PESQUISE EM NOSSA BIBLIOTECA

Mostrando postagens com marcador Testemunhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Testemunhos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

E-Book grátis: "Da letra à Palavra"

Confira o testemunho de Abelardo Nogueira Junior, ex- frade franciscano, sobre sua conversão à Palavra de Deus.

Deus tem propósitos para a vida de cada um de nós. É impressionante como Deus agiu na vida do Júnior para conquistá-lo para Jesus, para salvá-lo. Só podemos entender como fruto do grande Amor de Deus.
Este segundo livro do Abelardo Nogueira Júnior relata de forma clara e objetiva o testemunho da transformação da vida de um ex-frei franciscano, perdido e sem Deus na religiosidade, em uma pessoa salva, transformada pelo Poder de Deus. Uma nova criatura.
Na leitura deste livro fica reafirmada a verdade de que religião nenhuma salva ninguém. Só Jesus salva o homem da condenação por seus pecados, liberta da opressão e do domínio do diabo e o conduz a uma nova vida de paz, de amor e de dedicação a Deus.


BAIXE GRATUITAMENTE O E-BOOK CLICANDO ABAIXO:
Da letra à palavra - Abelardo Nogueira Junior.doc
2951K   Exibir como HTML   Baixar  em .doc


Baixar em PDF - 227Kb 






.



quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O testemunho de Helen Berhane, por Fernanda Brum

O testemunho de Helen Berhane
Jovem foi presa num contêiner e torturada por falar de Jesus na Eritréia

A cantora Fernanda Brum conta o testemunho de Helen Berhane, uma cantora eritréia que ficou presa durante anos dentro de um contêiner num deserto por ter gravado um CD gospel. A jovem teve suas pernas quebradas várias vezes e recebeu a proposta de assinar um papel negando tudo o que dizia em suas canções em troca de sua liberdade. "Era só ela assinar o papel", disse Fernanda Brum. Mas não foi o que Helen fez.

Helen passou anos apanhando dentro do contêiner. E ao tomar conhecimento da situação da jovem, Fernanda Brum sentiu-se profundamente incomodada. "Eu já não dormia mais. Dia e noite eu dizia: a jovem está dentro deste contêiner, porque fez a vontade de Deus".

Fernanda Brum se diz incomodada quando um jovem pensa que seu ministério se resume a cantar. "Você acha que meu chamado é ser cantora evangélica? Se teu chamado é só esse, desista. Vá fazer música secular", advertiu. O apelo da cantora é para que sejamos desesperados por almas. "Você precisa respirar salvação. É pra fazer música? Que sejam feitas músicas para salvação. Teatro? Que seja teatro para salvação. É pra pregar a palavra? Então tenhamos desespero por salvação".

Ao ser indicada ao Troféu Talento, Fernanda Brum recebeu o prêmio de cantora do ano. "Deus falou comigo: você está achando que esse troféu é pra você? Esse troféu é da Helen. Você nunca ficou presa num contêiner. Pode mandar o troféu pra ela", contou. E a cantora enviou o troféu para a jovem.

Fernanda, desde que conheceu a situação de Helen, passou a viver, dia após dia, a agonia de saber que alguém sofria perseguição pelo simples fato de usar a arte a favor do evangelho. "Eu não tinha paz pra comer minha comida quente no meu prato, porque ela comia no chão. Eu não tinha paz pra usar meu banheiro de granito, porque ela não tinha banheiro. Eu não tinha paz".

Fernanda contou que, certo dia, estava em casa quando seu marido gritou do segundo andar: "Fernanda, soltaram a Helen!". "Eu subi as escadas correndo, não podia acreditar. O governo negava a existência dela, dos pastores e das outras 14 crianças, dizendo que se tratavam de fantasmas. Eles eram fantasmas para o inferno. Assustavam o inferno e, por isso, estavam ali", disse.

Certo dia, Fernanda Brum recebeu um telefonema da Missão Portas Abertas informando que o homem que fugiu com Helen do campo de concentração havia sido morto, decaptado, e sua cabeça colocada na porta da casa de seu pai. Ninguém dava notícias sobre Helen. Fernanda mandou e-mails para o mundo inteiro à procura de informações sobre a jovem, mas não teve nenhuma resposta. Dias depois, a cantora recebeu um e-mail com a foto de Helen segurando o Toféu Talento.

"A sua linguagem missiológica eficaz é a linguagem da unidade, a linguagem do desesperado por salvação, a linguagem de não ter sua vida por preciosa, mas o evangelho por precioso. A sua linguagem correta é a que Deus quiser usar na hora certa, no tempo certo. Não existe uma fórmula, um jargão, existe uma paixão avassaladora, desesperadora, que te consome de dentro pra fora, de forma pra dentro, e que te faz um semelhante a Cristo em todo tempo", concluiu Fernanda.

Sm 46:10  Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios;

FONTE: Redação Regional
serei exaltado sobre a terra.

domingo, 30 de agosto de 2009

Brian Head - Ex-Korn - Testemunho


Brian Head - Ex-Korn - Testemunho





Na minha cabeça eu pensava: vou aceitar a Cristo
Na frente de todo mundo agora
Depois vou pra casa usar drogas até não querer mais...


Esse foi o meu modo de pensar.
Então eu recebi Cristo na Igreja
Fui para casa, peguei a minha filha...
E a coloquei em frente à tv...
Lembro de ter pegado uma nota de 100 dólares
Por algum motivo eu sempre usava uma nota de 100 dólares...
Por orgulho ou outro...
Cortei a minha metanfetamina
Reduzi em pó fino e cherei uma linha grande
E eu segurei a nota e olhei para o alto e disse:
"Jesus, se você é real como o pastor disse
Então você tem que tirar essas drogas de mim
Entre na minha vida, entre no meu coração"
Me calei por um tempo e disse:
Procure por mim agora, procure pelo meu coração"
E eu me mantive em silêncio e disse:
"Você sabe que eu quero ser um bom pai para essa criança
Ela perdeu a mãe para as drogas...
E vai me perder também se eu não parar...Amém"


Lembranças passadas
Tem uma adrenalina quando você está no palco
Vendo toda aquela galera, meio que
Amando sua música...
E amando você e tal...
E as garotas e todo o resto gritando, me venerando...
Quando você vê toda essa gente enlouquecendo por você
É como... sabe, você se sente por dentro, você pensa:
"Sabe, eu sou importante"
É aí, quando as drogas entram, cocaína, meanfetamina...
Mas tudo começou após ficar bêbado com meus amigos
No começo parecia divertido
Mas é uma mentira porque depois ela se volta contra você
Começa a distorcersua personalidade, seus relacionamentos
E tudo é afetado de forma negativa...tudo


Caindo no precipício...
Houve poucas vezes em que a vida me parecia boa
Minha filha Jennea veio ao mundo e foi como...
Uma dose de euforia
Eu pensei que a minha vida poderia ser assim para sempre, sabe?
Era algo tão espiritual
Eu não sabia o que estava acontecendo
Eu só senti tanto amor
Todas as minhas emoções, eu achei que seria feliz
Mas eu não conseguia me manter sóbrio
Eu não sabia como
Cheguei no fundo do poço...
Eu jurei que nunca mais usaria metanfetaminas de novo
Porque eu vi o que aconteceu a com a mãe de minha filha
Destruiu os sentimentos dela e a fez abandonar a filha
Eu só queria vê-la morta, queria matá-la
Eua a via como uma pessoa ralé
E, sabe? Como ela pôde usar drogas daquela forma?
E deixar as drogas ganhar dela daquela forma?
Então eu nunca mais vou usar metanfetamina de novo
Eu acabei tendo uma vida submissa à metanfetamina
E tudo que eu havia dito sobre
A minha ex-mulher acabou se voltando contra mim...
Afundei no mais fundo poço que jamais pensei que afundaria
Eu passava um tempo com a minha filha
E continuava drogado porque eu precisava funcionar...
Eu acordava de manha e comia sandwich de geléia com creme de amendoim
E cheirava metanfetamina e depois a levava para a escola
Eu era um viciado, e comecei a perder a cabeça
Esse cara entrava na minha casa e tinha armas e tal
E quando fui para a Europa e tinha o meu traficante
Ela era louca, e me mandava drogas pelo correio
Eu esperava dentro do meu quarto de hotel
Acompanhando esse pacote vindo dos Estados Unidos
Era um absurdo! Minha vida estava completamente fora de controle


Despertamento
Jennea estava comigo em uma das turnês pelos Estados Unidos
Lembro-me de vê-la pulando pela casa
Cantando uma das músicas do Korn: A.D.I.D.A.S.
"Eu sonho com sexo o dia inteiro..."
Ai meu Deus! O que eu estou fazendo?
Sou um viciado
Minha filha está cantando que sonha com sexo o dia inteiro
E...eu vou morrer...
Pai


Conhecendo a Jesus
Meu corretor de imóveis, Erick, disse:
"Brian eu não quero agir estranho com você, eu espero que você não me leve a mal
Eu senti que uma Palavra veio a mim para você...
Eu nunca fiz isso antes então eu não sei como fazer isso
Mas senti que isso significaria algo para você"
Era Mateus 11:28
"Vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimidos,
E Eu vos aliviarei."
Lembro que na hora olhei o significado das palavras no dicionário
Larguei as escrituras e pensei:
"Eu estou cansado e oprimido e preciso de alívio para minha vida"
Eu não sabia se era real mas...
Eles me convidaram para ir à igreja algumas semanas depois
E eu aceitei a Cristo...


Impotência diante da prisão das drogas: Apêlo a Deus
Fui para casa, peguei minha filha, preparei a droga
"Jesus, você tem que tirar essas drogas de mim
Procure por mim agora, procure pelo meu coração"
Pai, eu senti tanto amor paterno do céu
E foi como se Ele falasse "Eu não te condeno
Eu te amo, Eu te amo" era puro amor, amor
E instantaneamente aquele amor de Deus entrou em mim
E foi tão poderoso que no dia seguinte joguei fora todas as minhas drogas
E... eu saí do Korn eu pensei "eu vou sair do Korn e cuidar da minha filha
Porque eu reccebi o amor de Deus
E saiu de mim para minha filha
E o meu coração mudou na hora
E eu falei "Jennea, papai vai ficar em casa com você o tempo todo
Eu vou desistir da minha carreira"
Ela se alegrou e disse "por mim?", sabe ela se sentiu tão especial
E Deus usou ela para me salvar
E para salvar a vida dela mais tarde
Meu sonho se realizou além do que eu sonhei!


Contabilizando o passado longe de Cristo
O vazio das conquistas terrenas e o valor da salvação
Eu ganhei mais dinheiro, toquei em shows enormes, casas, carros
Eu tentei drogas, tentei sexo, tentei tudo para obter prazer nessa vida
E eu pensei que poderia preencher a minha vida
Com tudo isso ao ter o meu sonho realizado
E quando se realizou a minha vida não foi preenchida


Na presença de Cristo: Uma “Nova Criação” de Deus
E quando Cristo entrou,
Ele te dá o dom de entender a vida
Onde tudo foi feito por Cristo e para Ele
E nós fomos criados para estar com Ele
E é o sentimento mais incrível pois você está aonde você pertence
E você recebe a satisfação da vida
Porque você não precisa procurar mais em lugar algum
E você está exatamente aonde precisa estar
E a pergunta referente à vida é respondida!
Eu sou Brian Head Welch e "Eu sou Segundo".




"O primeiro homem, sendo da terra, é terreno; o segundo homem é do céu." - 1º Coríntios 15:47
"Aquele que crer em Mim conforme diz as Escrituras, passou da morte para a Vida"
"As coisas velhas se passaram e tudo se fez novo."
"Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entra em juízo, mas já passou da morte para a vida." - Jo 5:24






.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Caçadores da Arca Perdida ou da Arca Ungida?

Quando eu pensava que já havíamos esgotado o “festival de besteiras que assola os arraiais evangélicos” eis que recebo este “tristemunho”.

Deus tenha misericórdia de nós!!!

Wanderley Almeida

Missionário e Capelão Evangélico

Projeto Boas Novas

Anunciando Jesus Até Que Ele Venha

CAÇADORES DA ARCA PERDIDA, OU SERÁ? “UNGIDA”.

SE VOCÊ QUER PAZ, NÃO BUSQUE MAIS O PRINCIPE DA PAZ , MAS BUSQUE A ARCA UNGIDA.

“As palavras do falso profeta e os ouvidos comichosos das pessoas estão em sincronia” Erwin W. Lutzer

Eu acabei de chegar da sede do Brás Depois do que vi e presenciei nesta noite neste “culto” se é que se pode chamar assim, não pretendo mais voltar ali tão cedo.

Foi demais para um pesquisador como eu que lido com modismos e sempre procuro estar atualizado nesta área ter que ver o que vi. Decidi ficar, depois que observei as roupas de um tal Pr. Arlindo Teodoro – presidente do campo de Vitoria-ES – de Madureira. O tal Arlindo ministraria com um ‘terno” branco e demais peças de roupas em branco com exceção do sapato e camisa, para destacar sua gravata branca – qualquer semelhança com Benny Hinn é apenas coincidência . Uma campanha em plena terça, onde os cristãos do campo e pastores deveriam estar aprendendo a Bíblia em um culto de ensino, mas afinal para que estudar a Bíblia não é mesmo?

O tal Arlindo que se intitulava amigo do pastor presidente Samuel Ferreira, trouxe a Palavra de Deus misturada com a “Confissão Positiva”, mas algumas frases me chamaram atenção:

A razão nos rouba a nossa fé”

quantas bênçãos nós perdemos devido a razão”

“Nós materializamos nossos problemas, e não devemos fazer isto”.

Sua mensagem da “Confissão Positiva” misturada com a ortodoxia me faz pensar de como a verdade mistura com o erro é mais mortal que o erro propriamente dito. Os crentes naquele templo glorificaram, levantaram as mãos, e fizeram todos os gestos de confirmação à mensagem que aquele lobo ministrava, comprovando mais uma vez que os evangélicos deste campo jamais serão íntegros Biblicamente novamente, pois todos os pequenos efeitos da verdade e da ortodoxia estão minguando de vez, neste setor.

Mas o pior estava para vir, depois de sua capciosa mensagem o senhor Arlindo, e o chamo assim pois não tenho condições de chamá-lo de pastor – pois afinal um pastor não faz aquilo – convida os assembleianos a comprar uma replica da arca do concerto em miniatura por apenas dois mil reais, e eram 10 arcas. Havia outras dez menores, por apenas R$ 1000,00, e ao redor de todo o púlpito do Brás estavam pequenas arcas, por apenas R$ 50,00. Ele conseguiu vender todas as dez arcas de R$ 2000,00 e todas as de R$ 1000,00, também. Mas qual foi a técnica de vender estas arcas, se afinal você pode conseguir iguais na Conde de Sarzedas por uns R$ 200,00?

O segredo estava em que o pilantra chamado Arlindo Teodoro disse. Ele afirmava através de testemunhos que aquelas arcas “ungidas” traziam bênçãos financeiras e uma imensa “paz” ao detentor que a comprasse. Então para garantir a venda das mesmas usou outro golpe para iludir os incautos. Apresentou em vídeo na igreja um pequeno filme em que crianças na África estavam sendo beneficiadas através de uma pequena casa onde abrigavam filhos órfãos de pais que morreram devido a AIDS. Então já viu, , o povão ficou sensibilizado com aquela obra de amor do senhor Arlindo e não restava nenhuma duvida sobre como aquele dinheiro estava sendo investido, tenho que admitir que foi muito convincente para a platéia, afinal é assim que os lobos arrancam a Lã das ovelhas.

Vendeu todas as arcas grandes no total de 20, mas ainda havia ficado as inúmeras pequenas arcas ao redor do púlpito, e o que fazer, afinal parecia que o povo estava em cima do muro, sobre aquele assunto, afinal quantos assembleianos tinham presenciado um culto das arcas ungidas na vida?

Mas como garantir que aqueles que levaram a arca iriam pagar os dois mil, não existiam comprovantes das pessoas que adquiriram tal arca ‘ungida” e nem era anotado seus endereços. O senhor Arlindo ficou tranqüilo pois afinal sua maldição estava para vir! Dizia o tal Arlindo que a pessoa que pegou a arca ungida não deveria em hipótese nenhuma deixar de pagá-la, pois da mesma forma que a arca foi abençoada por Deus, ela seria um instrumento de maldição para aquele que deixasse se sacar os dois mil reais pela tal arca. Ou seja, era um amuleto que traria muita paz mas que deixá-lo de pagar de tornaria um instrumento de maldição divina, é mole ou quer mais!!!!!

Então entrou em cena o tal do pastor Samuel e sem nenhuma humildade falou que era um homem bem sucedido e que há havia chegado aos 42 anos no topo da vida, como presidente do maior ministério do Brasil (sim, ele disse isto), tinha aviões, helicópteros, empresa, era um homem rico e para onde ir mais? Mas se gabou de receber um convite de estar juntamente com a família no ano que vem em um transatlântico luxuoso em um evento teológico e que aqueles que o convidaram lhe informaram que não precisaria gastar nenhum tostão, tudo pago pelo evento. E em um brado de alegria disse ao Arlindo e aos assembleanos, se Deus estava com ele ou não??!!!! E o povão se alegrou.

Então ele informou ao povo que estava comprando pelo menos três arcas de R$ 2000,00, uma para colocar no quarto, outra na empresa e outra não sei onde. E que ao possuir aquelas arcas queria muita paz, pois elas lhe proporcionariam esta paz tão desejada, pois afinal eram especiais, e ele afirmou: “Gente eu creio nisso, eu creio nestas coisas”. Não é preciso dizer que ao convidar os coitados dos assembleanos para comprarem suas pequenas arcas de R$ 50,00 reais, quase que toda a igreja foi a frente, fazendo com que o senhor Arlindo ficasse com os bolsos cheios e quem sabe “os africanos também”.

O senhor Arlindo antes de orar pelo enfermos naquela noite ainda teve a capacidade de “profetizar” ao Samuca que ele vai ser um pastor muito conhecido no mundo e que muitos deste planeta virão à sede do Brás para ver o que Deus está fazendo. E ainda na ousadia de suas “profetadas” informou aos inocentes daquela noite que havia um pastor que estava querendo comprar mais uma das “arca ungidas” e colocar em sua congregação para trazer paz entre o ministério e na sua igreja mas que estava sem coragem de fazê-lo. Mas que viesse a frente pois a paz reinaria ao comprar aquela peça miraculosa, onde aquele infeliz não resistiu e levou mais uma por apenas dois mil reais e assim mais um talismã ungido foi vendido, mas afinal era somente dois mil, uma pechincha, não é mesmo!

Confesso que depois de mais de quinze anos de jornadas nunca pensei em ver estas cenas em uma igreja histórica, fundada por homens sérios como o Pr Daniel Berg e Pr Gunnar Vingren. Certamente eles ficariam de cabelos em pé se pudessem ver o que se transformou uma das Assembléias de Deus no Brasil. Será que depois de tudo isto ainda poderei ficar em um ministério assim? Acredito que conhecedor do Deus da Bíblia e de seu evangelho, sinto que estarei cometendo pecado se continuar em uma igreja como esta, que se tornou uma Babilônia - morada de demônios. Será que hoje o ministério de Madureira do campo do Brás poderia falar contra as indulgências praticadas na Idade Media pela igreja católica romana?

Tive que sair antes de terminar aquele indigesto culto e ao sair pelas portas laterais orei de joelhos nas escadas daquele templo, pedindo a Deus que estas pessoas se convertam de seus maus caminhos e que o Senhor possa livrar este ministério das heresias que o arruinaram. Passou por mim uma pessoa que não sei quem foi pois não levantei a cabeça, para ver mas permanecendo de joelhos orei ao Senhor.

Preciso velar pela minha vida espiritual e por minha família, a palavra que o anjo disse a , ressoa em meus ouvidos:

“Escapa-te por tua própria vida”. Preciso orar mais sobre minha retirada deste setor, pois esta insuportável permanecer nesta babilônia. Não posso ser conivente com estas horrendas coisas. Oreis por mim meu amigo, para que o Senhor possa me ajudar a congregar em um lugar onde ainda se ouve a Palavra de Deus.

Um pastor que ama a verdade no campo do Brás

18.08.09

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Evangelização: folhetos e testemunhos

Alguma vez você já se perguntou qual o resultado da distribuição de folhetos? O relato abaixo, do pastor Dave Smethurst, de Londres, responde a essa pergunta:

"É uma história extraordinária a que eu vou contar. Tudo começou a alguns anos em uma Igreja Batista que se reúne no Palácio de Cristal ao Sul de Londres. Estávamos chegando ao final do culto dominical quando um homem se levantou em uma das últimas fileiras de bancos, ergueu sua mão e perguntou: "Pastor, desculpe-me, mas será que eu poderia dar um rápido testemunho?" Olhei para meu relógio e concordei, dizendo: "Você tem três minutos!" O homem logo começou com sua história: "Mudei-me para cá há pouco tempo. Eu vivia em Sydney, na Austrália. Há alguns meses estive lá visitando alguns parentes e fui passear na Rua George. Ela se estende do bairro comercial de Sydney até a área residencial chamada Rock. Um homem baixinho, de aparência um pouco estranha, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja, entregou-me um folheto e perguntou: `Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje à noite, o senhor irá para o céu?' – Fiquei perplexo com essas palavras, pois jamais alguém havia me perguntado uma coisa dessas. Agradeci polidamente pelo folheto, mas na viagem de volta para Londres eu me sentia bastante confuso com o episódio. Entrei em contato com um amigo que, graças a Deus, é cristão, e ele me conduziu a Cristo." Todos aplaudiram suas palavras e deram-lhe as boas-vindas, pois os batistas gostam de testemunhos desse tipo.

Uma semana depois, voei para Adelaide, no Sul da Austrália. Durante meus três dias de palestras em uma igreja batista local, uma mulher veio se aconselhar comigo. A primeira coisa que fiz foi perguntar sobre sua posição em relação a Jesus Cristo. Ela respondeu:

"Morei em Sydney por algum tempo, e há alguns meses voltei lá para visitar amigos. Estava na rua George fazendo compras quando um homenzinho de aparência curiosa, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja e veio em minha direção, ofereceu-me um folheto e disse: `Desculpe, mas a senhora já é salva? Se morrer hoje, vai para o céu?' – Essas palavras me deixaram inquieta. De volta a Adelaide, procurei por um pastor de uma igreja que ficava perto de minha casa. Depois de conversarmos, ele me conduziu a Cristo. Assim, posso lhe dizer que agora sou crente".

Eu estava ficando muito admirado. Duas vezes, no prazo de apenas duas semanas, e em lugares tão distantes, eu ouvira o mesmo testemunho. Viajei para mais uma série de palestras na Mount Pleasant Church em Perth, no Oeste da Austrália. Quando concluí meu trabalho na cidade, um ancião da igreja me convidou para almoçar. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele tinha se tornado cristão. Ele explicou:

"Aos quinze anos vim a esta igreja, mas não tinha um relacionamento real com Jesus. Eu simplesmente participava das atividades, como todo mundo. Devido à minha capacidade para negócios e meu sucesso financeiro, minha influência na igreja foi aumentando. Há três anos fiz uma viagem de negócios a Sydney. Um homem pequeno, de aparência estranha, saiu da entrada de uma loja e me entregou um panfleto religioso – propaganda barata – e me fez a pergunta: `Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, o senhor vai para o céu?' – Tentei explicar-lhe que eu era ancião de uma igreja batista, mas ele nem quis me ouvir. Durante todo o caminho de volta para casa, de Sydney a Perth, eu fervia de raiva. Esperando contar com a simpatia do meu pastor, contei-lhe a estranha história. Mas ele não concordou comigo de forma alguma. Há anos ele vinha me incomodando e dizendo que eu não tinha um relacionamento pessoal com Jesus, e tinha razão. Foi assim que, há três anos, meu pastor me conduziu a Cristo".

Voei de volta para Londres e logo depois falei na Assembléia Keswick no Lake-District. Lá relatei esses três testemunhos singulares. No final da série de conferências, quatro pastores idosos vieram à frente e contaram que eles também foram salvos, há 25-30 anos atrás, pela mesma pergunta e por um folheto entregue na rua George em Sydney, na Austrália.

Na semana seguinte viajei para uma igreja semelhante à de Keswick e falei a missionários no Caribe. Também lá contei os mesmos testemunhos. No final da minha palestra, três missionários vieram à frente e explicaram que há 15-25 anos atrás eles igualmente haviam sido salvos pela pergunta e pelo folheto do homenzinho da rua George na distante Austrália.

Minha próxima série de palestras me conduziu a Atlanta, na Geórgia (EUA). Fui até lá para falar num encontro de capelães da Marinha. Por três dias fiz palestras a mais de mil capelães de navios. No final, o capelão-mor me convidou para uma refeição. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele havia se tornado cristão.

"Foi um milagre. Eu era marinheiro em um navio de guerra no Pacífico Sul e vivia uma vida desprezível. Fazíamos manobras de treinamento naquela região e renovávamos nossos estoques de suprimentos no porto de Sydney. Ficamos totalmente largados. Em certa ocasião eu estava completamente embriagado e peguei o ônibus errado. Desci na rua George. Ao saltar do ônibus pensei que estava vendo um fantasma quando um homem apareceu na minha frente com um folheto na mão e perguntando: `Marinheiro, você está salvo? Se morrer hoje à noite, você vai para o céu?' – O temor de Deus tomou conta de mim imediatamente . Fiquei sóbrio de repente, corri de volta para o navio e fui procurar o capelão. Ele me levou a Cristo. Com sua orientação, logo comecei a me preparar para o ministério. Hoje tenho a responsabilidade sobre mais de mil capelães da Marinha, que procuram ganhar almas para Cristo".

Seis meses depois, viajei a uma conferência reunindo mais de cinco mil missionários no Nordeste da Índia. No final, o diretor da missão me levou para comer uma refeição simples em sua humilde e pequena casa. Também perguntei a ele como tinha deixado de ser hindu para tornar-se cristão.

"Cresci numa posição muito privilegiada. Viajei pelo mundo como representante diplomático da Índia. Sou muito feliz pelo perdão dos meus pecados, lavados pelo sangue de Cristo. Ficaria muito envergonhado se descobrissem tudo o que aprontei naquela época. Por um tempo, o serviço diplomático me conduziu a Sydney. Lá fiz algumas compras e estava levando pacotes com brinquedos e roupas para meus filhos. Eu descia a rua George quando um senhor bem-educado, grisalho e baixinho chegou perto de mim, entregou-me um folheto e me fez uma pergunta muito pessoal: `Desculpe-me, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?' – Agradeci na hora, mas fiquei remoendo esse assunto dentro de mim. De volta a minha cidade, fui procurar um sacerdote hindu. Ele não conseguiu me ajudar mas me aconselhou a satisfazer a minha curiosidade junto a um missionário na Missão que ficava no fim da rua. Foi um bom conselho, pois nesse dia o missionário me conduziu a Cristo. Larguei o hinduísmo imediatamente e comecei a me preparar para o trabalho missionário. Saí do serviço diplomático e hoje, pela graça de Deus, tenho responsabilidade sobre todos esses missionários, que juntos já conduziram mais de 100.000 pessoas a Cristo".

Oito meses depois, fui pregar em Sydney. Perguntei ao pastor que me convidara se ele conhecia um homem pequeno, de cabelos brancos, que costumava distribuir folhetos na rua George. Ele confirmou: "Sim, eu o conheço, seu nome é Mr. Genor, mas não creio que ele ainda faça esse trabalho, pois já está bem velho e fraco". Dois dias depois fomos procurar por ele em sua pequena moradia. Batemos na porta, e um homenzinho pequeno, frágil e muito idoso nos saudou. Mr. Genor pediu que entrássemos e preparou um chá para nós. Ele estava tão debilitado e suas mãos tremiam tanto que continuamente derramava chá no pires. Contei-lhe todos os testemunhos que ouvira a seu respeito nos últimos três anos. As lágrimas começaram a rolar pela sua face, e então ele nos relatou sua história:

"Eu era marinheiro em um navio de guerra australiano. Vivia uma vida condenável. Durante uma crise entrei em colapso. Um dos meus colegas marinheiros, que eu havia incomodado muito, não me deixou sozinho nessa hora e ajudou a me levantar. Conduziu-me a Cristo, e minha vida mudou radicalmente de um dia para o outro. Fiquei tão grato a Deus que prometi dar um testemunho simples de Jesus a pelo menos dez pessoas por dia. Quando Deus restaurou as minhas forças, comecei a colocar meu plano em prática. Muitas vezes ficava doente e não conseguia cumprir minha promessa, mas assim que melhorava recuperava o tempo perdido. Depois que me aposentei, escolhi para meu propósito um lugar na rua George, onde centenas de pessoas cruzavam meu caminho diariamente. Algumas vezes as pessoas rejeitavam minha oferta, mas também havia as que recebiam meus folhetos com educação. Há quarenta anos faço isso, mas até o dia de hoje não tinha ouvido falar de ninguém que tivesse se voltado para Jesus através do meu trabalho".

Aqui vemos o que é verdadeira dedicação: demonstrar amor e gratidão a Jesus por quarenta anos sem saber de qualquer resultado positivo. Esse homem simples, pequeno e sem dons especiais deu testemunho de sua fé para mais de 150.000 pessoas. Penso que os frutos do trabalho de Mr. Genor que Deus mostrou ao pastor londrino sejam apenas uma fração da ponta do iceberg.

Só Deus sabe quantas pessoas mais foram ganhas para Cristo através desses folhetos e das palavras desse homem. Mr. Genor, que realizou um enorme trabalho nos campos missionários, faleceu duas semanas depois de nossa visita. Você pode imaginar o galardão que o esperava no céu? Duvido que sua foto tenha aparecido alguma vez em alguma revista cristã. Também duvido que alguém tenha visto uma reportagem ilustrada a seu respeito. Ninguém, a não ser um pequeno grupo de batistas de Sydney, conhecia Mr. Genor, mas eu asseguro que no céu seu nome é muito conhecido. O céu conhece Mr. Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepção que ele teve quando entrou por suas portas.

Extraído de www.worldmissions.com – Redação final: Werner Gitt. Publicado na revista Chamada da Meia-Noite.

Fonte: Blog ARSENAL DO CRENTE - http://arsenaldocrente.blogspot.com