem mesmo podemos impedi-los de formar um relacionamento íntimo com o seu Salvador".
"E, uma vez que eles ganham essa conexão com Jesus, o nosso poder sobre eles está quebrado ".
"Então vamos deixá-los ir para suas igrejas, vamos deixá-los com os almoços e jantares que nelas organizam, MAS, vamos roubar-lhes o TEMPO que têm, de maneira que não sobre tempo algum para desenvolver um relacionamento com Jesus Cristo". "O que quero que vocês façam é o seguinte", disse o diabo: "Distraiam-nos a ponto de que não consigam aproximar-se do seu Salvador"
Como vamos fazer isto? Gritaram os seus demônios.
Respondeu-lhes:
"Mantenham-nos ocupados nas coisas não essenciais da vida, e inventem inumeráveis assuntos e situações que ocupem as suas mentes" .
"Persuadam as suas esposas a irem trabalhar durante longas horas, e os maridos a trabalharem de 6 à 7 dias por semana, durante 10 à 12 horas por dia, a fim de que eles tenham capacidade financeira para manter os seus estilos de vida fúteis e vazios."
"Criem situações que os impeçam de passar algum tempo com os filhos"
"À medida que suas famílias forem se fragmentando, muito em breve seus lares já não mais oferecerão um lugar de paz para se refugiarem das pressões do trabalho".
"Estimulem suas mentes com tanta intensidade, que eles não possam mais escutar aquela voz suave e tranqüila que orienta seus espíritos".
"Encham as mesinhas de centro de todos os lugares com revistas e jornais".
"Bombardeiem as suas mentes com noticias, 24 horas por dia".
"Invadam os momentos em que estão dirigindo, fazendo-os prestar atenção a cartazes chamativos".
"Inundem as caixas de correio deles com papéis totalmente inúteis, catálogos de lojas que oferecem vendas pelo correio, loterias, bolos de apostas, ofertas de produtos gratuitos, serviços, e falsas esperanças".
"Mantenham lindas e delgadas modelos nas revistas e na TV, para que seus maridos acreditem que a beleza externa é o que é importante, e eles se tornarão mal satisfeitos com suas próprias esposas".
"Mantenham as esposas demasiadamente cansadas para amarem seus maridos à noite, e dê-lhes dor de cabeça também. Se elas não dão a seus maridos o amor que eles necessitam, eles então começam a procurá-lo em outro lugar e isto, sem dúvida, fragmentará as suas famílias rapidamente."
"Dê-lhes Papai Noel, para que esqueçam da necessidade de ensinarem aos seus filhos, o significado real do Natal."
"Dê-lhes o Coelho da Páscoa, para que eles não falem sobre a ressurreição de Jesus, e o Seu poder sobre o pecado e a morte."
"Até mesmo quando estiverem se divertindo, se distraindo, que seja tudo feito com excessos, para que ao voltarem dali estejam exaustos!".
"Mantenha-nos de tal modo ocupados que nem pensem em andar ou ficar na natureza, para refletirem na criação de Deus. Ao invés disso, mande-os para Parques de Diversão, acontecimentos esportivos, peças de teatro, concertos e ao cinema. Mantenha-os ocupados, ocupados."
"E, quando se reunirem para um encontro, ou uma reunião espiritual, envolva-os em mexericos e conversas sem importância, para que, ao saírem, o façam com as consciências pesadas".
"Encham as vidas de todos eles com tantas causas nobres e importantes a serem defendidas que não tenham nenhum tempo para buscarem o poder de Jesus".
Muito em breve, eles estarão buscando em suas próprias forças, as soluções para seus problemas e causas que defendem,  sacrificando sua saúde e suas famílias pelo bem da causa."
"Isto vai funcionar!! Vai funcionar !!!
Os demônios ansiosamente partiram para cumprirem as determinações do chefe, fazendo com que os cristãos, em todo o mundo, ficassem mais ocupados, e mais apressados, indo daqui para ali e vice-versa, tendo pouco tempo para Deus e para suas famílias.
Não tendo nenhum tempo para contar  a outros sobre o poder de Jesus para transformar vidas.
A pergunta é: terá ele sucesso nas suas maquinações com todos os crentes?
E na sua vida em particular? Reflita e dê mais espaço e atenção a Jesus Cristo do que aos compromissos do mundo.
LEIA TAMBÉM:

Mídias e a Bíblia Sagrada

segunda-feira, 26 de abril de 2010

As Armas da Nossa Milícia

As Armas de Nossa Milícia
Jamais teríamos condições de conhecer os ardis do nosso adversário, sua astúcia e forma de combate. Mas Deus sabe como ele trabalha e o que devemos fazer para destruir seus mísseis incendiários.

                                            Pr. Airton Evangelista da Costa

TODA E QUALQUER ESTRATÉGIA MILITAR para uma guerra, ainda que de pequena dimensão, inclui o conhecimento do poder de fogo do adversário. Disso depende o êxito da empreitada.

Faz-se necessário também conhecer de antemão os pontos fracos e fortes do inimigo. As nações mais poderosas do planeta usam satélites espiões que informam qualquer movimento do adversário. Com isso, avaliam a conveniência de atacar pelos flancos, pela direita, pela esquerda, pelos ares, por terra ou pelas águas. Se o inimigo possui lançadores de mísseis de longo alcance, urge que essas fortalezas sejam destruídas logo no início do combate. O aparato bélico precisa ser mortífero, com poder de destruição superior ao do inimigo. A estratégia nas guerrilhas urbanas não pode ser diferente. Assassinos dispostos a matar ou morrer, munidos de AR-15, não podem ser enfrentados com policiais armados com revólveres 38.

A Igreja de Cristo trava uma batalha constante contra o diabo, nosso adversário invisível e poderoso: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” (1 Pe 5.8). A sobriedade (sóbrio = grego sõphrõn) diz respeito ao autodomínio, equilíbrio, mente sã.

A batalha está deflagrada desde o princípio.  Não há como fugir a essa realidade.  A partir do momento em que nos alistamos como soldados de Cristo, assumimos a posição de combate e de firme resistência. O adversário “busca a quem possa tragar”.

Os leões, por instinto, possuem uma estratégia para atacar uma manada. Espreitam aquela caça desprevenida, descuidada, menos atenta, mais afastada do rebanho. E atacam com fúria e certeza de sucesso. O diabo busca as presas mais vulneráveis.

Jamais teríamos condições de conhecer os ardis do nosso adversário, sua astúcia e forma de combate. Mas Deus sabe como ele trabalha e o que devemos fazer para destruir seus mísseis incendiários.

“Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo” (Ef 6.11). Ele age com astúcia, isto é, pela força do engano, como hábil enganador. A armadura precisa ser completa: “toda a armadura”. Não apenas uma parte dela. Um soldado não enfrenta um bandido armado apenas com o cassetete, ou apenas com uma arma de fogo. Deve usar a armadura no seu todo, como faziam os antigos soldados romanos. É assim que Deus quer que façamos. O inimigo é perigoso. Não fosse, Deus não nos faria advertência tão cuidadosa.

“Porque não temos que lutar contra carne e sangue; mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes as trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais” (v.12). A nossa luta não é contra pessoas visíveis. Seria até mais fácil. O conflito espiritual é contra Satanás e uma multidão de espíritos malignos. Estamos engajados nessa luta.

“Porque as armas de nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas” (2 Co 10.4).

A nossa vitória foi obtida na cruz, pelo próprio Cristo, que nos redimiu do domínio do maligno. Porém, trava-se dentro de nós uma luta contra os desejos corruptos, os prazeres ímpios do mundo, as tentações e contra as forças do mal. Deus nos indica a estratégia que devemos seguir. Precisamos estar com a verdade e a justiça; ter a fé como escudo para apagar “os dardos inflamados do inimigo”; usar a “espada do Espírito, que é a palavra de Deus”, vigiando e orando. (Ef 6.14-18).

Temos nessa relação armas de defesa e de ataque. A espada, simbolizando a Palavra, é arma de ataque e de defesa. No deserto, Satanás usou da palavra para tentar dobrar Jesus. Com a mesma Palavra, Jesus rebateu e o expulsou de sua presença (Mt 4.1-10). Portanto, convém que saibamos manejar bem essa espada. Os soldados conhecem suas armas por dentro e por fora: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2.15).

O poder das trevas é constituído de uma multidão muito bem organizada. É o império do mal com suas categorias e ordens. Cristo nos livrou desse poder, “em que noutro tempo andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que, agora, opera nos filhos da desobediência” (Ef 2.2).

Cristo outorgou poderes à Igreja para em Seu nome expulsar demônios (Mc 16.17). Agimos por procuração. O poder está no outorgante.  Para os que crêem, o nome de Jesus tem efeito devastador; é como um míssil lançado sobre as hostes inimigas.  Agimos como soldados sob as ordens do Leão da Tribo de Judá, o Senhor dos senhores:

“Sofre, pois, comigo, as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo” (2 Tm 2.3). Como soldados, estamos dispostos a sofrer, a enfrentar adversidades; a viver uma vida de renúncia, de rígida disciplina e de árduo trabalho. Não há como retroceder. Só os fracos fogem à luta.

“A luta é combate que os fracos abate, que os fortes, os bravos só pode exaltar” (Gonçalves Dias).

Não há fraqueza ao que luta destemido nessa batalha. Mas se houver fraqueza, devemos nos gloriar nelas, para que em nós habite o poder de Cristo. E diz o apóstolo: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco então sou forte” (2 Co 12.9-10).
02.12.06
Vídeo pertinente:





Pr. Airton Evangelista da Costa
Assembléia de Deus Palavra da Verdade
www.palavradaverdade.com
www.palavradaverdade.org

domingo, 28 de fevereiro de 2010

O "deus" de Einstein

Einstein era um judeu convicto no judaísmo e, nessa questão, estava separado do verdadeiro Deus que está em Jesus Cristo. Conforme o Evangelho de S. João, cap. 1, o Verbo estava com Deus e "era" Deus, até que se fez carne e habitou entre nós, assumindo a forma de "filho" e "servo" de Deus.
Os judeus, mesmo quando falam de Deus, estão negando ainda a Jesus Cristo, pois -para eles-, ainda não chegou o tempo da restauração de Israel. Somente quando Jesus Cristo encerrar o "tempo dos gentios" e retornar a Israel para lhes dar a última chance de arrependimento é  que chorarão amargamente os 21 séculos que marcaram a separação deles do verdadeiro Deus que está em Jesus Cristo. Chorarão a morte de Cristo como a do "unigênito" de Deus.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Pecados Acumulados


Pecados Acumulados

            Os moinhos de vento são usados ao redor do mundo por centenas de anos para bombear água e processar grãos. Nas últimas décadas, porém quando as turbinas produtoras de eletricidade se tornaram mais predominantes, inesperadamente surgiu um inconveniente.
            Pesquisadores descobriram que os moinhos de vento funcionavam melhor rodando em baixa velocidade, e que ao atingirem alta velocidade os insetos que se prendiam nas lâminas reduziam a geração de energia. Os operadores descobriram que era preciso lavar regularmente as lâminas, pois o acúmulo de insetos mortos diminuía vagarosamente o poder de velocidade das lâminas.
            O acúmulo de pecados na vida do cristão pode, da mesma forma, ser um problema. Deus providenciou um modo de

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

A Redenção pelo Sangue


Lições Bíblicas

A Redenção pelo Sangue
                                                           Bíblia de Estudo Pentecostal

 “A
o qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue” (Rm 3.25).

    O NT enfatiza várias verdades no tocante à morte de Cristo em prol da humanidade.  

(1) Foi um sacrifício, i.e., a oferenda do seu sangue, da sua vida (1 Co 5.7; Ef 5.2).    

(2) Foi vicária, i.e., Ele morreu, não para seu próprio bem, mas para o bem dos outros (Rm 5.8; 8.32; Mc 10.45; Ef 5.2).  

(3) Foi substituinte, i.e., Cristo padeceu a morte como a penalidade do nosso pecado, como nosso substituto (Rm 6.23).
     
(4) Foi propiciatória, i.e., a morte de Cristo em prol dos pecadores satisfez a lei justa de Deus, bem como a ordem moral divina. A morte de Cristo removeu a ira de Deus contra o pecador arrependido. A integridade de Deus exigia que o pecado fosse castigado e que fosse feita propiciação junto a ele, em nosso favor. Pela propiciação no sangue de Cristo, a santidade de Deus permaneceu imaculada e ele pôde manifestar, com toda justiça, a sua graça e amor na salvação (v. 25). Deve ser enfatizado que o próprio Deus propôs Cristo como nossa propiciação. Ele não precisava ser persuadido a demonstrar misericórdia e amor, pois “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo” (2Co 5.19; cf. Jo 3.16; Rm 5.8; 8.3,32; 1 Co 8.6; Ef 4.4-6). 

(5) Foi expiatória, i.e., um sacrifício para fazer expiação ou reparação pelo pecado. Como expiação, o sacrifício visa a remir a culpa. Pela morte de Cristo, foram anulados a culpa e o poder do pecado, que fazem separação entre o Deus e o crente.

(6) foi eficaz, i.e., a morte expiatória de Cristo tem em si o poder de produzir o efeito cabal necessário da redenção, quando esta é buscada pela fé.

(7) Foi vitoriosa, i.e., na cruz, Cristo triunfou na sua luta contra o poder do pecado, de Satanás e de suas hostes demoníacas, que mantinham o ser humano no cativeiro. Sua morte foi a vitória inicial sobre os inimigos espirituais de Deus e dos homens (Rm 8.3; Jo 12.31,32; Cl 2.15). Assim sendo, a morte de Cristo é redentora. Dando sua própria vida como resgate (1 Pe 1.18,19), ele nos libertou dos inimigos que mantinham a raça humana na escravidão, i.e., o pecado (Rm 6.6), a morte (2 Tm 1.10; 1 Co 15.54-57) e Satanás (At 10.38); e nos libertou para servirmos a Deus.

(8) Todos os benefícios da morte sacrificial de Cristo, mencionados acima, pertencem, em potencial, a todo ser humano, mas tornam-se realidade somente para aqueles que, pela fé, aceitam Jesus Cristo e seu sacrifício redentor em lugar deles.

O pastor se converteu!!! Aleluia!!!


Domingo, Dezembro 20, 2009


O pastor se converteu! Aleluia!

Por Renato Vargens - http://renatovargens.blogspot.com/2009/12/o-pastor-se-converteu-aleluia.html

Do Oiapoque ao Chuí, é comum observarmos uma enorme multidão de pessoas frequentando os nossos cultos dominicais. Em cada canto deste imenso país o que vemos são templos cheios de pessoas, as quais religiosamente “prestam seu culto ao Senhor.” Em alguns lugares neste "brasilzão" de meu Deus, ser crente virou moda,  isto porque, artistas, modelos, jogadores de futebol, além de socialites e emergentes, descobriram na fé cristã um tipo de amuleto pelo qual podem ser protegidos da inveja e do mal. Entretanto, apesar da efervescência gospel, sou obrigado a confessar que boa parte destes que freqüentam os nossos encontros, não tiveram uma genuína experiência de conversão. Na verdade, tais pessoas, movidas por um misticismo exacerbado, além de uma fé fundamentada no hedonismo, procuram em Deus as bênçãos que tantam necessitam.
Isso me faz lembrar a história de William Haslam. Haslan foi ordenado ao ministério pela igreja da Inglaterra, em 1842, onde serviu numa paróquia em North Cornwell. O Rev. Haslan era perito em antiquidades e arquitetura. Em 1851, nove anos depois de sua ordenação, enquanto dissertava sobre o tema " O que vocês pensam de Cristo?"o Espírito Santo abriu-lhe os olhos, para enxergar o Cristo de quem falava, e o coração, para crer nEle. A mudança que lhe sobreveio foi tão óbvia que um pregador local que visitava a igreja, se pôs em pé e gritou: "O pastor se converteu! Aleluia!"

De imediato sua voz se perdeu em meio aos louvores de 300 ou 400 pessoas que estavam na congregação. A noticia se espalhou como rastilho de pólvora:"O pastor se converteu por meio da sua própria pregação no seu próprio púlpito". Ora, sua conversão foi o inicio de um grande avivamento na paróquia, que durou quase três anos com um senso vivido da presença de Deus, havendo conversões quase todos os dias, e em anos posteriores Deus o chamou para um ministério muito incomum de levar muito de seus colegas clérigos ao relacionamento pessoal com Jesus Cristo.

Caro leitor, isto posto, chego a seguinte conclusão: Como seria bom se alguns dos nossos pastores tivessem um genuína experiência de conversão. Quão maravilhoso seria se alguns dos nossos líderes religiosos abandonassem suas doutrinas espúrias e perversas convertendo-se a Cristo. Com certeza viveríamos dias diferentes!
Pense nisso!

Renato Vargens

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Crescendo na aflição

Gn.41.52... - Deus me fez crescer na terra da minha aflição.




Sucesso, crescimento profissional, ascensão social, são aspirações da maioria dos seres humanos, todavia, a maioria das pessoas além de procurarem alcançar os resultados pela lei do menor ou nenhum esforço, as vezes seguem aquela máxima de que “os fins justificam os meios” e não se mostram dispostas a pagar o preço.



José, um dos personagens bíblicos que é o tipo de Cristo, quando lhe nasceu o segundo filho, colocou o nome de Efraim para lembrar que Deus lhe deu crescimento na terra de sua aflição. Você já notou que a aflição nos faz crescer em todas as dimensões? Mas não é a adoção de um espírito masoquista que leva uma pessoa a crescer, mas o reconhecimento de que a aflição é apenas algo passageiro e concorre para nosso bem.



Li a respeito de como as águias preparam o ninho para os seus filhotes com espinhos e com material macio, porém, por baixo, coloca espinhos, então quando os filhotes começam crescer, a maciez vai sendo substituída pelo incômodo dos espinhos e a vontade de permanecer no aconchegante ninho já não é interessante e a possibilidade de alçar um alto vôo é agora um atrativo por excelência.



Voltando à aflição como oportunidade de crescimento, é necessário verificar que José tinha sonhos. Se você não tem sonhos, você está fadado à mesmice. Um dos mais famosos discursos é aquele de Matin Luther King que inicia com a seguinte frase: “Eu tenho um sonho...” Não importa que os irmãos de José o ironizassem, pois ele estava convicto de que os seus sonhos poderiam ser realizados, pois no dicionário do Deus de José a palavra impossibilidade simplesmente inexiste e mesmo que houvesse, seria uma palavra sem utilização, pois se trata de um Deus para o qual nada é impossível.



José poderia ter “mexido os pauzinhos” para tentar alavancar o seu crescimento e sua ascensão, todavia, ele era uma pessoa ética e como tal, manteve conduta irretocável. José era fiel a Deus de sorte que mesmo vendido por seus irmãos como um escravo, ele chegou ao Egito e o Senhor estava com ele (Gn.39.2) de sorte que seu senhor (Potifar), percebendo que o Eterno estava com José e tudo o que ele fazia prosperava”, o constituiu como administrador de seus bens, confiando a ele tudo o que possuía (Gn.39.4-6) e a partir de então não se pre ocupou com nada, pois tudo estava na mais perfeita ordem.



José era, portanto, honesto, fiel ao seu senhor e a Deus, por isso quando a mulher de Potifar o assediou convidando-o para um relacionamento espúrio ele disse: “Como poderia eu cometer algo tão perverso e pecar contra Deus? Isso ocorreu por várias vezes, mas José não cedeu e evitava ficar perto dela (Gn 39.9-10).



Nosso personagem já sabia orar o “Pai nosso”, em especial o trecho em que diz: “E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal...”



Sua conduta de recusa ao assédio lhe valeu o ódio daquela mulher adúltera que fez a maior “armação” para cima de José e conseguiu mandá-lo para a prisão injustamente, mesmo assim, ele sofreu sem demonstrar arrependimento por ter agido de acordo com sua consciência que permanecia tranqüila. Enquanto isso, aquela leviana mulher deve ter passado muitas noites de insônia curtindo as dores da injustiça por ela praticada e com o desprezo de José à sua proposta indecente.



José interpretou sonhos de prisioneiros que com ele dividiam a amarga vida de reclusão, porém, só depois de muitos meses foi lembrado, quando faraó teve dois sonhos. José interpretou os sonhos de Faraó e acabou, como num passe de mágica, da condição de prisioneiro a de Governador da terra do Egito. Mas é certo que não havia nada mágico, era a presença de Deus na vida de José que levou a Faraó a indagar: “Será que vamos achar alguém como este homem, em quem está o espírito divino?”



Essa história tem se cumprido na vida de muitas pessoas que foram traídas na empresa por chefes arrogantes e perversos e, ao final, acabaram sendo elevadas e seus traidores foram amargar o dissabor do desemprego. Não se preocupe com seus críticos, pois eles vão acabar verificando a tua vitória. A Bíblia diz que não devemos nos cansar de fazer o bem. Saiba que a aflição não é um freio para os teus sonhos, ela é, na verdade a oportunidade para crescermos. Seja inabalável em sua conduta e coerência com a vontade do Senhor e ele certamente te honrará.



Deus te abençoe!



Pr. Carlos Roberto de Souza

Sm 46:10 Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

CORRENDO PARA O ALVO

Eu não estou afirmando que já venci e me tornei perfeito, mas continuo a correr para conquistar o prêmio, pois Cristo já me conquistou. É claro, irmãos, que eu não penso que já consegui me tornar perfeito. Porém, uma coisa eu faço: esqueço aquilo que fica para trás e avanço para o que está na minha frente. Corro direto para a meta a fim de conseguir o prêmio da vitória. Esse prêmio é a nova vida para a qual Deus me chamou por meio de Cristo Jesus. (Filipenses 3.12-14 – Linguagem de Hoje)

Esse texto é muito significativo, pois ele traz a exposição de Paulo sobre o objetivo que alimentava a sua existência, ou seja, correr para alcançar o prêmio. Não devemos passar pela vida sem traçarmos planos e estratégias para chegarmos onde queremos. Para que sejamos bem sucedidos, alguns passos são importantíssimos.

1º Passo – Ter consciência de nossa imperfeição.

A primeira declaração de Paulo é a de que a vitória e a perfeição ainda não estavam consumadas, por isso ele ressalta: “Eu não estou afirmando que já venci e me tornei perfeito...”

2º Passo – Perseverança.

A segunda declaração é sobre a perseverança: “...continuo a correr para conquistar o prêmio.” Muitas pessoas iniciam bem, mas fraquejam diante das adversidades por menores que sejam. É a dieta, são os exercícios para hipertensos, é aquele curso de inglês que nunca concluímos, mas sempre reiniciamos. É óbvio que tentar novamente é uma atitude louvável, mas a persistência é a demonstração viva de fé.

3º Passo – Conquistado por Cristo para ser vencedor.

A terceira confissão de Paulo é de que Cristo o havia conquistado justamente para torná-lo um vencedor. Não podemos nos esquecer de que fomos conquistados por Cristo e precisamos aprender com ele que persistiu em fazer a vontade do Pai com os olhos voltados para a grande missão que tinha a realizar. Antes de render seu espírito, o Mestre pode dizer: Pai! está tudo consumado!

4º - Fazer uma coisa.

O quarto ponto é o da ação: “Uma coisa faço:...” Nossa vida só tem sentido quando tivermos um objetivo a alcançar e fizermos algo para que essa meta seja alcançada. Os amigos do Paralítico queriam levar aquele enfermo até Jesus mas não podiam fazê-lo por causa da multidão, assim, fizeram um buraco no telhado e desceram o paralítico por uma corda. A mulher que padecia de um fluxo de sangue há doze anos disse: Se eu tão somente tocar na orla de seus vestidos, ficarei curada. É necessário que façamos alguma coisa em direção aos nossos objetivos.

No papel de parede dos computadores do Tribunal de Justiça de São Paulo existe a figura de um veleiro no meio do mar e a frase: “Só há ventos favoráveis para quem sabe para onde está indo.”

5º Passo – Esquecer o passado improdutivo.

Quinto passo: “...esqueço aquilo que fica para trás e avanço para o que está na minha frente.”

Este passo tem sido o mais difícil para a maioria. Tenho encontrado pessoas que estão manietadas de tal forma ao passado que não conseguem estabilizar-se no presente e tampouco conseguem caminhar em direção ao futuro. Seus objetivos acabam perdidos como sonhos irrealizáveis.

É incrível como conseguimos esquecer uma série de atos bondosos que nos fizeram, mas normalmente lembramos situações que nos deixaram frustrados, amargurados e desiludidos. Os consultórios de psicólogos e psicoterapeutas vivem cheios de pacientes que tentam livrar-se de traumas e outros problemas ocasionados pelo passado.

Não significa que não devemos fazer reavaliações periódicas para verificar se não estamos reincidindo nos erros de outrora, todavia, não podemos e nem devemos ficar olhando para trás lamentando uma oportunidade perdida ou qualquer outra situação negativa.

A primeira pergunta que devemos fazer a nós mesmos é a seguinte: Será que posso mudar o meu passado? A resposta é simples. Não podemos modificar o passado, então, porque não descartamos tal situação que só nos faz sofrer e nos impede de prosseguir na corrida para alcançarmos o prêmio. Os botequins, os bares, as boates, as danceterias e outras diversões estão apinhadas de gente que tentam afogar suas mágoas e esquecer o passado, porém, quando saem desses locais, percebem que o passado apenas havia adormecido e a tristeza volta a tomar conta de seus corações.

Quando Cristo diz que devemos tomar sobre nós o seu jugo (Mateus 11:29-30) ele está nos propondo realizar uma troca, ou seja, deixarmos com ele o fardo pesado que não podemos carregar e recebermos o fardo leve que pode trazer descanso para nossas almas.

Muitas pessoas amargam os efeitos de um pecado cometido, pois mesmo depois de arrependidas e perdoadas por Deus, acabam não se perdoando e o inimigo de nossas almas usa esse artifício para que nos sentemos à beira do caminho e desistamos de atingir o nosso alvo.

6º PASSO – AVANÇAR E CORRER

O sexto passo é subdividido em duas atitudes: Avançar e correr direto. Diz o apóstolo dos gentios: “...avanço para o que está na minha frente. Corro direto para a meta a fim de conseguir o prêmio da vitória.” Os retrovisores do meu carro servem para que de vez em quando eu possa observar se posso realizar uma ultrapassagem, um deslocamento de faixa, porém, a maior parte do tempo minha atenção deve estar à minha frente isso significa que deve prosseguir e não me distrair com aquilo que está à minha volta.

Gosto muito daquele texto de Hebreus 12.2 que diz: Portanto, deixemos de lado tudo o que nos atrapalha e o pecado que se agarra firmemente em nós e corramos sem desanimar a corrida que está à nossa frente. (Linguagem de Hoje)

Finalmente, Paulo diz qual é o prêmio que esperava alcançar: Esse prêmio é a nova vida para a qual Deus me chamou por meio de Cristo Jesus. Nossa vida só é plena e só tem sentido quando ela vem de Jesus que é o caminho, a verdade e a vida. Que Deus te abençoe e te ajude a alcançar esse objetivo.

Carlos Roberto de Souza Pastor e Juiz de Direito em São Paulo - Capital

Sm 46:10  Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

CRENTE CHUCHU?

CRENTE CHUCHU?

Por: Carlos Roberto de Souza – Pastor e Juiz de Direito em São Paulo

“Vós sois o sal da terra. Mas se o sal for insípido, com que se há de salgar?” MT. 5.13.

Creio que foi na revista Mensagem da Cruz que tinha como editor o inesquecível T. Hegre que tive a oportunidade de ler um excelente artigo que falava sobre um tipo de crente conhecido como o “crente chuchu.” O chuchu, muito conhecido como “machucho”, é o fruto produzido por uma planta da família das corcubitáceas.

Dizem que o chuchu é bom para abaixar a pressão dos hipertensos. Ele pode ser preparado como salada, adicionado ao feijão, à sopa, pode ser preparado com carne moída e pode ser colocado na sopa. Não tenho nada contra o chuchu, mas concordo com o articulista, pois esse fruto da corcubitácea acaba sempre perdendo o seu sabor para o alimento com o qual se mistura.

Há muitas pessoas que se dizem cristãs, porém não revelam tal identidade perante o mundo. Obviamente que não se advoga aqui o separatismo em guetos de cristãos e não cristãos, pois o próprio Cristo ao fazer a oração sacerdotal pediu ao pai que não tirasse os seus discípulos do mundo, mas que os livrasse do mal.

É certo que santo significa separado para Deus, mas isso não significa deixar de conviver com pessoas de orientação religiosa diferente da nossa. Disse Jesus: “Vós sois o sal da terra”, mas observou também, que se o sal for insípido, com que se há de salgar? O Mestre da Galiléia hospedou-se na casa de Marta e Maria em Betânia, mas também se assentou à mesa na casa de Simão, foi pousar na casa de Zaqueu, o publicano.

Assim como Cristo, o cristão deve dar sabor à vida das pessoas sem somar-se à superficialidade delas, à vida desesperançada que vivem e principalmente a tudo aquilo que contradiz e se contrapõe à mensagem do evangelho de Cristo. Esse posicionamento não significa alienação em relação aos problemas sociais. Jesus viu as multidões como uma soma de pessoas carentes, andando sem direção e como ovelhas que não tinham pastor, assim, encheu-se de íntima compaixão de sorte que procurou atender aos anseios mais profundos daquelas pessoas com uma palavra de socorro e de ânimo para aquelas almas tão carentes.

Quantas pessoas se colocam no lugar comum dos que amaldiçoam a escuridão, porém, não deixam sua luz brilhar. Há um cântico que diz: “minha pequena luz, eu vou deixar brilhar”.

É uma questão de postura: Rejeitar o mau e acolher o que é bom, enveredar-se pelo caminho do bem e reprimir o mal. Isso mesmo, deve haver um traço distintivo e bem nítido entre o nosso modo de vida e o daqueles que não tem esperança.

Infelizmente, nos dias atuais, o evangelho tornou-se uma canção de ninar para as pessoas que vão à igreja todos os dias para buscar uma palavra que as faça “dormir serenamente” e depois acordar para tocar a vida egoísta onde só há lugar para os pronomes possessivos, meu e minha.

Na semana passada caminhava do restaurante para o Fórum e estava acompanhado de dois Promotores de Justiça amigos. Fazia um frio tremendo e passamos por um mendigo encolhido em meio a alguns trapos. Não deixamos de observar aquela cena, mas Ricardo, silenciosamente, entrou numa loja e sem dizer nada, saiu com um cobertor, foi até onde estava o indigente e o cobriu com carinho.

Fiquei num misto de surpresa, alegria e vergonha, pois apesar da dó pela situação do mendigo, nada fiz para repará-la, mas meu amigo agiu. Intima compaixão não é apenas um ato de dó, é solidariedade, é amor em ação.

Não sei como tem sido a tua vida até aqui, mas quero desafiá-lo a viver uma vida bem distante do crente chuchu que mencionamos no início, ou seja, sem revelar sabor.

Comece a viver em novidade de vida. Telefone para o seu amigo ou amiga afastado do serviço por doença e deseje pronto restabelecimento. Ore com alguém que está em meio às dificuldades; compartilhe uma leitura bíblica; sorria para as pessoas e diga como elas são importantes para você. Deus quer fazer uma revolução de amor através de você. Lembre-se, o melhor pintor é aquele que sabe colorir o ambiente em que vive.

Carlos Roberto de Souza – Pastor e Juiz de Direito em São Paulo.

Sm 46:10  Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Bom dia, Campeão!!!

BOM DIA, CAMPEÃO
Outro dia li uma frase atribuída a John Stott que diz mais ou menos assim: Se soubéssemos o que Deus quer que sejamos, jamais seríamos o que somos. Essa observação é muito pertinente, pois pense em algo bom para sua vida e eu lhe digo que o plano de Deus é ainda mais sublime. Ele mesmo deixa claro que os seus pensamentos e os seus caminhos são mais elevados que os pensamentos e caminhos dos homens. Isso não significa que na jornada que Deus preparou para cada um só existem flores. É natural a busca do homem pela felicidade através do mínimo esforço, porém, o profeta Naum diz que o SENHOR tem o seu caminho na tormenta e na tempestade... (Naum 1:3). Ora, em primeiro plano parece loucura escolher o olho do furacão como rota de passagem, mas é justamente isso o que Deus faz. Ele tem o seu caminho na tormenta e na tempestade e normalmente dá carona aqueles a quem ama. Mas porque será que ele age dessa forma? É que ele deseja que sejamos vitoriosos e vitória a gente só consegue diante da superação de desafios. Há um ditado que diz: __ Sem luta não há vitória. Você já pensou em dois grandes pugilistas se enfrentando num ringue e ao final, o juiz da luta chama um espectador e levanta a mão dele como vitorioso da luta? Deus é o juiz dessa luta que enfrentamos contra o desemprego, contra a enfermidade, contra a tristeza e tantos outros inimigos. Segundo dizem alguns teólogos, Deus permite ao homem entrar nessas lutas para fortal ecê-lo e, sobretudo, para mostrar ao nosso arquiinimigo que mesmo tendo sido feitos menores que os anjos, o homem pode ser obediente a Deus e vencê-lo. Houve uma luta apenas em que Deus permitiu que os espectadores fossem vitoriosos. Lá na cruz, Deus estava reconciliando consigo o mundo e isso representou um duro golpe contra satanás. Homem nenhum teria como enfrentar a antiga serpente, a não ser Jesus Cristo, o Homem de Nazaré, afinal de contas ele não fora contaminado com o pecado. Consumando a obra na cruz Jesus nos concedeu o direito de sermos proclamados vitoriosos sobre o mundo e o pecado. Algumas vezes, ouvimos a voz que diz: __ Nesta peleja não tereis que pelejar, pois o Senhor pelejará por vós. Isso significa que se trata de uma luta desigual e que somente a intervenção divina poderá nos livrar da derrota. A luta é dura e o lutador chega à exaustão, mas sua perseverança e sua determinação é que ditarão a sua vitória. Diz um texto bíblico: Se você vacila no dia da dificuldade, como será limitada a sua força (Provérbios 24:10 NVI). Conta-se que um indivíduo estava atravessando a nado um rio muito largo e quando faltavam poucos metros o cansaço o venceu, então ele pensou em desistir e voltar para o ponto de partida, todavia, o esforço para a chegada seria bem menor do que o que seria despendido para retornar, então ele continuou até chegar à margem. Se você está atravessando dificuldades, não se deixe vencer pelo cansaço e pelo desânimo, pense que a vitória está mais perto e que a desistência será muito prejudicial e em nada contribuirá para o seu bem. Fique com o texto abaixo: Romanos 8:35-38. Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia: fomos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor! Tenha um bom dia, campeão?
Por: Carlos Roberto de Souza – Pastor e Juiz de Direito em São Paulo