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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O Pecado, a Lei e a Graça

PECAREMOS PORQUE NÃO ESTAMOS debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum!”(Rm 6.14-23).

   “Certos membros da igreja, nos dias de Paulo, presumiam que, sendo o pecado perdoado mediante a graça de Deus, o cristão não precisa preocupar-se para resisti-lo. Refutando essa idéia, o apóstolo explica que cada crente deve continuamente reafirmar e implementar sua decisão de resistir ao pecado e seguir a Cristo (v. 19)”.

   “Tendo aceitado a Cristo, os crentes devem continuar a escolher a quem servirão (v. 16). (a) Poderão voltar ao pecado, cessando de opor-se ao seu domínio na sua vida pessoal e tornando-se de novo seus escravos, sabendo que a morte (espiritual e eterna) será o resultado disso (vv. 16, 21, 23); ou (b) poderão dominar o pecado (v. 17) e continuar a apresentar-se como servos de Deus e da justiça, tendo como resultado a santificação e a vida eterna (vv.19.22)”.

   “À luz dos versículos 15-23, quem não tem compromisso com o senhorio de Cristo e não se opõe ao domínio do pecado na sua vida pessoal, não tem o direito de se referir a Cristo como seu Salvador: “Ninguém pode servir a dois senhores” (Mt 6.24)”.

  “Paulo adverte solenemente os crentes que pensam que podem pecar impunemente porque estão debaixo da graça. Se algum crente se entregar ao pecado, tornar-se-á um escravo do pecado (cf. Lc 16.13; Jo 8.34), o que resultará na “morte” (cf. v. 23). “Morte” significa aqui “eterna perdição ante a face do Senhor (2 Ts 1.9), o oposto da “vida eterna” (cf. v.23)”.
Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal
Transcrição: Pr. Airton Evangelista da Costa


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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Viver a vida

Há pouco, eu, minha esposa e meus dois filhos adolescentes ficamos numa noite horas a fio jogando conversa fora, rindo da vida,celebrando o prazer de se viver em família.

Ao acordar pela manhã, ainda contagiado pela noite anterior, lembrei-me de um artigo escrito por um pastor bem idoso, que afirmou que se pudesse regressar no tempo e recomeçar sua família de novo, uma das coisas que faria, seria desenvolver com seus filhos uma relação onde o riso sempre se mostrasse presente.

Rir faz bem, e rir juntamente com os filhos faz a gente se sentir melhor ainda. Tenho aprendido que a relação entre pais e filhos deve ser uma relação onde à festa e a celebração se fazem presentes em quase todo tempo.

O simples fato de estar inserido no mundo dos filhos e fazer deste mundo o nosso mundo, contribui em muito para o desenvolvimento salutar de suas emoções.

Você já se deu conta que muitas das vezes nós desenvolvemos para com os nossos filhos uma relação mais repressora do que aliviadora? Na verdade, os pais, na maioria das vezes não conseguem vivenciar o tão desejado equilíbrio. Talvez você esteja dizendo: Ora, não sou repressor, o que faço simplesmente é dar limites!

Tudo bem, limites são importantes, no entanto, você já percebeu que em nome daquilo que achamos certo não permitimos com que nossos filhos vivam a vida como deveriam viver, ou seja, como crianças?

Meu amigo, através desta pequena reflexão, quero incentivá-lo a resgatar o lúdico, a instituir o dia da Guerra do travesseiro, e mais, a policiar-se e fazer da sua relação com seus filhos uma relação de cumplicidade e de alegria.

Viva a vida, viva a festa, viva a família!

Renato Vargens



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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Esta foi a sua vida!

Esta foi a sua vida!





Cena 1

Cena 2

Cena 3

Cena 4

Cena 5

Cena 6

Cena 7

Cena 8

Cena 9

Cena 10

Cena 11

Cena 12

Cena 13

Cena 14

Cena 15

Cena 16

Cena 17

Cena 19

Cena 20

Cena 21




Amado (a),

Nesta mensagem quero mostrar a resposta para algumas perguntas que são comuns aos homens, tais como: de onde vim? O que sou?  Para onde vou?


Muitas filosofias e religiões procuram, sem sucesso, acalentar o coração humano, que vazio, corre atrás de respostas para a sua existência.


Mas, sempre que encontram alguma explicação, resta no coração uma necessidade de algo mais concreto e que realmente o acalme. O que acontece na verdade, é a tentativa frustrada de aceitar uma explicação vaga e inconsistente para tamanhos questionamentos.


A paz de espírito virá sobre os homens, quando estes reconhecerem a soberania do Senhor Deus sobre a sua existência, aceitando a simplicidade das explicações expostas na Bíblia Sagrada e abertas a todos.


Para começarmos a compreender a grandiosidade da existência humana é preciso reconhecer  que Deus é o criador de todo o universo (Gênesis 1.1Neemias 9.6 “Ó Deus, só tu és o SENHOR! Tu fizeste os céus e as estrelas. Tu fizeste a terra, o mar e tudo o que há neles; tu conservas a todos com vida. Os seres celestiais ajoelham-se e te adoram.”), inclusive do homem (Gênesis 1.27 “Assim Deus criou os seres humanos; ele os criou parecidos com Deus. Ele os criou homem e mulher.”)  e demais seres viventes.


Qual o fundamento para aceitarmos tal explicação? A fé! “No princípio, criou Deus os céus e a terra”;


A Bíblia é o único livro que traz a verdadeira narrativa da existência do Deus Vivo, bem como, da criação e a explanação do Seu amor imensurável pela humanidade. O homem, objeto do amor de Deus, rebelou-se contra o Criador e na prática da desobediência afastou-se dos planos divinos. Mesmo assim, a misericórdia do Eterno Senhor superou todas as expectativas, e Cristo, o Messias, foi enviado com a missão de resgatá-lo dos seus maus caminhos, restaurando-lhe a comunhão inicialmente existente e a possibilidade da salvação.


Adão e Eva formavam o primeiro casal (Gênesis 2.7, 22), eram à semelhança do Senhor; puros e sem pecados (Gênesis 1.26,27), residiam no Jardim do Éden (Gênesis 2.15), um paraíso criado exclusivamente para a habitação do ápice da criação. Deus determinou algumas regras (Gênesis 2.16,17) para a boa vivência dos primeiros humanos, no entanto, Adão e Eva em desobediência às ordens divinas, pecaram (Gênesis 3.1-7). O pecado determinou a sua expulsão do Éden, bem como, a quebra da comunhão antes existente entre Criador e criatura (Romanos). A vida humana tornou-se escrava do pecado; suas práticas são más, e destoantes da vontade de Deus (Romanos 7.14-19  “Sabemos que a lei é divina; mas eu sou humano e fraco e fui vendido ao pecado para ser seu escravo. Eu não entendo o que faço, pois não faço o que gostaria de fazer. Pelo contrário, faço justamente aquilo que odeio. Se faço o que não quero, isso prova que reconheço que a lei diz o que é certo.  E isso mostra que, de fato, já não sou eu quem faz isso, mas o pecado que vive em mim é que faz.  Pois eu sei que aquilo que é bom não vive em mim, isto é, na minha natureza humana. Porque, mesmo tendo dentro de mim a vontade de fazer o bem, eu não consigo fazê-lo.  Pois não faço o bem que quero, mas justamente o mal que não quero fazer é que eu faço”), o homem desde a sua concepção está sujeito ao pecado (Salmos 51:5  “De fato, tenho sido mau desde que nasci; tenho sido pecador desde o dia em que fui concebido”). 5.12, 17-19 “O pecado entrou no mundo por meio de um só homem, e o seu pecado trouxe consigo a morte. Como resultado, a morte se espalhou por toda a raça humana porque todos pecaram...  É verdade que, por causa de um só homem e por meio do seu pecado, a morte começou a dominar a raça humana. Mas o resultado do que foi feito por um só homem, Jesus Cristo, é muito maior! E todos aqueles que Deus aceita e que recebem como presente a sua imensa graça reinarão na nova vida, por meio de Cristo. Portanto, assim como um só pecado condenou todos os seres humanos, assim também um só ato de salvação liberta todos e lhes dá vida. E assim como muitos seres humanos se tornaram pecadores por causa da desobediência de um só homem, assim também muitos serão aceitos por Deus por causa da obediência de um só homem”


Esta situação de pecado (1João 3.4-6 “Quem peca é culpado de quebrar a lei de Deus, porque o pecado é a quebra da lei. Vocês já sabem que Cristo veio para tirar os pecados e que ele não tem nenhum pecado. Assim, quem vive unido com Cristo não continua pecando. Porém quem continua pecando nunca o viu e nunca o conheceu”.) afasta o homem dos propósitos de Deus, trazendo sobre ele a condenação eterna.


Deus amou primeiro e providenciou meios para a retomada da comunhão, o Messias foi enviado! “O Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo” (1João 4.14); “Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual a si mesmo se deu em resgate por todos” (1Timoteo 2.5,6); “Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1Corintios 15.3,4) A vinda do Senhor Jesus Cristo foi o cumprimento de antigas profecias e o seu benefício salvífico envolveu toda a humanidade, inclusive, nós.


Amados, são dias de recomeço, é necessário que sejamos semelhantes a Jesus (Romanos 8:29  Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos”) é através de uma vida consagrada, santa e pura que somos transformados pelo Pai (2Coríntios 3:18  “...Somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito”).


Amém.

Elias R. de Oliveira


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terça-feira, 5 de outubro de 2010

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Ecumenismo, Apostasia e Ignorância

Ecumenismo, Apostasia e Ignorância

        Quando aconteceu o Primeiro Parlamento das Religiões em Chicago (1893), um hindu de 30 anos de idade, chamado Vivekananda, quase desconhecido, inspirou ali o sonho de um sincretismo religioso com o Hinduísmo e o Cristianismo, para que fosse criada uma religião mundial. Esta idéia, que permaneceu incubada por algumas décadas, começou a despertar de modo inflamado, através das organizações e crenças da Nova Era, tendo começado a se espalhar dentro das igrejas cristãs, antes preocupadas exclusivamente com a pregação do Evangelho de Cristo. Este foi o início da apostasia profetizada para os últimos tempos. Após 2.000 anos da vinda do Messias Jesus Cristo e tendo entrado no terceiro milênio da Era Cristã, tudo de grave pode ser esperado neste mundo agonizante, de valores invertidos.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

sábado, 25 de setembro de 2010

A Correção do Senhor


“E já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor e não desmaies quando, por ele, fores repreendido; porque o Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho” (Hb 12.5-11).

“Vejamos vários fatos a respeito da disciplina que Deus aplica aos crentes, e as dificuldades e aflições que ele permite que soframos”.

(1)               São um sinal de que somos filhos de Deus (v. 7,8).   
(2)               São uma garantia do amor e cuidado de Deus por nós (v. 6).
(3)               A disciplina do Senhor tem dois propósitos: (a) que não sejamos, por fim, condenados com o mundo (1 Co 11.31, 32), e (b) que compartilhemos da santidade de Deus e continuemos a viver uma vida santificada, sem a qual nunca veremos o Senhor (vv. 10, 11, 14).
(4)               Há dois possíveis resultados da disciplina do Senhor. (a) Podemos suportar as adversidades, às quais Deus nos leva, submeter-nos à sua vontade e continuarmos fiéis a Ele (vv. 5,6). Fazendo assim, continuaremos a viver como filhos espirituais de Deus (vv. 7-9), a compartilhar da sua santidade (v. 10); e produziremos então o fruto da justiça (v.11). (b) Podemos desprezar a disciplina de nosso Pai (v.5), rebelar-nos contra ele por causa do sofrimento e da adversidade, e daí cairmos em apostasia (3.12-14; 12.25).
(5)               Andando na vontade de Deus, podemos sofrer adversidades: (a) como resultado da nossa guerra espiritual contra Satanás (Ef 6.11-18); (b) como teste para fortalecer nossa fé (1 Pe 1.6, 7) e as nossas obras (Mt 7.24-47; 1Co 3.13-15); ou (c) como parte da nossa preparação para consolarmos o próximo (2 Co 1.3-5) e para manifestar a vida de Cristo (2 Co 4.8-10, 12, 16).
(6)               Em todos os tipos de adversidades, devemos buscar a Deus, examinar a nossa vida (2 Cr 26.5; Sl 3.4; 9.12; 34.17) e abandonar tudo quanto é contrário a sua santidade (vv. 10, 14; 60.1-12).

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal
Transcrição:
Pr. Airton Evangelista da Costa


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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A Mentira


A Mentira

                                 Pr Airton Evangelista da Costa


No Brasil, as Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) têm mostrado ao vivo e em cores uma das piores chagas da humanidade – a mentira. A primeira mentira aconteceu no jardim do Éden, há milhares de anos. Eva trocou a verdade do Criador pela palavra do diabo, o “pai da mentira”. De lá para cá, os homens, atingidos mortalmente por essa chaga maldita, assimilaram a idéia de que é possível obter vantagens desse modo.

sábado, 11 de setembro de 2010

Independência ou Morte


Independência ou Morte

         Uma pesquisa Gallup, realizada nos dias 25-27/07/2003, já mostrava uma grande aceitação do povo americano em relação ao homossexualismo, numa proporção de 3%, tendo chegado, hoje em dia, a 20 vezes mais. Esta nação fundada sobre os princípios bíblicos foi-se desviando dos ensinos da Palavra de Deus pela influência do irredentismo, trazido pelos imigrantes - católicos, hinduístas, budistas, latinos ocultistas e outros povos de religiões não cristãs, os quais foram exercendo sua influência sobre a religião bíblica dos americanos, que acabaram se tornando alheios aos mandamentos divinos.
        Segundo o escritor cristão, Dr. Ronald Cooke,  “Existem muitas maneiras de dominar um país e uma das mais fáceis é a assimilação do mesmo através do domínio populacional. Isso se chama irredentismo.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

A Congregação para a Doutrina da Fé


O Prof. Arthur Noble, membro do Conselho Protestante Unido da Grã Bretanha, um cristão bíblico, defensor do país contra as investidas do Vaticano, aconselhando os britânicos a ler e obedecer a Bíblia King James, escreve um artigo que pode ser lido (em Inglês) no site "www.ianpaisley.org" , do Dr. Ian Paisley, um dos escritores bíblicos mais respeitados do Reino Unido. Vamos dar (numa tradução livre) a palavra ao Prof. Noble, o qual tem muito o que nos contar sobre como o Vaticano está agindo no sentido de limpar completamente o seu passado repleto de crimes hediondos.
A demonstração pública de arrependimento feita pelo Papa JP2, no dia 12/03/2001, durante sua visita a Israel, não passa de enganosa contravenção. O mundo está sendo levado a crer que o líder da Igreja Católica está pedindo perdão pela perseguição, tortura e assassinato de centenas de milhões de inocentes seres humanos - crimes que ele mesmo descreveu, durante uma missa especial na Basílica de S. Pedro, como "violência a serviço da verdade".

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Quais os rumos do Ecumenismo?


Não tenho a pretensão de escrever um tratado completo e definitivo sobre os esforços ecumênicos em andamento na atualidade. Quero apenas avaliar o assunto à luz da Palavra Profética. Não recorro a ela como mera coleção das profecias registradas nas Sagradas Escrituras – no Antigo e no Novo Testamento – mas vejo-a como base para uma perspectiva espiritual do tempo presente, conforme Paulo escreveu: “Disto também falamos, não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo coisas espirituais com espirituais. Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Co 2.13-14).

O que acontece hoje, aqui e agora, no mundo e no meio cristão? Qual o significado desses desenvolvimentos para os cristãos verdadeiros? Até que ponto o Movimento Ecumênico abre caminho para o cenário dos tempos finais? Que reação nosso Senhor Jesus Cristo espera de nós? Até onde o ecumenismo já avançou e até onde vai prosseguir?

No que pensamos quando falamos de ecumenismo?

No contexto bíblico, ecumênico significa

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

A demissão que alegra o coração


A demissão que alegra o coração
Um "Fui Despedido" Que Alegra O Coração
"... esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando
para as que estão adiante" (Filipenses 3:13).

sábado, 21 de agosto de 2010

PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS PROFÉTICOS AINDA NÃO CUMPRIDOS

PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS PROFÉTICOS AINDA NÃO CUMPRIDOS 



JOHN F. WALVOORD




1°. Arrebatamento da Igreja (1Co 15.51-58; 1Ts 4.13-18)
2°. Renascimento do Império Romano, reiniciado pela formação da confederação de dez reinos (Dn 7.7,24; Ap 13.1; Ap 17.3,12,13 )
3°. Ascensão do Anticristo, o ditador do Oriente Médio (Dn 7.8; Ap 13.1-8)
4°. Tratado de “sete anos” assinado com Israel, período que antecede a segunda vinda de Cristo, para estabelecer o Milênio (Dn 9.27; Ap 19.11-16)
5°. Estabelecimento da Igreja mundial (Ap 17.1-15)
6°. A Rússia lança um ataque surpresa contra Israel, "quatro anos" antes da segunda vinda de Cristo (Ez 38 e 39)
7°. O tratado de paz com Israel é rompido, depois de "três anos e meio" começo do governo mundial, por meio de um sistema econômico e religioso unificados, nos últimos "três anos e meio" que antecedem a segunda vinda de Cristo (Dn 7.23; Ap 13.5-8,15-17; Ap 17.16-17)
8°. Muitos cristãos e judeus são martirizados, por se recusarem a adorar o ditador mundial (Ap 7.9-17; Ap 13.15)
9°. Juízos divinos catastróficos representados pelos selos, trombetas e taças são derramados sobre a terra (Ap 6 a 18)
10°. Irrompe um conflito militar mundial centrado no Oriente Médio “batalha do Armagedom” (Dn 11.40-45; Ap 9.13-21; Ap 16.12-16)
11°. Babilônia é destruída (Ap 18)
12°. Segunda vinda de Cristo para estabelecer o Milênio (Mt 24.27-31; Ap 19.11-21)
13°. Julgamento dos judeus e gentios ímpios (Ez 20.33-38; Mt 25.31-46; Jd 14,15; Ap 19.15-21; Ap 20.1-4)
14°. Satanás é amarrado por “1000 anos” (Ap 20.1-3)
15°. Ressurreição dos “santos da Grande Tribulação” (Dn 12.2; Ap 20.4)
16°. Começa o reino milenar (Ap 20.5-6)
17°. Rebelião final, ao término do Milênio (Ap 20.7-10)
18°. Ressurreição dos ímpios e juízo final diante do “trono branco” (Ap 20.11-15)
19°. Começa a eternidade “novo Céu, nova Terra, Nova Jerusalém” (Ap 21.1-2)

 
“E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; (ESPÍRITO SANTO); (A IGREJA)
E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda;” (2Ts 2.6-8)ACF

 
QUEM ESTÁ DETENDO SATANÁS DE APRESENTAR O ANTICRISTO AO MUNDO COMO DEUS?


É A IGREJA, O SAL DA TERRA, QUE DERROTA A CORRUPÇÃO


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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Ídolos Ou Ferramentas?

 
Ídolos Ou Ferramentas?

"E a arrogância do homem será humilhada, e a sua altivez se abaterá, e só o SENHOR será exaltado naquele dia. E todos os ídolos desaparecerão totalmente" - Isaías 2:17-18
Minha esposa Jeanne e eu, uma vez, jantamos com um homem rico, de uma família de sangue azul de Boston. Eu perguntei a ele: "Como você conseguiu crescer no meio de tanta riqueza sem ser consumido pelo materialismo?" O homem respondeu: "Meus pais nos ensinaram que tudo que existe em nossa casa pode ser usado como um ídolo ou uma ferramenta." (Howard Hendricks)

Muitas vezes perdemos a felicidade e deixamos de ser uma bênção nas mãos de Deus porque enveredamos pelo caminho da vaidade e do orgulho. Temos tudo e nos vangloriamos disso e, insatisfeitos, procuramos ter mais e mais para que todos saibam que somos pessoas de grande sucesso e poder.

Se temos uma bela casa, começamos a lamentar o fato de não termos adquirido uma casa ainda melhor. Se temos um carro de excelente qualidade e conforto, praguejamos por nosso vizinho ter um carro ainda mais bonito ou mais caro. Se somos promovidos a um cargo que nos proporciona uma renda mensal suficiente para vivermos bem com nossa família, murmuramos diante de Deus porque o nosso objetivo era o outro cargo, mais elevado e com um salário superior. É a velha história de não estarmos nunca satisfeitos com o que temos.

Sabemos que as coisas materiais não serão jamais o caminho para a nossa satisfação. Sempre estaremos em busca de novos bens e, ao conquistá-los, começaremos a querer outros mais. O materialismo traz insegurança, tristeza, frustrações e, quase sempre, depressão. O homem que pensa apenas em ter, jamais alcançará o seu objetivo.

Quando compreendemos que os valores materiais não devem ser idolatrados e que podem servir, sim, como instrumentos para o bem-estar de muitos, então aprendemos a agradecer a Deus por todos eles e a pedir a Ele que nos oriente para que sejam usados para a glória de Seu nome. O que poderia ser um ídolo ou um objeto de vanglória, passará a ser uma ferramenta de grande bênção para a nossa felicidade e para a felicidade de todos que estão ao nosso redor.

Deus tem grandes riquezas para nos dar, mas, serão ferramentas para o nosso regozijo e não ídolos para a nossa perdição. FONTE: Reflexões Diárias
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:
Escuro Iluminado