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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Estudioso aponta nova data para a Páscoa

A Última Ceia ocorreu numa quarta-feira - um dia antes do que se pensava - e a data para a Páscoa agora pode ser modificada, segundo um cientista da Universidade de Cambridge que está buscando resolver uma das contradições mais persistentes da Bíblia.
Cristãos estabeleceram a última refeição de Jesus na Quinta-feira Santa há séculos mas, graças a uma redescoberta do antigo calendário judaico, o professor Colin Humphreys sugere outra interpretação.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Qual o dia em que o nosso Senhor Jesus Cristo foi crucificado?



Pergunta incômoda: Jesus NÃO morreu numa
sexta-feira!?

Pergunta incômoda que até um menino de 6 ou 7 anos, da escola elementar, pode fazer a sr. padre e sr. pastor: "Ué, se Jesus passou 3 dias e também 3 noites no seio da terra, como ele prometeu, então como pode Ele ter morrido na sexta-feira?! Entre a tardinha da sexta-feira e o amanhecer do domingo, só há 2 noites (a da sexta-feira para o sábado, e a do sábado para o domingo) e nem mais um pedacinho de nenhuma terceira noite nenhuma!"

Afinal, qual o dia em que o nosso Senhor Jesus Cristo foi crucificado?

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Páscoa bíblica X páscoa pagã

Na língua hebraica páscoa é pessach e significa passagem ou passar por cima.
A páscoa era celebrada com a morte de um cordeiro no dia 14 de ABIBE (Março/Abril). ABIBE significa espigas verdes.
Durante o exílio, na Babilônia, o nome ABIBE foi substituído pelo nome babilônico NISÃ que significa começo ou abertura.
O nome NISÃ parece-nos bem apropriado, visto que em Êxodo 12:2 o Senhor disse a Moisés: “Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano”.


1. Páscoa Pagã.
a)   Alguns povos do norte da Europa cultuavam uma deusa chamada Eostre.
                      I.       Ela era cultuada como deusa da fertilidade e da vida;
                     II.       Na primavera eles realizavam um festival em sua honra e comemoravam a chegada da “nova vida” – entenda-se aqui como reencarnação;
                   III.       Este festival se chamava Easter (pronuncia-se ister)– Páscoa em inglês;
                   IV.       Esse festival era marcado por rituais que enalteciam a fertilidade
1.    Havia orgias sexuais
2.    Virgens eram sacrificadas em adoração a deuses e deusas da fertilidade (Pan – Isis – Demeter – Ceres)
3.    Etc.
b)   Alguns fatos marcantes nesses rituais satânicos
A lenda da Orphic, sobre a origem do universo, diz que a terra foi chocada de um ovo enorme.
Nas comemorações desse festival, no Egito, Mesopotâmia e em algumas ilhas Britânicas, os ovos eram brilhantemente decorados e dados como presentes com votos de fertilidade e sucesso sexual.
* Os coelhos sempre foram adorados pelos povos pagãos, como símbolo dos deuses da fertilidade. Eles eram visto como:
-  Símbolo da luxuria;
-  Vigor sexual e reprodução. 
*  Em uma outra lenda pagã, diz que havia um grande pássaro que desejava tornar-se um coelho e foi procurar a deusa Eostre. Ela o transformou em um coelho e como gratidão, o pássaro/coelho, vinha a cada festival e, em honra a deusa Eostre, botava lindos ovos.
* Com o correr dos tempos essas e outras lendas, festas e tradições de povos diferentes acabaram se mesclando tornando-se a páscoa que hoje conhecemos.
* Nas religiões orientais, na mitologia grega, nas tradições populares, o ovo sempre teve significado de principio de vida. O ovo aparentemente morto contém uma vida que surge repentinamente, acreditando-se por isso, que ele seja o símbolo da páscoa da ressurreição.
* Aproveitando-se dessa situação, produtores e comerciantes de chocolate passaram a produzir “ovos” de chocolate e embrulha-los com papeis coloridos e brilhantes, difundindo a prática do oferecimento desses “ovos” como presente no dia de páscoa. Existem dúvidas se o inicio dessa prática teve origem no Egito ou na China, na idade média.
* A páscoa, então perdeu o seu sentido religioso e passou a ser explorada no sentido comercial.


2.   O verdadeiro sentido da Páscoa Cristã.
*  Libertação
A primeira celebração da páscoa marcou a libertação do povo de Israel da escravidão dos faraós do Egito – Aproximadamente 400 anos.
Observação: A festa foi instituída antes do povo sair do Egito. Porque?
Porque Deus quis ensinar que o sacrifício expiatório, a fé e a nossa obediência precedem a nossa plena libertação.
-   Israel estava sendo liberto não apenas de Faraó, mas também do anjo destruidor.


3.   Cristo e a Páscoa
A Páscoa contém um rico simbolismo profético falando de Cristo.
a)    A Graça Salvadora – Deus tirou os israelitas da escravidão no Egito, não porque fossem merecedores, mas porque Deus os amou e porque Ele é fiel à Sua palavra. Da mesma forma, a salvação que recebemos de Cristo no vem através de sua maravilhosa graça. Efésios 2:8 a 10 “8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus.9 Não vem das obras, para que ninguém se glorie. 10 Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas”. Tito 3:3 a 7 – “3 Porque também nós éramos, noutro tempo, insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros.4 Mas, quando apareceu a benignidade e caridade de Deus, nosso Salvador, para com os homens, 5 não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas, segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo, 6 que abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo, nosso Salvador, 7 para que, sendo justificados pela sua graça, sejamos feitos herdeiros, segundo a esperança da vida eterna.
b)    Substituição – O Cordeiro pascoal era um sacrifício a servir de substituto do primogênito; isto profetiza a morte de Cristo em substituição à morte do Cristão - Romanos 3:25 – “23 Porque todos pecaram pe destituídos estão da glória de Deus, 24 sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus, 25 ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; 26 para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus”.
c)    Perfeição do Filho de Deus – O Cordeiro separado para a morte tinha de ser sem mácula, esse fato prefigura a impecabilidade de Cristo, o perfeito Filho de Deus – Hebreus 4:15 – “Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado”. 
d)    Identificação com o Cordeiro – Alimentar-se do Cordeiro representava a identificação da comunidade israelita com a morte do cordeiro, morte que os salvou. Quando participamos da Santa Ceia como um memorial, nos identificamos com Cristo em sua morte vicária 1º Coríntios 11:24 - e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim.
e)    Atitude de Fé – A aspersão do sangue nas vergas das portas, foi efetuada em atitude de fé. A salvação do cristão, mediante o sangue de Cristo, se obtém por meio da fé. Efésios 2:8 e 9 “8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus.9 Não vem das obras, para que ninguém se glorie.


CONCLUSÃO:
A comemoração pascoal, de maneira apropriada, nos permite gozar da salvação e libertação do pecado, da morte e da miséria na qual estávamos e nos permite olhar para o futuro com renovadas esperanças da vinda do Filho de Deus.
Pr. Cláudio Luiz Spiti
Igreja Evangélica Assembléia de Deus
Av. dos Campanellas, 156 - Cidade A E Carvalho

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Calendário Judaico

HISTÓRIA DO CALENDÁRIO JUDAICO

O calendário judaico, diferentemente do gregoriano, é baseado no movimento lunar. Onde cada mês se inicia com a lua nova (quando é possivel visualizar o primeiro reflexo de luz sobre a superfície lunar. Antigamente o calendário era determinado simplesmente por observação.

O grande problema com o calendário lunar é que se compararmos com o calendário gregoriano, temos em um ano solar 12,4 meses lunares, o que ocorre uma diferença a cada ano de aproximadamente 11 dias, para compensar esta diferença, a cada ciclo de 19 anos acrescenta-se um mês inteiro (Adar II).São acrescidos no terceiro, sexto, oitavo, décimo-primeiro, décimo-quarto, décimo-sétimo e décimo-nono anos desse ciclo.

Início da contagem

O ínício da contagem do calendário judaico se refere à criação do mundo.

OS MESES DO CALENDÁRIO JUDAICO

O primeiro mês do calendário judaico é o mês de Nissan, quando temos a comemoração de Pessach. Entretanto,

o ano novo judaico ocorre em Tishrei (quando é acrescentado um número ao ano anterior).

MÊS                DURAÇÃO    EQUIVALENTE GREGORIANO

Nissan             30 dias             Março-Abril

Iyar                  29 dias             Abril-Maio

Sivan               30 dias             Maio-Junho

Tammuz                       29 dias             Junho-Julho

Av                   30 dias             Julho-Agosto

Elul                  29 dias             Agosto-Setembro

Tishrei              30 dias             Setembro-Outubro

Heshvan                      29/30 dias        Outubro-Novembro

Kislev              30/29 dias          Novembro-Dezembro

Tevet               29 dias             Dezembro-Janeiro

Shevat             30 dias             Janeiro-Fevereiro

Adar                29/30 dias         Fevereiro-Março

Adar II            29 dias              Março-Abril