Reunindo trabalhos bíblicos de edificação espiritual e evangelização produzidos por cristãos-evangélicos de diversas denominações. "Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo". - Efésios 4:12
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PESQUISE EM NOSSA BIBLIOTECA
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
VOCÊ FICARIA DE PÉ?
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Sedução: Um Preâmbulo à Perseguição
Os livros citados tratam dos assuntos focalizados nos anos 1980, através de vídeos como “Cult Explosion” e “The God Makers”. Os cristãos que leram os livros e assistiram a esses vídeos alertaram os autores sobre o fato de que suas igrejas evangélicas estavam adotando o mesmo tipo de ensino, influenciadas pelos mestres da Teologia da Fé, os quais estavam espalhando suas doutrinas sectárias, através de redes cristãs de rádio e TV. Um dos piores ensinos que eles estavam espalhando era o de que o homem é um pequeno Deus, crença típica do Mormonismo, que ensina: “Como o homem é, Deus já foi; e Como Deus é, o homem pode se tornar”. quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Cultura Evangélica: 2012: Alinhamento de Planetas & O Fim do Mundo?
sábado, 26 de dezembro de 2009
Internacional: Filosofia da Globalização, da Nova Ordem Mundial e da ONU
Campanha dos 12 “apóstolos” da Nova Ordem Mundial critica igrejas por exclusão de mulheres da liderança masculina
Carter: “não” para as igrejas cristãs que não ordenam mulheres, mas “sim” para os grupos muçulmanos que maltratam mulheres
“Ancião” ateu marxista repreende igrejas
Conferência Mundial da ONU sobre as Mulheres
NSSM 200: O que está por trás das “boas” intenções…
A Nova Ordem Mundial imposta pela ONU sob inspiração americana
“Ancião” Tutu: ordenação de mulheres e homossexuais
Controle populacional: seus efeitos
Controle populacional: suas raízes
Quem resistirá aos “Anciões”?
terça-feira, 25 de agosto de 2009
O PROJETO DE DEMOLIÇÃO DA BÍBLIA E A CONTEMPORANEIDADE
A charge ficaria melhor se, na placa, estivesse: "Teólogos liberais trabalhando". A ortodoxia teológica é uma grande bênção e o que impede muitos incautos de enverederam pelo obscuro caminho do liberalismo teológico. Porém, é como Ravi diz, ao fim do seu breve comentário: "... Todas as gerações tentarão fazer o mesmo, e procurarão enterrar as Escrituras, só para encontrar a Bíblia reemergindo com poder triunfante".Certa vez, tive o privilégio de estar em uma entrevista ao vivo, embora breve, na CNN. Preparei-me tendo cuidadosamente revisto a atual enxurrada de artigos da Time, U. S. News and World Report, e semelhantes, bem como diversos livros recentes que revelam as “últimas descobertas” de críticos sempre ardorosos para refazer Jesus à própria imagem deles. De modo bastante interessante, apesar de meu anfitrião não ter mencionado qualquer um deles por nome, suas questões revelavam o pensamento popular engendrado por estudiosos que parecem deleitar-se em desacreditar a Bíblia.
Uma das questões que ele levantou foi sobre a diferença entre o Cristo da fé e o Jesus da história. Implícita nessa questão está a afirmação segundo a qual o que a credulidade evangélica tem feito com a fé cristã não contém qualquer semelhança com o Jesus da história, o filho do carpinteiro de dois mil anos atrás. O tempo não me permitiu explicar que a própria questão produzia uma falsa dicotomia imposta sobre nós por alguns cujos preconceitos filosóficos ultrapassam suas habilidades acadêmicas. A razão, por si só, já dita que o Cristo da fé e o Cristo da história devem ser o mesmo, ou senão não haverá fé mas credulidade. O assunto real, portanto, não é como a questão apareceu, mas “onde podemos encontrar o Cristo da história?”. A literatura de algumas perspectivas é tão estranhamente inventada – a intenção parecendo meramente a de despir Jesus de Sua divindade – que os fins aos quais alguns deles chegam seriam engraçados, caso não fossem tão destrutivos.
Uma das idéias mais forçadas veio, na década de 1970, de John Allegro, um estudioso da Universidade de Manchester. Ele teorizou que Jesus era originalmente um zé-ninguém a favor de um cogumelo alucinógeno sagrado ao redor do qual a seita cristã surgiu. O estudioso neotestamentário conservador Edwin Yamauchi conta que Allegro certa vez disse o seguinte a um amigo que estava se tornando interessado no Evangelho: “Até o tempo em que eu tiver acabado com a Igreja, a Igreja não mais terá sobrado para se reunir”. Mas vejam só! Allegro seguiu o caminho de toda carne (seu último livro foi publicado postumamente), enquanto a Igreja ainda sobrevive.
Ironicamente, um dos maiores estudiosos do Novo Testamento, em todos os tempos, F. F. Bruce, também era da Universidade de Manchester. Suas obras divisoras de águas provêem uma brilhante defesa da autoridade e autenticidade dos documentos do Novo Testamento. Em seu livro The Canon of Scripture [O Cânon das Escrituras], Bruce nota que o cânon do Novo Testamento não é apenas um juízo de valor [i.e., uma opinião] mas uma declaração factual. Diz ele: “Indivíduos de comunidades podemconsiderar que ele [o NT] é muito restrito ou muito abrangente; porém, a opinião deles não afeta a identidade do cânon. O cânon não será diminuído ou minimizado por causa do que eles pensam ou dizem: ele é um dado literário, histórico e teológico”.
Anos após o livro de Allegro, incontáveis teorias têm semelhantemente cativado a atenção da mídia e alimentado as imaginações dos céticos. Algumas das mais recentes obsessões têm se baseado no Evangelho de Tomé e no Evangelho de Judas. Escritores têm pego esses pequenos achados e os respectivos pensamentos fortuitos destes e com eles têm atacado os Evangelhos bíblicos como uma construção de pessoas tentando fazer de Jesus o que Ele não era. Mas a metodologia que empregam é uma afronta à erudição respeitável. Uma da ironias desses argumentos é que as próprias suposições que trazem para testar a autenticidade de Mateus, Marcos, Lucas e João destruiriam totalmente a validade desses pretensos evangelhos muito antes de causar qualquer dano aos Evangelhos canônicos.
Em uma conversa com o estudioso neotestamentário e professor Donald Carson, relacionada a esse mesmo assunto, eu indaguei abertamente o que poderia estar por trás de tais gratuitamente destrutivos esforços de alguns. Carson respondeu: “Eles querem seu próprio cânon”.
Apesar de confabularem, levantar hipóteses, contra-argumentar os princípios da ortodoxia bíblica, não seria honesto afirmarmos que os dois opostos têm o mesmo "peso" de evidências. Em absoluto! Não há nada que apoie os evangelhos gnósticos (e quaisquer outras tradições heterodoxas à Bíblia), a não ser pelo afã de se ver destruídos os preceitos cristãos, apagando o resquício (se houver) do Cristianismo, do coração de nossa sociedade.
Essa sentença resume muito bem todo o debate. De fato, estamos vivendo em um tempo em que queremos nosso próprio cânon para tudo, da sexualidade ao direito de nascimento – por que não o nosso próprio cânon das Escrituras, também? Nesse sentido, cada um de nós, ao seu próprio modo, revive o episódio do Jardim do Éden, ao questionar o que Deus disse e ao exigir o direito de estabelecer por nós mesmos um cânon. Todas as gerações tentarão fazer o mesmo, e procurarão enterrar as Escrituras, só para encontrar a Bíblia reemergindo com poder triunfante. Isso porque ela tem como peça central Alguém que conhece o caminho para fora do sepulcro. Fonte: Apologia
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Uma resposta ao ateísmo
Pergunta: “O professor Richard Dawkins, de Oxford (Inglaterra), tem sido tão comentado ultimamente que resolvi ler seu livro, Deus, um Delírio.[1] Em um dos capítulos, ele contesta a precisão histórica dos quatro evangelhos, aponta muitas supostas contradições, diz até que os escritores dos evangelhos são desconhecidos e que “é quase certo que nunca conheceram Jesus pessoalmente”. No final, afirma que os evangelhos são uma ficção! Eu sou uma pessoa simples (Dawkins diria que sou “não-intelectual”) e não tenho nenhum problema em confiar em versos bíblicos como “Diz o insensato no seu coração: Não há Deus” e “Seja Deus verdadeiro, e mentiroso, todo homem”, mas me preocupo com muita gente que pode ter a fé abalada pelas mentiras de Dawkins. Essas pessoas precisam de comprovações para ajudá-las a ver a verdade. Será que vale a pena um cristão comum como eu, que tem apenas a Bíblia e um certificado de ensino médio, tentar se colocar contra esse ateu tão instruído?”.
Resposta: É claro que sim! Cristo afirmou: “Se vós permanecerdes na minha palavra [...] conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8.31-32). Sua confiança não está depositada na instrução ou inteligência que recebeu. Lembre-se de como Davi repreendeu o exército de Israel que estava tremendo diante de Golias, com medo de partir para o confronto direto: “Quem é, pois, esse incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo?” (1 Samuel 17.26b). Ele não foi se aproximando do gigante devagar, repleto de admiração ou medo; ele foi correndo, cheio de ousadia e confiança. Quando os filisteus zombaram dele, Davi gritou: “Tu vens contra mim com espada, e com lança, e com escudo; eu, porém, vou contra ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado. Hoje mesmo, o Senhor te entregará nas minhas mãos” (1 Samuel 17.45-46). Hoje em dia, estamos precisando dessa mesma confiança inabalável no Senhor!
Se você realmente conhece a Deus, conhece Sua Palavra e está andando com Ele, já tem tudo de que precisa para envergonhar Dawkins. Não se deixe intimidar por esse homem. Ele está blefando. Ele não é nenhum especialista na “precisão histórica” dos quatro evangelhos. Ele leu alguns críticos que partem do pressuposto de que a Bíblia não é o que afirma ser e então tentam provar isso.
Já foram escritos muitos livros que provam a historicidade da Bíblia e revelam claramente que as alegações de Dawkins contra a Palavra de Deus são mentiras. Eu mesmo já escrevi muito sobre as provas irrefutáveis da autenticidade da Bíblia. Mas vamos tentar aqui uma abordagem mais simples. Acompanhe meu raciocínio:
As alegações dos críticos que atacam a autoria da Bíblia são ridículas. Eles literalmente acusam a Bíblia de ser uma fraude intencional do princípio ao fim! Eles dizem, por exemplo, que Daniel não escreveu o livro que traz seu nome. Ele teria sido escrito séculos mais tarde, por um impostor. E que prova eles têm disso?
Eles estão convencidos de que milagres não acontecem, de modo que a história dos três hebreus andando no meio de uma fornalha ardente sem sequer chamuscar os cabelos não pode ser verdade. Daniel também não poderia ter sobrevivido numa cova de leões famintos; portanto essa história também é ficção. Essa é a “evidência” que os críticos apresentam. É claro que é justamente o que Dawkins está procurando, e ele a passa adiante como se tivesse comprovado pessoalmente tudo que os críticos disseram.
Já foram escritos muitos livros que provam a historicidade da Bíblia e revelam claramente que as alegações de Richard Dawkins contra a Palavra de Deus são mentiras. |
O Livro de Daniel contém profecias precisas a respeito de eventos que a história registra e que ocorreram quatro séculos depois da época de Daniel. Mas os críticos não acreditam em profecia inspirada por Deus. Portanto, o que o Livro de Daniel diz sobre Antíoco Epifânio, por exemplo, não poderia ter sido escrito por alguém chamado Daniel, que viveu nos dias de Nabucodonosor, que foi testemunha ocular e participante dos acontecimentos narrados no livro que traz seu nome, e que recebeu de Deus as profecias ali registradas. “Daniel” tem que ser um impostor desconhecido que viveu 400 anos depois. O Livro de Daniel precisa ser desacreditado, ou seus leitores começarão a acreditar em profecia bíblica e milagres – e, conseqüentemente, em Deus. A única coisa que interessa a Dawkins é desacreditar a Bíblia; ele não quer a verdade que desmascararia seu ateísmo como a tolice que obviamente é.
O mesmo acontece com tudo o que está escrito na Bíblia, dizem os ateus. O nível de irracionalidade dessa afirmação é inacreditável. Ela equivale a dizer, por exemplo, que não existe um só autor honesto entre os escritores bíblicos; todos eles mentiram! Tudo é uma enorme fraude, do Gênesis ao Apocalipse. Os discípulos devem ter sido personagens fictícios; Jesus provavelmente nunca existiu; Paulo inventou um evangelho diferente do que Jesus pregou... e os absurdos se sucedem.
Para que uma fraude dessas proporções fosse tão bem coordenada, século após século, alguém tinha que estar supervisionando a construção da farsa! Ele teria que ser eterno e ter, pelo menos, acesso intermitente à mente humana. Quem poderia ser esse personagem?
As mentiras intencionais e a falsidade que os ateus atribuem aos homens que afirmaram ter sido inspirados por Deus para escrever as Escrituras não têm a menor credibilidade. Por outro lado, o que os escritores bíblicos dizem soa genuíno. Pedro jura solenemente: “Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares [...]” (2 Pedro 1.16). João diz: “O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam [...] anunciamos também a vós outros [...]” (1 João 1.1-3). E jura solenemente: “Este é o discípulo que dá testemunho a respeito destas coisas e que as escreveu; e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro” (João 21.24). Os ateus insistem em dizer que isso foi escrito séculos mais tarde por um impostor fingindo ser João! Que motivo ele teria, e quem lhe pagou para fazer isso?
Lucas também testifica: “[...] muitos houve que empreenderam uma narração coordenada dos fatos que entre nós se realizaram, conforme nos transmitiram os que desde o princípio foram deles testemunhas oculares [...], igualmente a mim me pareceu bem, depois de acurada investigação de tudo desde sua origem, dar-te por escrito, excelentíssimo Teófilo, uma exposição em ordem, para que tenhas plena certeza das verdades em que foste instruído” (Lucas 1.1-4). Será que Lucas também está mentindo? É preciso mais fé para acreditar nessa ridícula teoria de conspiração do que para crer na verdade. Além disso, se todos esses homens mentiram e as profecias foram escritas depois dos fatos acontecidos, por que eles não escreveram as profecias de uma forma mais clara, como impostores certamente teriam feito? (Dave Hunt, The Berean Call - http://www.chamada.com.br)
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Frases infelizes: cuidado com a boca
"Não vos enganeis. De Deus não se zomba, pois tudo o que o homem semear,isto também ceifará", -Gálatas 6:7
Alguns anos depois de dar uma entrevista a uma revista americana, disse:
"O cristianismo vai se acabar, vai se encolher, desaparecer. Eu não preciso discutir sobre isso. Eu estou certo. Jesus era legal, mas suas disciplinas são muito simples. Hoje, nós somos mais populares que Jesus Cristo.(1966)".
Lennon, depois de ter dito que os Beatles estavam mais famosos que Jesus Cristo, recebeu cinco tiros de seu próprio fã.
Por ocasião da campanha presidencial, disse que se tivesse 500 votos do seu partido (PDS), nem Deus o tiraria da presidência da república. Os votos ele conseguiu mas o trono lhe foi tirado um dia antes da posse.
No ano de 1990, quando houve uma outra campanha presidencial, disseque aceitava até o apoio do demônio para se tornar presidente. A campanha, quando acabou, apontou Collor como presidente e não mostrou Brizola nem em segundo lugar.
Nem precisa falar em qual situação morreu…
MARILYN MONROE:
Foi visitada por Billy Graham durante a apresentação de um show.
Ele, um pregador do evangelho, na época havia sido mandado pelo Espírito Santo àquele lugar, para pregar a Marilyn. Porém ela, depois de ouvir a mensagem do Evangelho, disse: "Não preciso do seu Jesus." Uma semana depois foi encontrada morta em seu apartamento.
Ex-vocalista do conjunto AC/DC. Cantava no ano de 1979 uma música com a seguinte frase: "Don´t stop me, I´m going down all the way, wow the highway to hell" (Não me impeça... Vou seguir o caminho até o fim, na auto-estrada para o inferno). No dia 19 de fevereiro de 1980, Bon Scote foi encontrado morto, asfixiado pelo próprio vômito.
Algumas horas depois veio a noticia as familiares dos jovens: sofreram um acidente, morreram todos, o carro ficou irreconhecível,mas o porta malas ficou intacto. A policia técnica disse que pela violência do acidente seria impossível o porta-malas ficar intacto, quando o policial abriu o porta-malas, lá estava uma bandeja com 18 ovos sem nenhum arranhão, e todos nos lugares corretos da bandeja…
Não esqueça disso : Muitos morreram, mas somente um ressuscitou: Jesus!!!
Obs.: se fosse uma piadinha você enviaria para seus amigos todos
este texto, você também terá coragem para enviar essa mensagem?.......



