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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Emagrecer biblicamente?

Dieta da Bíblia promete perder 5 kg em 11 dias

A dieta, que promete a perda de 5 kg por mês, exige sacrifício. São apenas 600 calorias por dia, três vezes menos que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde. A invenção é do médico judeu Edson Ramuth, que fundamentou a sua fórmula de emagrecimento no Velho Testamento.

Era só mais um passeio pelo shopping e uma olhadela nas vitrines repletas de modelos tamanhos P e M, que há anos não serviam nela. Até que a professora Simone Herdelha, 36, avistou uma placa que prometia “mudar o corpo em cinco semanas”. Ficou desconfiada. Já que estava ali mesmo, resolveu arriscar. Conheceu a dieta da Bíblia.

A invenção é do médico judeu Edson Ramuth, que fundamentou a sua fórmula de emagrecimento no Velho Testamento, texto sagrado para os judeus ortodoxos, que seguem as recomendações nutricionais bíblicas. “Estudei a composição dos alimentos, analisei vitaminas, sais minerais, proteínas e calorias de cada um em relação às necessidades do corpo e criei o meu cardápio”, afirma o cirurgião plástico e esteticista.

A dieta, que promete a perda de 5 kg por mês, exige sacrifício. São apenas 600 calorias por dia, três vezes menos do que o consumo recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Por isso, o regime também é curto: no máximo 11 dias por mês, sendo que no sexto, o sábado, dia sagrado para os judeus, a dieta recomenda apenas a ingestão de água.

Simone repetiu a série por quatro vezes e eliminou 14 kg. “E não foi milagre.É bem complicado”, afirma ela, que é católica não-praticante. Para o ponteiro da balança bater nos 68 kg, a lista de proibições, baseada no “cardápio bíblico”, foi bem grande.

Mais magra, a professora recebeu a notícia da chegada do primeiro filho. “Gestação acima do peso é muito arriscada. Ainda bem que, mesmo sem planejar um bebê, perdi uns bons quilos antes”, conta Simone, grávida de quatro meses. Ela pretende voltar à dieta da Bíblia em julho do ano que vem. A meta é chegar aos 62 kg e, depois, conseguir manter a silhueta. “Como quando eu era novinha.”

Efeito sanfona

Segurar os ponteiros da balança é exatamente a dificuldade do coordenador de vendas Odair de Brito, 37. Ele começou a dieta da Bíblia há cinco meses e luta religiosamente contra o efeito sanfona. No primeiro mês, perdeu 6 kg. No segundo, três. No terceiro, apenas um. Resolveu dar uma pausa de dois meses no regime, e, aí, “a coisa degringolou”. “Recuperei, rapidinho, 5 kg dos 10 kg que havia emagrecido”, lembra.

Arrependido, o cristão Odair, que freqüenta há dois anos uma igreja protestante, terminou na última quarta-feira mais uma nova maratona da dieta bíblica. Perdeu 5 kg. Precisa eliminar mais cinco para chegar aos 78 kg, o seu peso ideal. Mas isso é assunto para depois das festas de fim de ano. Até lá, ele já se dará por satisfeito se conseguir não engordar.

O problema, como em qualquer outra dieta, é não cair em tentação. “Tem que ter força de vontade e contar com a compreensão da família”, diz ele, que pediu para a mulher, Luciane, não saborear os “pratos proibidos” na sua frente. “Daí não dá para resistir, não é?”

Quem pretende seguir os mandamentos do dr. Edson precisa ficar atento. A nutricionista Paula Crook alerta que sacrifícios como esses não são uma forma saudável de enfrentar o “pecado da gula”. Isso porque, em dietas restritivas, a pessoa perde massa muscular, metabolicamente ativa. Quando pára o regime, está com o metabolismo mais lento e volta a engordar. “Pior, pode ganhar ainda mais peso do que tinha antes.”

Para a nutricionista, a melhor dieta é a velha conhecida reeducação alimentar. “Um processo lento, mas com resultados duradouros”, afirma.

Como se vê, para emagrecer com saúde, o que funciona, ainda, são outros princípios bíblicos, nada milagrosos, como a paciência e a perseverança.

É proibido comer

- Mais de 600 calorias por dia

- Carne de porco e de outros bichos que não ruminam, conforme os preceitos que embasam a dieta kasher

- Carne crua ou malpassada

- Leite e derivados (queijo, coalhada, creme de leite) na mesma refeição com carne, como filé à parmigiana e estrogonofe, a exemplo dos judeus ortodoxos

- Frutos do mar e peixes sem escamas, como cação e pintado

(Fonte: Abril/Ceuboy News)

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Bíblia versus Ciência

O que é mito e o que é histórico na controvérsia ´Bíblia x Ciência´

A BÍBLIA AFIRMA QUE ´A TERRA É O CENTRO DO UNIVERSO´? VEJA A DEMITIZAÇÃO DESTE ENGODO HISTÓRICO E REVELAÇÕES IRREFUTÁVEIS DE QUE A BÍBLIA, APESAR DE NÃO SER UM LIVRO ´CIENTÍFICO´, SEMPRE ESTEVE À FRENTE DO SEU TEMPO!
Por Ezequiel Netto
Adaptado por Artur Eduardo


"A incredulidade de Tomé" (1601-1602), de Caravaggio.

A Bíblia é um livro bastante rejeitado no meio acadêmico. Um dos motivos para isso é que muitas afirmações que se atribuem a ela não estão em suas páginas. Como exemplo, e apesar de não encontrar base em um só versículo bíblico, muitos atribuem à Bíblia a origem da teoria de que o Sol e os outros astros giram ao redor da Terra. Talvez, esse equívoco venha do apoio que a teoria recebia da igreja institucional na Idade Média. Muitas pessoas criticam a Bíblia por conter declarações ultrapassadas e contrárias às teses defendidas pelos cientistas. O fato é que elas nunca leram ou conhecem muito pouco acerca da Palavra de Deus.

(...)

A Influência da Igreja
Havia outra forte razão, entretanto, para não só a igreja medieval, mas todo o sistema feudal da época apoiarem essa visão geocêntrica (a Terra como centro do universo). Com base nela, encontrava-se argumento para dizer que a humanidade ocupava uma posição de primazia em relação a todo o mundo criado, de modo que até o próprio Deus agia em função dessa centralidade humana. Ora, se o homem era o centro do universo, o que se diria dos reis, clérigos e senhores feudais que tinham proeminência e sentiam-se superiores à população em geral? Portanto, qualquer um que questionasse a estrutura geocêntrica estaria lançando dúvidas sobre o esquema hierárquico medieval. E não foram poucos os que morreram por essa causa.

Modelo geocêntrico de 1660.

Se não foi da Bíblia, de onde, então, a igreja e o mundo em geral tiraram a fé em crenças como essa? Um pequeno exame histórico revela que tais teorias fundamentavam-se nas idéias dos próprios cientistas e filósofos respeitados na época como Aristóteles (384-322 a.C.) e Cláudio Ptolomeu (83 – 161 d.C). Por causa da forte ascendência que o paganismo exercia sobre eles, seus pensamentos eram muito influenciados pela mitologia grega. Apesar disso, por influência de Tomás de Aquino, a igreja aceitava suas conclusões como verdadeiras.

Tomás ficou famoso por conferir uma aparência cristã às obras de Aristóteles, à semelhança do que fez Agostinho com Platão. Ele transformou o pensamento desse sábio num padrão aceitável para a Igreja Católica. Apesar de Aristóteles não ter conhecido a revelação cristã, e de sua obra ser original, autônoma e independente de dogmas, segundo argumentava Tomás, as idéias dele estavam em harmonia com o saber contido na Bíblia. Como o pensamento de Aristóteles estava sendo aplicado à teologia, opor-se a ele era o mesmo que negar as Sagradas Escrituras.

Representação do Almagesto, de Ptolomeu (séc. II d.C.). A obra não é um compêndio de ´erros´, como muitos pensam. Composta de 13 volumes, é o maior catálogo de estrelas documentadas, na Antiguidade. Foi usado até o fim da Idade Média.

Quanto a Cláudio Ptolomeu, sua obra mais conhecida é o Almagesto – um tratado de astronomia –, no qual ele expõe o sistema geocêntrico, com a Terra no centro do universo e, girando em torno dela, a Lua, o Sol, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno e as estrelas. Conforme ensinavam Platão e Aristóteles, todos esses astros descreveriam círculos perfeitos em suas órbitas. Na realidade, Ptolomeu nem era um observador astronômico, mas um escritor que organizava suas idéias a partir de documentos antigos de mitologia grega, romana e egípcia, além de obras de Hiparco (um astrônomo e matemático grego do 2º século a.C.). Seu compêndio de astronomia, elaborado no século 2 d.C., foi adotado pela igreja e aceito durante 14 séculos até ser desmentido pelas teorias de Copérnico e Galileu.

Os teólogos medievais rejeitavam qualquer teoria que não colocasse a Terra em lugar privilegiado. Como mostra a história, a igreja não só defendeu esse modelo como se fosse apoiado pelas Escrituras, mas perseguiu cientistas que pensavam de forma diferente – como Nicolau Copérnico (1473-1543) e Galileu Galilei (1564-1642), que começaram a provar que a Terra não estava no centro.

Galileu ante o tribunal da Inquisição, retratado por Cristiano Banti.

É claro que a visão bíblica também enfatiza a importância da Terra e do homem dentro do universo. Não cremos, como a maioria dos cientistas, que o homem é apenas um animal racional, mais evoluído do que os demais. Ele foi criado de maneira distinta de todas as outras criaturas pelo sopro do Criador, tornando-se alma vivente à imagem e semelhança de Deus (munido de inteligência, emoções e vontade própria), com um propósito divino. E não seria errado dizer que todas as galáxias, estrelas, planetas e demais astros foram criados para que o propósito de Deus na Terra fosse revelado e praticado – mas isso foge ao âmbito deste artigo.

Talvez seja difícil explorar todos os motivos que impediram a igreja medieval de aceitar as descobertas científicas e corrigir SUA teoria equivocada. Penso, entretanto, que o mesmo "gigante" espiritual que leva líderes religiosos a resistirem a inovações e restaurações de verdades espirituais atua nessa área também, fazendo com que eles sintam medo de ter suas posições ameaçadas ou de enfrentar alguém que saiba mais, que coloque em xeque teorias, erros ou superstições. As pessoas amam mais o cargo que ocupam do que a verdade. É complicado reconhecer o equívoco e mudar de posição. Com relação a essa dificuldade, os cientistas assemelham-se muito aos religiosos.

Diante disso, não é difícil perguntarmos: Quantos outros conceitos, relacionados tanto à natureza da vida e do universo quanto à filosofia e a demais campos de conhecimento, são considerados bíblicos apenas em virtude da tradição religiosa? Por quais motivos mantemos determinados conceitos e tradições quando não possuem verdadeira base nas Escrituras? Quantas pessoas rejeitam a Bíblia e o conhecimento de Deus pelo fato de nós os representarmos tão mal?

A Bíblia Traz Respaldo para a Verdadeira Ciência
A Bíblia não foi escrita para ensinar ciências. Contudo, com relação a todas as leis naturais, ela é cientificamente correta no que afirma. Embora existam discrepâncias entre algumas afirmações bíblicas e as de cientistas, elas ocorrem somente no campo das hipóteses e teorias que ainda não puderam ser comprovadas (como na questão da origem da vida e do universo).

Ilustração de "A Cidade de Deus", de Agostinho (354-430 d.C.). Obra singular do início da Idade Média, que, à propósito da filosofia ou teologia da História, trata dos mais variados e complexos assuntos que sempre apaixonaram e torturaram o espírito humano: da origem e substancialidade do bem e do mal, do pecado, das culpa e da morte, do direito, da lei e das penas, do tempo e do espaço, da contingência e da necessidade, da Providência, da ação humana e do destino no desenvolvimento da História: do ser, do conhecer e do agir do homem, de Deus, da natureza e do espírito, da temporalidade, do eterno, da perenidade e dos ciclos cósmicos, da profecia e do mistério como argumento apologético, da pessoa, da cidade e da comunidade humana

Christopher Walker (estudioso das Escrituras e membro do conselho editorial da Revista Impacto) lembra “que os autores da Bíblia eram pessoas limitadas pelo conhecimento da época, mas, muitas vezes, eram inspirados a fazer declarações que nem eles entendiam. Assim como Daniel não compreendeu as implicações históricas do que lhe havia sido revelado, o mesmo pode ser dito sobre afirmações de outros autores (como Isaias e Jó) que tinham implicações científicas.

É importante lembrar que o propósito das Escrituras não é fazer um registro histórico ou científico de forma abrangente (pois temos relatos de 4 mil anos da história da humanidade em suas páginas), mas somente daquilo que é importante do ponto de vista do plano de Deus para a salvação e redenção do ser humano. Mesmo assim, encontramos afirmações bíblicas coerentes com fatos científicos ainda não descobertos na época em que foram registradas. Podemos dizer que Deus protegeu os autores, sobrenaturalmente, de fazerem declarações que a ciência um dia desmascararia”.

Touro alado assírio (sec. XVIII ou XVII a.C.), descoberto em escavações no século XIX d.C.

Em vez de a Bíblia tornar-se um livro ultrapassado com o avanço da ciência, tem ocorrido exatamente o contrário: muitas das leis e descobertas científicas do mundo moderno foram citadas nela antes mesmo de serem compreendidas pelos pesquisadores, ficando encobertas para os leitores da época. Só depois é que tais afirmações ou implicações puderam ser compreendidas à luz do novo conhecimento. Tal fenômeno recebe o nome de antecipação bíblica, ou seja, uma afirmação implícita ou explícita na Bíblia de um princípio ou lei científica muito antes de ser descoberto na história.

Embora as Escrituras não possam ser usadas como “prova científica” da existência de Deus ou da origem das coisas (e nem os cientistas ateus podem provar que Deus não existe), o cristão não precisa abaixar a cabeça e aceitar críticas infundadas sobre supostos erros que nem se encontram na Bíblia ou que estão em conflito com teorias científicas sem comprovação. Temos amplas evidências da inspiração divina do livro sagrado, inclusive na área das ciências, por meio das antecipações bíblicas (veja exemplos no quadro nesta página).

Antecipações Bíblicas

1. Lei da Biogênese: “Vida Gera Vida”

Existem duas teorias básicas para explicar a origem da vida no planeta – a geração espontânea e a biogênese. A teoria da geração espontânea (ou abiogênese) diz que os seres vivos foram gerados espontaneamente a partir da matéria bruta (larvas surgiam de um cadáver em decomposição, e répteis surgiam a partir do lodo dos rios; havia até uma receita para gerar ratos a partir de roupa suja e grãos de trigo). Aristóteles foi o maior divulgador dessa teoria, que prevaleceu até o século 17, quando foi contestada por muitos pesquisadores que apresentaram argumentos favoráveis a outra teoria, a da biogênese. Esta dizia que todos os seres vivos só podem originar-se de outros seres vivos preexistentes. Para explicar o surgimento do primeiro ser vivo, temos também duas hipóteses:

a) A vida surgiu por criação divina, ou...

b) A vida surgiu da evolução gradual de sistemas químicos (o que fere a segunda lei da termodinâmica, que mencionaremos a seguir).

O primeiro capítulo do livro de Gênesis, escrito há 3.500 anos, já fazia afirmações de acordo com a Lei da Biogênese (todos os seres vivos reproduziam-se “segundo a sua espécie”), o que só pôde ser confirmado cientificamente por volta de 1860, com os experimentos de Louis Pasteur. Hoje, porém, alguns cientistas ainda acreditam que a abiogênese ocorreu, para dar origem à vida, entre 3 e 4 milhões de anos atrás.

2. Leis da Termodinâmica:

Primeira Lei: Lei da conservação de energia. “A energia pode ser transformada (de uma forma para outra) ou transferida (de um lugar para outro), não podendo ser criada ou destruída.”

Segunda Lei: Lei do aumento da entropia (grandeza termodinâmica que mede o grau de desordem). “Embora a energia seja conservada na transformação, existe um constante aumento de energia não utilizável (perda, entropia) associado ao processo de dissipação de energia.”

Dessa forma, A TENDÊNCIA NATURAL DE TODOS OS SISTEMAS É DETERIORAR-SE, PARTIR DO COMPLEXO PARA O SIMPLES, DO ORGANIZADO PARA O DESORGANIZADO.

A Bíblia está completamente em sintonia com as leis da termodinâmica, pois mostra que o mundo criado caminha para desorganização e morte (Gênesis 3) – em outras palavras, o universo está envelhecendo, “o mundo está acabando!”.

Outros Exemplos de Antecipações Bíblicas

1) Lei da Conservação ("Na natureza, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma", de Lavoisier): “Sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe pode acrescentar, e nada lhe tirar” (Ec 3.14).

2) Movimentação das Correntes Atmosféricas (Ciência Atmosférica): “O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; volve-se e revolve-se, na sua carreira e retorna aos seus circuitos” (Ec 1.6).

3) Ciclo Hidrológico (Geologia): “Todos os rios correm para o mar e o mar não se enche; ao lugar para onde correm os rios, para lá tornam eles a correr” (Ec 1.7).

4) Existência, no universo, de luz que não procede de corpos celestes: Gn 1.3,14. A luz foi criada no primeiro dia, e o Sol e as estrelas, no quarto dia. Hoje, os cientistas têm fotos de telescópios e princípios de eletroluminescência e luminescência química para comprovar isso.

5) Concepção de que a Terra é redonda: “Ele é o que está assentado sobre a redondeza da terra” (Is 40.22).

6) Gravidade: “Ele faz pairar a terra sobre o nada” (Jó 26:7b), mostrando que a Terra mantém-se equilibrada no universo por forças gravitacionais, não tendo nenhum tipo de apoio como se acreditava antigamente, com base nos conceitos da mitologia.

7) Distribuição não uniforme de galáxias no universo: “Ele estende o norte sobre o vazio” (Jó 26:7a). Atualmente, já se descobriu a existência de uma grande concentração de galáxias ao norte da Via Láctea e um grande vazio ao sul.

Além dessas citações, os capítulos 38 e 39 do livro de Jó trazem afirmações importantes abrangendo Geologia, Oceanografia, Física, Termodinâmica, Astronomia, Psicologia, Zoologia, Ciência Atmosférica e Biologia. Muitas outras citações bíblicas foram posteriormente confirmadas pela arqueologia e paleontologia, mas não podemos incluí-las por falta de espaço. Como se pode perceber, à medida que a ciência avança, a Bíblia continua cada vez mais atual e moderna. Jó 40 e 41, Ez 29.3 e 32.2 trazem descrições de animais aquáticos de grande porte, do Behemoth e Leviathan (...) que são dinossauros compatíveis com os achados paleontológicos (conforme pode ser visto em suas descrições - grifo nosso).

Fontes
Rodrigo Silva, Eles criam em Deus, Casa Publicadora Brasileira

Adauto Lourenço, Como tudo começou, Editora Fiel.

Adauto Lourenço, Como tudo começou, apostila de seminário realizado de 19 a 21/05/06, em Campinas/SP.

http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_1400.html

http://pt.wikipedia.org

http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_2256.html

http://www.passeiweb.com/saiba_mais/biografias/t/tomas_de_aquino

http://www.euniverso.com.br/Filmes/O_Nome_da_rosa.htm

http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=filosofia&artigo=20050806235308&lang=bra

Fonte: Revista Impacto