Reunindo trabalhos bíblicos de edificação espiritual e evangelização produzidos por cristãos-evangélicos de diversas denominações. "Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo". - Efésios 4:12
Páginas
- Início
- Nossos Sites
- Versículo do Dia
- Ferramentas Bíblicas
- Noticiário Evangélico
- Escatologia e Apologética
- Dicionário Bíblico OnLine
- Buscador Evangélico
- Mensagem Bíblica Diária
- Bíblias OnLine
- E-Books Grátis
- Pr. Wagner Cipriano
- Hinário e Harpa
- Tratamento para Drogados
- Cultura Evangélica
- Nomes Bíblicos
- Expressão Evangélica
- FILMES
- Gospel Games
- Arrebatado Serei
- Noiva de Cristo
- Mensagem Por Imagem
PESQUISE EM NOSSA BIBLIOTECA
Mostrando postagens com marcador Pastores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pastores. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 14 de maio de 2012
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Pastores Segundo o Coração de Deus e Pastores Infiéis
Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e inteligência. Jeremias 3:15
Introdução: Ultimamente tem surgido clamores de igrejas, tanto da Alemanha, Rússia e do Brasil, onde o procedimento de vários pastores é completamente contrário aos princípios da Palavra de Deus. Por esta razão faz-se necessário uma exposição resumida dos princípios Bíblicos quanto a esta questão, bem como verificar os procedimentos que a Palavra de Deus aprova ou condena.
1. Princípio Bíblico de Liderança.
Em primeiro lugar, a palavra pastor nunca aparece na Bíblia como sendo uma profissão, e sim, como um ministério. Em Atos 20:17 e 28 aprendemos que os presbíteros da igreja deveriam pastorear o rebanho. Pastorear não é exercer um cargo. e sim cuidar do estado espiritual daqueles que foram salvos por Cristo Jesus.
Em segundo lugar, o Novo Testamento não conhece um sistema onde uma só pessoa tem essa responsabilidade, que sempre era atribuída a vários presbíteros.
Atos 20:17 “De Mileto mandou chamar os presbíteros da igreja”.
E a estes presbíteros Paulo falou: Atos 20:28 "Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu Bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue,"
Atos 14:23 "E, promovendo- lhes em cada igreja a eleição de presbíteros (plural) depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido"
Tito 1:5 b ". .. bem como, em cada cidade, constituísses presbíteros, conforme te prescrevi."
Notamos em todas estas passagens que o Novo Testamento ensina que cada igreja deve ter vários presbíteros (Líderes) e que eles em conjunto tem a responsabilidade de pastorear o rebanho de Deus.
Naturalmente numa igreja nova isto levará alguns anos até que a igreja tenha vários presbíteros, porém este sempre deve ser o objetivo. O Novo Testamento desconhece totalmente um sistema onde um pastor tem o comando e os outros tem a obrigação de obedecer, na igreja de Cristo.
Evidentemente haverá a necessidade de um dentre, os presbíteros, dirigir o planejamento mas a responsabilidade pastoral recai sobre todo o presbitério. Atos 20:17 e 28. Veremos mais adiante como o desejo de exercer o comando sobre todos os outros é carnal e anti bíblico.
As diferenças entre uma liderança dentro dos princípios bíblicos e dentro dos princípios egoístas e carnais são explicadas com bastante detalhes, tanto no Velho como no Novo Testamento. Queremos fazer uma comparação entre os dois tipos de pastores.
2. Pastor segundo o coração de Deus.
Já mencionamos que pastorado não é profissão - é ministério. Quando Jesus designou o apóstolo Pedro para pastorear o rebanho, não perguntou das suas habilidades profissionais, e sim "amas-me mais do que estes outros? " João 21:15-17.
Quem ama a Jesus, também amará aos que foram resgatados por Jesus e os tratará como Jesus os tratou.
Vamos ver algumas das características do pastor segundo o coração de Deus.
Primeira característica: Auto entrega. "O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas". João 10:11. Este foi o exemplo que Jesus nos deu. O apóstolo Paulo nos dá um exemplo de como se age com pessoas, mesmo cheio de problemas - e até fazendo oposição ao ministério, como foi o caso dos coríntios. A estes Paulo escreve: "Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol das vossas almas. Se mais vos amo, serei menos amado?" II Coríntios 12:15. O pastor segundo o coração de Deus não tem pena de si - ele se entrega e se gasta em beneficio das ovelhas de Cristo.
Segunda característica: Preocupação com a restauração de cada um individualmente. A parábola da ovelha perdida nos mostra este fato: "Que vos parece? Se um homem tiver cem ovelhas, e uma delas se extraviar, não deixa para ele nos montes as noventa e nove, indo procurar a que se extraviou? E, se porventura a encontra, em verdade vos digo que maior prazer sentirá por causa desta, do que pelas noventa e nove, que não se extraviaram. Assim, pois, não é da vontade de vosso Pai celeste que pereça um só destes pequeninos." Mateus 18:12-14. Qualquer pastor segundo o coração de Deus fará de tudo para recuperar pessoas que estão se afastando do rebanho.
Terceira característica: O pastor segundo o coração de Deus não se coloca em evidência, e sim, prega a Cristo: “Porque não pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor, e a nós mesmos como vossos servos por amor de Jesus" II Coríntios 4:5. O pastor segundo o coração de Deus sempre ha de se considerar um servo, dando toda a honra a Cristo Jesus.
Quarta característica: O pastor segundo o coração de Deus não age como dominador sobre o rebanho, antes serve como exemplo: ". . . nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes tornando-vos modelos do rebanho”. I Pedro 5:3. O bom pastor anda na frente do rebanho. como o seu exemplo e as ovelhas o seguem.
3. Pastores infiéis
A Bíblia nos fornece muitos elementos pelos quais se pode reconhecer o abuso neste ministério - tanto no Velho como no Novo Testamento.
Quais são as características de um "pastor” infiel?
Primeira característica: Não busca ao Senhor para saber a sua vontade: "Porque os pastores se tornaram estúpidos e não buscam ao Senhor; por isso não prosperam, e todos os seus rebanhos se acham dispersos. Jeremias 10:21. O "pastor” que não se orienta pela Palavra de Deus pode manter o domínio sobre o rebanho por algum tempo mas aos poucos o rebanho vai se dispersando.
Segunda característica do "pastor" infiel: Ele apascenta a si mesmo: "Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza, e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não apascentarão os pastores as ovelhas? Comeis a gordura, vestis-vos de lã e degolais o cevado; mas não apascentais as ovelhas. "Ezequiel 34:2-3. O "pastor" infiel sempre está interessado em defender os seus direitos - seu salário, seu dia de descanso, sua privacidade, sua família. Gasta a maior parte do tempo cuidando de seus próprios interesses.
Terceira característica do "pastor" infiel: Ele não apascenta as ovelhas: " A fraca não fortalecestes, a doente não curastes, a quebrada não li gastes, a desgarrada não tomastes a trazer e a perdida não buscastes... Ezequiel 34:4. O "pastor" infiel faz poucas visitas aos membros, deixa os fracos na sua fraqueza, deixa os “feridos espirituais" sem cuidar da sua recuperação e não vai atrás dos que estão se afastando. Mesmo quando procurado, sempre acha alguma desculpa para não atender aos que necessitam de cuidado espiritual. Ele não quer ser perturbado em seu descanso. Mas faz questão de um bom salário. Quando faz visitas. costuma visitar não os que necessitam, mas os que o apoiam na sua posição.
Quarta característica do "pastor" infiel: Ele exerce domínio sobre o rebanho: "Mas dominais sobre elas com rigor e dureza" Ezequiel 34:4b. O "pastor” infiel age como se fosse dono da igreja e considera a obrigação de todos os demais como sendo a mera obediência às suas ordens. Ele desobedece frontalmente a ordem de Deus: "Não como dominadores sobre o rebanho...". I.Pedro 5:3.
Quinta característica do "pastor" infiel: Ele quer ter a primazia: "Escrevi alguma cousa à Igreja; mas Diótrefes, que gosta de exercer a primazia entre eles, não nos dá acolhida." III.João 9. O "pastor" infiel, não quer ser um servo da Igreja (II Coríntios 4:5), mas quer ser um chefe na igreja. Não aceita ser um co--presbítero com os outros (I Pedro 5:1) mas quer ser um chefe-presbítero. Ele é obstinado pelo poder. E por isso não costuma ler cartas quando outros escrevem para ajudar (III. João 9) para não perder o seu domínio sobre a igreja.
Sexta característica do "pastor" infiel: Ele não dá acolhida na igreja a pessoas que não apoiam a sua ditadura: "Não nos dá acolhida" III. João 9b. Ele faz de tudo para evitar qualquer contato de membros com pessoas de fora que poderiam ajudar a igreja a retornar aos princípios bíblicos.
Sétima caraterística do "pastor" infiel: Ele difama e faz calúnias contra pessoas que tentam ajudar a igreja: ". . . proferindo contra nós palavras maliciosas" III João 10b
Ele não pode provar com a Bíblia que está certo, então procura desacreditar outros obreiros que poderiam ajudar, levantando calúnias contra eles.
Oitava característica do "pastor" infiel: Proíbe a igreja de manter contato com pessoas que não apoiam a sua posição anti-bíblica. "E não satisfeito com estas causas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los... "III. João 10b Ele faz de tudo para isolar qualquer pessoa que poderia ameaçar o seu domínio.
Nona característica: Expulsa os insubmissos à sua ditadura da igreja: "E os expulsa da igreja". III. João 10c. O "pastor" infiel não tem a mínima preocupação com a manutenção de membros da igreja que poderiam ameaçar a sua autoridade. Não faz nenhum trabalho espiritual de recuperação, não segue os princípios de Mateus 18,15-17 -simplesmente se quer ver livre dos que não apoiam a sua posição autoritária - e os expulsa sumariamente.
4. Consequências para a igreja que tolera um pastor infiel:
Os membros se espalham: "Assim se espalham, por não haver pastor, e se tomaram pasto para todas as feras do campo. As minhas ovelhas andam desgarradas por todos os montes, e por todo o elevado outeiro; as minhas ovelhas andam espalhadas por toda a terra, sem haver quem as procure, ou quem as busque". Ezequiel 34:5-6
Numa igreja onde Cristo, o cabeça, é suibstituido por um “pastor” ditador, fatalmente o rebanho se espalhará.
5. Conseqüências para os “pastores” infiéis.
Deus vai dar termo ao seu pastoreio: "Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu estou contra os pastores, e deles demandarei as minhas ovelhas; porei termo ao seu pastoreio, e não se apascentarão mais a si mesmos; livrarei as minhas ovelhas da sua boca, para que já não lhes sirvam de pasto. Ezequiel 34:10. Um pastor ditador pode se manter por algum tempo no trono, porém o dia vem quando Deus mesmo o afastara do seu ministério.
Convém lembrar mais uma vez que toda a liderança da igreja é responsável perante Deus quando permite que se crie uma situação destas. A toda a liderança é atribuída o cuidado pelo rebanho (Atos 20:17 a 28) e cada um dará contas a Deus pelas pessoas que foram espalhadas.
Aos membros e igrejas cujos guias realmente velam pelas vossas almas queremos deixar o texto de Hebreus 13:17 "Obedecei aos vossos guias (plural) e sede submissos para com eles: pois velam por vossas almas como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não vos aproveita a vós outros”.
Aos obreiros recomendamos que examinem o seu ministério e se tem procedido de tal forma que. por sua causa, os membros se espalharam, que tenham a humildade de confessar o seu pecado e procurar reintegrar os que foram dispersos. Pois, conforme lemos em Hebreus 13.17 “nós obreiros, daremos contas a Deus pelas almas dos que nos foram confiados”.
Peter Unruh
Visite, conheça e acompanhe o Buzz da Cultura Evangélica e Coloque-o no seus Favoritos - Esperamos você Siga-nos no Twitter Visite: Mensagens Bíblicas do Livro de Apocalipse, Notíciário Gospel, Bíblias Eletrônicas Free, Estudos Bíblicos
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
O Tribunal de Cristo
Uma visão do Tribunal de Cristo
Após o encontro de inexcedível alegria (nos ares), de Cristo com os salvos, haverá a instalação do Tribunal de Cristo. Não se trata do Julgamento do Grande Trono Branco, citado em Apocalipse 20. Os que vão sofrer este julgamento são os incrédulos falecidos, do primeiro ao último pecador impenitente. Este julgamento vai acontecer no final do Milênio: “Porque está escrito: Como eu vivo, diz o Senhor, que todo o joelho se dobrará a mim, E toda a língua confessará a Deus. De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus”. (Romanos 14:11-12).
No Tribunal de Cristo a questão da salvação eterna não será questionada, visto já ter sido resolvida na cruz do Calvário, para todos os crentes em Jesus Cristo. Hebreus 10:14-17 diz: “Porque com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados. E também o Espírito Santo no-lo testifica, porque depois de haver dito: Esta é a aliança que farei com eles Depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, E as escreverei em seus entendimentos; acrescenta: e jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades”.
Quanta paz e alegria nos dão estas palavras! Porém, alguns vão indagar: “Eu creio nisto, mas o que dizer dos pecados cometidos depois que me converti ao Senhor Jesus Cristo? Eles vão aparecer no Tribunal de Cristo, mesmo que Ele já os tenha perdoado?”
Respondo: Todos os pecados da igreja estavam no futuro, quando Cristo morreu por eles - os pecados passados, presentes e futuros. O Seu sangue precioso foi suficiente para cobrir todos os pecados do mundo, de modo que o perdão completo e perfeito foi concedido, sem reserva alguma, a todos nós que cremos, e a todo pecador que confessar os seus pecados, conforme a 1 João 1:9,7: Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça... O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado”.
No Tribunal de Cristo nenhum pecado será exposto, pois todos já foram atirados ao mar do esquecimento divino. Mas, se os pecados foram cometidos contra o próximo, precisamos procurar a pessoa ofendida e pedir perdão em o Nome de Jesus. Se não forem esclarecidos agora, nosso castigo será uma perda de galardão, mas sem condenação alguma de nossas almas. [Nota: Meu galardão vai ser ZERO!]
Somente nesta vida o Pai vai nos disciplinar por causa dos nossos pecados e Ele tem muitas maneiras de fazê-lo: “Quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo” (1 Coríntios 11:32).
No final da existência da igreja, quando formos arrebatados, ninguém será julgado para condenação, pois teremos um corpo glorificado e, portanto, estaremos completos em Cristo. Não é o que eu sou nem o que posso fazer, mas o que Ele é e o que Ele fez. Isto é o que vai me salvar da ira vindoura. Que maravilhosa salvação e como é indescritível a graça de Deus em nosso favor!
Nesse caso, qual é o objetivo do Tribunal de Cristo? Somos despenseiros da multiforme graça de Deus (1 Pedro 4:10) e se nos foram concedidos os depósito desta maravilhosa graça, devemos usá-los exclusivamente para a Sua glória, visando o bem do próximo e o progresso de Sua obra aqui na Terra. A grande comissão que Ele nos deu foi a de pregar o evangelho a toda criatura. Devemos usar para isso nossos talentos e habilidades, nosso dinheiro e tudo que possamos ter, pois tudo Ele nos deu visando a Sua glória. Nada é nosso e somos apenas Seus mordomos.
“Toda a minha vida, Senhor, a Ti consagro.
Eis meus talentos e usa-os, conforme Te aprouver.
Toma a minha prata e o meu ouro; / que eu não guarde coisa alguma.
Todo o meu amor, Senhor meu, / eu coloco aos Teus pés.
Toma a mim mesma, / para que eu seja apenas tua serva”.
Somente enquanto vivermos na Terra, poderemos ajuntar tesouros no Céu, os quais nos garantirão uma posição de honra e confiança, na glória vindoura. Perder os galardões celestiais, por avareza ou negligência de conduta, vivendo para nós mesmos, em vez de vivermos para Deus, será uma perda imensurável, que jamais poderá ser reparada e somente será compreendida, quando estivermos com Ele. Valerá a pena deixar de ouvir esta frase? “Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mateus 25:21).
Todos os redimidos compartilharão igualmente do amor do Pai e dos gloriosos privilégios do lindo lar celestial; porém os galardões e os lugares de honra serão destinados somente àqueles que os mereceram, na mesma proporção de sua fidelidade na execução da obra. Conforme a 1 Coríntios 3:10-15, as obras dos crentes passarão por este critério:
“Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele. Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, a obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo”.
Pregadores e mestres
A obrigação precípua de um pregador cristão é pregar a sã doutrina, obedecendo estritamente a Palavra de Deus, a qual é clara e perfeita: “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra” (2 Timóteo 3:16-17).
Assim como o construtor de uma casa segue literalmente a planta do arquiteto, também o pregador deve seguir a Palavra de Deus em sua função de evangelista, jamais se desviado da mesma, a fim de que não venha a construir um edifício defeituoso, o qual poderá desabar sobre a sua própria cabeça. É disto que o Tribunal de Cristo vai tratar, avaliando, principalmente, a obra de cada mestre, pois “Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo” (Tiago 3:1).
À medida em que se aproximam os tempos do fim, a admoestação de Paulo, na 2 Timóteo 2:15 se torna mais oportuna:
“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”.
Em Judas 3 está escrito: “Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos”.
O Senhor já sabia da situação do mundo, nos últimos tempos, tendo indagado, conforme registrado em Lucas 18:8-b: “Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?”
Será enorme a recompensa de quem fizer a obra segundo o padrão divino, a fim de merecer galardões de ouro, prata... ou de madeira ou feno, neste último caso, se fizer a obra visando recompensas materiais aqui na Terra.
Cada um tenha cuidado sobre como está vivendo, deixando de atender ao conselho que o Senhor nos deu, em Mateus 6:33: “Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”. As coisas só devem nos interessar, quando comparadas à luz da Bíblia, conforme o conselho de Paulo: “tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens, sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis. Mas quem fizer agravo receberá o agravo que fizer; pois não há acepção de pessoas” (Colossenses 3:23-25).
Devemos colocar o melhor de nós em tudo que fizermos, quer seja uma obra pequena ou grande, pois ao Senhor importa a qualidade, não a quantidade. “Portanto, nada julgueis antes de tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas, e manifestará os desígnios dos corações; e então cada um receberá de Deus o louvor”. (1 Coríntios 4:5).
Seremos julgados pelo nosso testemunho, pelas nossas obras na vida familiar e social, na pregação do evangelho, pois o nosso serviço aqui na Terra será aprovado ou condenado, conforme o padrão divino. Nossos erros serão corrigidos; os julgamentos errôneos serão revertidos; as incompreensões serão esclarecidas, as tentativas egoístas de imputar falsidade ou o mal, onde estes não existam, serão denunciadas. Os meios, palavras e intenções serão todos expostos à verdadeira luz, revelando o caráter de cada despenseiro da Palavra.
Logo que todas as coisas estiverem resolvidas, cada crente vai receber o que merece. Muitas lágrimas vão deslizar nas faces de alguns, antes que a glória eterna lhes seja propiciada. Depois disso, nenhuma nuvem vai surgir em nosso firmamento e nenhuma questão pendente será levantada, para minar a alegria dos salvos. Este será um dia feliz, com o sol da justiça brilhando no horizonte, sem sombra alguma que venha perturbar nossa felicidade.
Demos graças ao Pai porque Ele nos permitiu chegar ao do Tribunal de Cristo.
Mary Schultze, 04/11/2010 - www.maryschultze.com
Trabalho embasado no texto “The Lord is Coming”, de Franklin Ferguson.
Visite, conheça e acompanhe o Buzz da Cultura Evangélica e Coloque-o no seus Favoritos - Esperamos você Siga-nos no Twitter Visite: Mensagens Bíblicas do Livro de Apocalipse, Notíciário Gospel, Bíblias Eletrônicas Free, Estudos Bíblicos
Assinar:
Postagens (Atom)
