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segunda-feira, 29 de junho de 2009

O homem tem uma costela a menos do que a mulher?"

É esta uma pergunta (e às vezes até uma afirmação precipitada!) feita por pessoas sinceras que desejam saber se aquela operação cirúrgica teve efeitos permanentes em toda a descendência masculina de Adão. Mas também é uma pergunta feita muitas vezes com o propósito de menosprezar o texto bíblico, dando a entender que a Bíblia declara (em algum lugar não definido) que todos os homens têm uma costela a menos que as mulheres! Em primeiro lugar, deve ser dito que não existe nenhum texto bíblico que faça qualquer menção ao suposto fato de a descendência masculina de Adão possuir uma costela a menos, ou a sua descendência feminina possuir uma costela a mais. Todos os seres humanos, quer sejam homens, quer sejam mulheres, têm 12 pares de costelas, a não ser que se verifique alguma anomalia genética que altere esse número, o que poderia acontecer indistintamente tanto no homem quanto na mulher. Anomalias desse tipo são observadas às vezes também em outros caracteres externos, tanto no homem quanto na mulher, podendo ser facilmente observadas. (É o caso, por exemplo, da chamada "hexadactilia", ou seja, do nascimento de pessoas com seis dedos, sejam nas mãos, sejam nos pés). Os primeiros sete pares de costelas são ligados diretamente ao esterno mediante cartilagens, e são chamados de "costelas verdadeiras". Os três pares seguintes não se ligam ao esterno, mas sim à sétima costela, também mediante cartilagens, e são chamadas de "costelas falsas". Os dois últimos pares ficam apenas nas partes laterais do tórax, não chegando à parte frontal; suas extremidades ficam flutuando, pelo que são chamadas de "costelas flutuantes". Em segundo lugar, a manutenção do padrão construtivo de todos os órgãos e sistemas do corpo humano, no decorrer das gerações, é uma das maravilhas do seu projeto, o que indica a existência de planejamento e propósito, bem como sabedoria infinitamente superior, e poder além de toda a nossa compreensão! Mesmo que algum acidente eventual acarrete a perda, por exemplo, de um dedo, os descendentes do acidentado nascerão com o número completo de dedos. Tórax e costelas 1 a 7 - costelas verdadeiras 8 a 10 - costelas falsas 11 e 12 - costelas flutuantes 13 a 15 - esterno 13 - punho 14 - corpo 15 - apêndice xifóide 16 - 1a vértebra dorsal 17 - 12a vértebra dorsal Caracteres adquiridos não se transmitem aos descendentes - é esta uma importante lei da Biologia, muitas vezes esquecida pelos defensores mais ardorosos da filosofia da Evolução, os quais, para defendê-la, chegam até a deixar de lado as evidências dos fatos observados. É conhecido, por exemplo, o caso de criadores de certas raças de cães, que durante séculos têm cortado a sua cauda, e apesar disto toda a sua descendência, nas sucessivas gerações, até hoje, continuou a nascer com cauda, como os seus antepassados. Extraído do site: natureza viva

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Emagrecer biblicamente?

Dieta da Bíblia promete perder 5 kg em 11 dias

A dieta, que promete a perda de 5 kg por mês, exige sacrifício. São apenas 600 calorias por dia, três vezes menos que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde. A invenção é do médico judeu Edson Ramuth, que fundamentou a sua fórmula de emagrecimento no Velho Testamento.

Era só mais um passeio pelo shopping e uma olhadela nas vitrines repletas de modelos tamanhos P e M, que há anos não serviam nela. Até que a professora Simone Herdelha, 36, avistou uma placa que prometia “mudar o corpo em cinco semanas”. Ficou desconfiada. Já que estava ali mesmo, resolveu arriscar. Conheceu a dieta da Bíblia.

A invenção é do médico judeu Edson Ramuth, que fundamentou a sua fórmula de emagrecimento no Velho Testamento, texto sagrado para os judeus ortodoxos, que seguem as recomendações nutricionais bíblicas. “Estudei a composição dos alimentos, analisei vitaminas, sais minerais, proteínas e calorias de cada um em relação às necessidades do corpo e criei o meu cardápio”, afirma o cirurgião plástico e esteticista.

A dieta, que promete a perda de 5 kg por mês, exige sacrifício. São apenas 600 calorias por dia, três vezes menos do que o consumo recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Por isso, o regime também é curto: no máximo 11 dias por mês, sendo que no sexto, o sábado, dia sagrado para os judeus, a dieta recomenda apenas a ingestão de água.

Simone repetiu a série por quatro vezes e eliminou 14 kg. “E não foi milagre.É bem complicado”, afirma ela, que é católica não-praticante. Para o ponteiro da balança bater nos 68 kg, a lista de proibições, baseada no “cardápio bíblico”, foi bem grande.

Mais magra, a professora recebeu a notícia da chegada do primeiro filho. “Gestação acima do peso é muito arriscada. Ainda bem que, mesmo sem planejar um bebê, perdi uns bons quilos antes”, conta Simone, grávida de quatro meses. Ela pretende voltar à dieta da Bíblia em julho do ano que vem. A meta é chegar aos 62 kg e, depois, conseguir manter a silhueta. “Como quando eu era novinha.”

Efeito sanfona

Segurar os ponteiros da balança é exatamente a dificuldade do coordenador de vendas Odair de Brito, 37. Ele começou a dieta da Bíblia há cinco meses e luta religiosamente contra o efeito sanfona. No primeiro mês, perdeu 6 kg. No segundo, três. No terceiro, apenas um. Resolveu dar uma pausa de dois meses no regime, e, aí, “a coisa degringolou”. “Recuperei, rapidinho, 5 kg dos 10 kg que havia emagrecido”, lembra.

Arrependido, o cristão Odair, que freqüenta há dois anos uma igreja protestante, terminou na última quarta-feira mais uma nova maratona da dieta bíblica. Perdeu 5 kg. Precisa eliminar mais cinco para chegar aos 78 kg, o seu peso ideal. Mas isso é assunto para depois das festas de fim de ano. Até lá, ele já se dará por satisfeito se conseguir não engordar.

O problema, como em qualquer outra dieta, é não cair em tentação. “Tem que ter força de vontade e contar com a compreensão da família”, diz ele, que pediu para a mulher, Luciane, não saborear os “pratos proibidos” na sua frente. “Daí não dá para resistir, não é?”

Quem pretende seguir os mandamentos do dr. Edson precisa ficar atento. A nutricionista Paula Crook alerta que sacrifícios como esses não são uma forma saudável de enfrentar o “pecado da gula”. Isso porque, em dietas restritivas, a pessoa perde massa muscular, metabolicamente ativa. Quando pára o regime, está com o metabolismo mais lento e volta a engordar. “Pior, pode ganhar ainda mais peso do que tinha antes.”

Para a nutricionista, a melhor dieta é a velha conhecida reeducação alimentar. “Um processo lento, mas com resultados duradouros”, afirma.

Como se vê, para emagrecer com saúde, o que funciona, ainda, são outros princípios bíblicos, nada milagrosos, como a paciência e a perseverança.

É proibido comer

- Mais de 600 calorias por dia

- Carne de porco e de outros bichos que não ruminam, conforme os preceitos que embasam a dieta kasher

- Carne crua ou malpassada

- Leite e derivados (queijo, coalhada, creme de leite) na mesma refeição com carne, como filé à parmigiana e estrogonofe, a exemplo dos judeus ortodoxos

- Frutos do mar e peixes sem escamas, como cação e pintado

(Fonte: Abril/Ceuboy News)