PESQUISE EM NOSSA BIBLIOTECA

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O culto do caixão

Há pouco fiquei sabendo que uma rádio evangélica anunciou que um grupo de neopentecostais tinha inventado uma nova modalidade profética:



" O culto do caixão"


Segundo esta funesta prática, o "irmão" que por algum motivo foi ofendido por alguém, coloca numa caixa os nomes dos inimigos e leva para a igreja orando a DEUS por vingança. Pois é, tal doutrina, parte pelo pressuposto que o cristão em nome de Deus tem o poder de amaldiçoar outras pessoas através da oração positiva e determinante.

Em outras palavras, tal ensinamento afirma categoricamente que aqueles que agem desta maneira, podem rogar ao Senhor da glória o aparecimento de desgraças e frustrações na vida de seus desafetos, determinando assim a desventura alheia.

Em nome de Deus, tais pessoas rogam “pragas e desgraças” para aqueles que em algum momento da vida se contraporam a seus sonhos e vontade. É nesta perspectiva, que tem emergido em nossas comunidades o toma-la-dá-cá evangélico. Basta o chefe no trabalho ser um pouco mais chato pra se orar contra ele, ou até mesmo alguém discordar da forma do pastor conduzir o rebanho, que lá vem maldição.

Em certas igrejas a palavra “rebeldia” tem sido usada para todo aquele que foge dos caprichos fúteis de uma liderança enfatuada. Em tais comunidades, discordar do apóstolo ou profeta quase que implica com que o nome seja colocado na “boca gospel do sapo”.

Ahhhhhhhhhhhhhh! Só de imaginar situações como estas chego a suspirar profundamente! Confesso que tal procedimento me deixa absolutamente estupefato!

À luz disso, não tenho a menor dúvida em afirmar que comportamentos como estes não ficam a dever em nada aos trabalhos de macumba e vodu que são feitos nas esquinas e encruzilhadas deste Brasil varonil. Infelizmente parte da igreja evangélica mergulha em alta velocidade no buraco da sincretização, deixando para trás valores, virtudes e princípios onde a afetividade e o amor deveriam ser marcas indeléveis de uma comunidade que conhece a Cristo.


Que Deus tenha misericórdia de seu povo!


COMENTÁRIO BÍBLICO: Sempre ensinamos, em oportunidades como essa, sobre a classe dos crentes "feiticeiros", que não entram nos céus. O hábito de praguejar e lançar maldições sobre seus semelhantes é biblicamente definida como prática de "feitiçaria" . Tal hábito é -por vezes- encontrado até mesmo em igrejas evangélicas, ocultas sob o manto das falsas doutrinas. Exemplo disso é a tradicional oração em que se pede para  Deus "pesar a sua mão sobre os adversários e inimigos". Tal prática pode acarretar a perda da prórpia salvação:
Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira. Apocalipse 22:15
Atente mais para os ensinamentos bíblicos e não se deixe enganar por "instituições constituídas por meros homens" e destituídas do "Espírito Santo de Deus", porque se  se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. Romanos 8:9
Afinal Qualquer que não pratica a justiça, e não ama a seu irmão, não é de Deus. 1 João 3:10 
Enfim, Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus. Lucas 6:35
Deus ama a humanidade e espera que se convertam de seus erros e passem a trilhar o caminho de Jesus Cristo. Deus não está em organizações religiosas, mas sim com aqueles que amam e praticam a Palavra de Deus.

COMO PODE SER CRISTÃ UMA IGREJA QUE CONTRADIZ OS ENSINOS DE CRISTO???  Jamais, é a resposta. Veja apenas alguns ensinamentos de Cristo e compare com os comportamentos, posturas, atitudes e falsos ensinamentos e doutrinas: 

Abençoai aos que vos perseguem, abençoai, e não amaldiçoeis. Romanos 12:14
Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; Mateus 5:44
Então Jesus disse-lhe: Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão. Mateus 26:52
Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos.  Apocalipse 13:10
Porventura não errais vós em razão de não saberdes as Escrituras nem o poder de Deus? Marcos 12:24 
Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus.  Romanos 10:3 
Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem. Romanos 1:32
Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado; 2 Pedro 2:21 
Comentário por: Pr. Wagner Cipriano

Leia também:

Biblioteca Evangélica: Amaldiçoar é ensinamento de Cristo?

3 jul. 2010 ... NOTA: O hábito de praguejar e lançar maldições sobre seus semelhantes é biblicamente definida como prática de "feiticeiros" . ...
biblioteca-evangelica.blogspot.com/.../amaldicoar-e-ensinamento-de-cristo.html


  1. Cultura Evangélica: Igrejas Fermentadas

    1 out. 2010... INTRIGUENTOS E FEITICEIROS (crentes feiticeiros que costumam amaldiçoar ao invés de abençoar, pedindo que Jesus "pese" a mão sobre seus ...
    culturaevangelica.blogspot.com/2010/10/igrejas-fermentadas.html
  2. Biblioteca Evangélica: O colírio bíblico para a cegueira espiritual

    16 set. 2009... 9-10) fora (do céu) ficarão os cães, os feiticeiros (macumbeiros, cartomantes), os impuros (homossexuais, lésbicas, alguns políticos), ...
    biblioteca-evangelica.blogspot.com/.../o-colirio-biblico-para-cegueira.html



Visite, conheça e acompanhe o Buzz da Cultura Evangélica e Coloque-o no seus Favoritos - Esperamos você Siga-nos no Twitter Visite: Mensagens Bíblicas do Livro de Apocalipse, Notíciário Gospel, Bíblias Eletrônicas Free, Estudos Bíblicos

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A Rainha Vitória e o Rei dos reis

Conta-se que ao subir ao trono da Inglaterra,  a rainha Vitória, como era de costume dos reis britânicos,  foi assistir a apresentação de "O Messias."  de Haendel.  Na ocasião,  ela havia sido instruída de como deveria se comportar e que em hipótese alguma deveria se levantar quando os demais presentes se levantassem ao ser cantado o "Coro Aleluia."

Conta a história que quando aquele coro magnífico estava sendo entoado e os cantores estavam bradando "Aleluia! Aleluia! Aleluia! pois o Senhor Onipotente reina," ela se manteve sentada com grande dificuldade. Ela teve grande desejo de levantar-se, apesar dos costumes dos reis e rainhas. Porém, quando os cantores chegaram à parte em que proclamam com grande entusiasmo "Rei dos reis" ela se levantou e manteve sua cabeça curvada como se tomasse sua própria coroa e a depositasse aos pés do Senhor.

Caro leitor, ninguém na história está acima de Jesus Cristo. Ele é o Senhor, o Rei dos reis, o Soberano das nações, o Único e Poderoso Deus! Tudo foi feito por Ele, para Ele e sem Ele nada do que foi feito se fez!

Os agnósticos e os ateus encontraram falhas no comportamento dos cristãos, mas jamais puderam notar qualquer erro na pessoa de Jesus Cristo. Eles viram erros em cristãos, mas nunca em Cristo. Jesus de Nazaré transcende métodos, idéias e seguidores. Ele perma­nece no centro da História. Em qualquer lugar, os homens têm de se curvar diante da Sua superioridade.

A Ele honra, a glória para sempre, amém!

Renato Vargens


Visite, conheça e acompanhe o Buzz da Cultura Evangélica e Coloque-o no seus Favoritos - Esperamos você Siga-nos no Twitter Visite: Mensagens Bíblicas do Livro de Apocalipse, Notíciário Gospel, Bíblias Eletrônicas Free, Estudos Bíblicos

sábado, 13 de novembro de 2010

O Pecado

 

O PECADO


Não há nada pior do que o pecado. E não há nada mais triste e horrendo do que a pecaminosidade. O pecado é uma mancha na alma; é desgosto e traição, é treva, é injúria; um acinte.

Todo pecado é o próprio pecado. Não há pecado pior do que o outro. Pecado é sempre pecado. Todo pecado é hediondo; todo pecado é criminoso; todo pecado é ofensivo; todo pecado é uma agressão à santidade de Deus.

Não existe algo do tipo pecadinho e pecadão. Não há, diante de Deus, pecado mais grave e pecado menos grave. Para Deus, pecado é sempre pecado, uma falta de conformidade com a sua vontade e uma transgressão da sua lei. Um tiro errado no alvo determinado.

O pecado é uma frustração, é uma tentativa do homem de ser o que ele não foi criado para ser. É uma busca por viver fora de um curso para o qual não há outra alternativa. O pecado não é uma segunda alternativa ao plano de Deus; é um desvio dele. É andar na contramão.

O pecado é mais do que um simples equívoco, mais do que um mero erro de cálculo. Pecado é algo muito mais sério; é um erro grave. Para o pecado não basta um simples pedido de desculpa; é necessário haver punição.

Pecado não é apenas um ato fortuito, mas um estado inevitável. É a condição de onde se projetam as ações pecaminosas.

O pecado não é um distintivo cultural, mas uma condição universal. Não é uma enfermidade que uns contraem e outros não. É uma doença que infectou todos os seres humanos, indistintamente. O pecado não é um infortúnio dos pobres, nem seqüela da riqueza. Não é fruto do meio, nem produto da injustiça econômica e social. Não é um espasmo temporário, mas uma moléstia constante.

O pecado submete o homem ao seu domínio. O homem está debaixo do pecado, está sujeito e submisso a ele, sob seu controle, sob seu comando.

O pecado não é um poder externo, mas habita dentro do homem, está enraizado nas fibras e células, radicado no DNA humano, arraigado no coração, e o ocupa como um inimigo ocupa um país.

O pecado produz estrago e morte aos homens e ira e indignação em Deus. O pecado nunca é inofensivo aos homens, e jamais imperceptível a Deus. Todo pecado causa dano ao pecador e seus semelhantes e ofende a Deus. Da mentirinha ao assassinato, do olhar malicioso ao adultério, do desejo secreto ao furto, todos os pecados são, essencialmente, desvios do propósito estabelecido por Deus.

O pecado é enganoso, produz uma falsa sensação de bem-estar, uma pífia impressão de prazer. O pecado é sempre uma mentira, uma ilusão, um engodo, uma quimera.

O pecado é irresponsável, é antinômico, é aversão ao que é legal, uma falsificação do que é legítimo; é oposição ao nobre, é o impulso ao prazer acima do dever; é injustiça, iniqüidade e desamor; é divida, ofensa e ultraje.

Só há um antídoto capaz de livrar o homem dessa enfermidade chamada pecado: o sangue de Jesus Cristo. Esse sangue purifica o homem de todo pecado, lava completamente de sua imundície. O sangue de Cristo liberta, desata, resgata e emancipa o homem do pecado. O sangue de Jesus é suficiente para pagar a dívida que o pecado contraiu. O sangue de Cristo confere o perdão que o pecado necessita, porque Cristo sofreu o castigo que o pecado merece.

O sangue de Cristo é a resposta de Deus ao pecado; a resposta definitiva. A única forma do homem livrar-se do domínio do pecado é render-se ao domínio de Cristo. Nele os efeitos do pecado são curados pelos efeitos da graça redentora. Onde sobejam os efeitos pecado, transbordam os resultados da remissão de Cristo. Cristo veio ao mundo para salvar pecadores do pecado, tirá-los de suas garras, libertá-los e conduzi-los de volta ao caminho traçado por Deus, e assegurar-lhes plena e irrevogável sentença de liberdade. E para que todos saibam que o pecado, por mais vil que seja, tem um limite, Deus encravou na história humana uma cruz na qual fixou a fronteira entre a enfermidade e a cura, a morte e a vida, a luz e as trevas, o desespero e a esperança, a desventura e a graça, o inferno e o céu. Para que todos compreendam que, maior do que o pecado, é a graça que o remove, e restaura definitiva e completamente aqueles a quem ela de destina.
Fonte: Creio e Confesso

Visite, conheça e acompanhe o Buzz da Cultura Evangélica e Coloque-o no seus Favoritos - Esperamos você Siga-nos no Twitter Visite: Mensagens Bíblicas do Livro de Apocalipse, Notíciário Gospel, Bíblias Eletrônicas Free, Estudos Bíblicos

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Halloween ou A Noite das Bruxas


A Maldição do Halloween ou
A Noite das Bruxas

                                                             Pr Airton Evangelista da Costa


A PARTIR DO QUE ACONTECEU no jardim do Éden, o homem passou a gostar das coisas impuras. Existe em cada ser humano uma tendência para o mal, para o que é maligno. Na sua condição natural, não recriado, não regenerado, estando em abismo, procura outros abismos.                    

Assemelha-se a esses exploradores de cavernas, que quanto mais se infiltram por buracos negros, mais vontades têm de continuar descobrindo coisas novas, emocionantes e sensacionais. Para esses exploradores, não importa se na caverna existam dragões, vampiros, aranhas gigantescas ou fantasmas. Como na corrida do Trem Fantasma, não importa se no caminho surjam caveiras, mortalhas, gorilas ou demônios; importa a emoção, o prazer, o delírio, o devaneio, a surpresa.                                                                                                     

Um Poço Sem Fim

         A humanidade pecadora deleita-se com o imundo. Os apetites bestiais são mesmo insaciáveis. Vejam as festividades carnavalescas: três dias anuais não mais atendiam aos desejos da carne. Em razão dessa necessidade premente, criou-se em várias cidades, com o pronto consentimento dos governantes, o carnaval fora de época: "O inferno e a perdição nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem" (Provérbios 27.20). "Um abismo chama outro abismo" (Salmos 42.7).         
         Ora, se o povo clama por um bezerro de ouro, façamos a vontade do povo. Os abismos se sucedem. Dentro da caverna tenebrosa do mundo pecador há avenidas com vitrinas especialmente preparadas pelo Diabo para exposição de seus produtos. Há mercadorias para todos os gostos: para rico, pobre, preto, branco, analfabeto ou erudito.   

         Em determinado local, uma vasta exposição dos produtos do Movimento Nova Era, onde o curioso descobrirá que "o homem é Deus". Sendo Deus, ele seguirá até mais fortalecido para continuar descendo. Noutra ala, encontrará a vitrina da consulta aos mortos. O explorador poderá conversar com um parente que esteja no além, ou, se desejar emoções fortes, optará por oferecer seu corpo para ser visitado por um espírito qualquer, ou até experimentar uma breve levitação. Nesse stand, instalado sob pirâmides purificadoras, enfileiram-se os adivinhadores com seus apetrechos: búzios, baralho cigano, bola de cristal, tarô, mapa astral, tudo destinado a predizer o futuro e indicar novos caminhos.      

         Numa sala, o explorador poderá praticar meditação transcendental; ficará com sua mente passiva por algumas horas, em estado alfa, recebendo as "boas" mensagens do além. Essa ala é mais visitada pelos eruditos. Para os menos exigentes, ou de percepção menos aguda, os terreiros oferecem feitiçarias de vários tipos. Caboclos, guias e orixás fazem a festa dos visitantes.       

O Perigo das Trevas   

         Em busca de novos abismos, os homens resolveram prestar uma homenagem ao deus Diabo. Então, pensaram em fazer uma festa num determinado dia do ano. Uma festa que em tudo se identificasse com o homenageado: a indumentária, o ambiente, os participantes, as alegorias. Daí surgiu o Dia das Bruxas, versão brasileira do Halloween, comemorado no dia 31 de outubro.  

         Os participantes vestem-se a caráter, isto é, com as cores da igreja do Diabo: preto e vermelho; a maioria usa só a cor preta, caracterizando a situação de trevas sobre trevas. As máscaras são as mais imaginativas: vampiro, bruxa, morcego, morte, caveira, monstros, fantasmas, tudo que tenha identidade com o maligno. O Diabo certamente teria muita alegria em falar assim a essas bruxas: "Quanto à indumentária está tudo bem. Vocês sabem que as cores da minha preferência são pretas e vermelhas. Minha maior alegria é ver homens, mulheres e crianças, de todas as idades, línguas e nações, empunhando as cores da bandeira do meu reino. Um detalhe: as máscaras usadas por vocês ou as pinturas e fantasias em nada se assemelham ao original. Eu não sou tão bonito como se pinta por aí".         

         É evidente que há imperfeições, porque ninguém é perfeito. Mas os promotores desses eventos se esforçam para que a decoração em tudo dê a impressão de que o reino das trevas está ali naquele local, naquele ambiente festivo. E está.     

         Creio que a maioria dos participantes do Dia das Bruxas desconhece o grau de contaminação maligna a que fica exposta. Certamente acredita tratar-se de mais uma festa, mais uma novidade. As "bruxas" estão ali para se divertirem e, com esse intuito, sujeitarem-se às regras do jogo.         

         Desconhecem as origens satânicas do Halloween; não sabem que nessa data os satanistas honram a Satanás com sacrifícios humanos; não sabem que essa prática iniciou-se há muitos séculos entre os druidas - sacerdotes dos Celtas - que vestiam suas fantasias, esculpiam em nabos ocos caricaturas de demônios, e saíam pelas ruas amaldiçoando as pessoas que lhes negavam alimentos.   

         Em determinado site sobre satanismo, li que o dia 31 de outubro é a festa da luxúria (sensualidade, lascívia) e da indulgência (tolerância). Que tipo de indulgência podemos esperar de Satanás? A verdade é que grande é o perigo para quem participa do Dia das Bruxas, dada a grande probabilidade de contaminação. O Diabo, num sinal de agradecimento pela homenagem, não hesitará em designar um de seus anjos para acompanhar a "bruxa" pelo resto da vida.    

         Algum mal nisso? Muitos males. Jesus afirmou que o Diabo entra na vida dos homens para roubar a paz, roubar a saúde, roubar os recursos financeiros; para causar a morte espiritual, e, não raro, causar a morte física; para destruir a família, o lar, a comunhão com Deus. Daí as insônias, os medos, as superstições, as doenças inexplicáveis, os tremores, os vícios, a possessão.

         Convém sabermos que bruxa ou bruxo é aquela ou aquele que faz bruxaria, e bruxaria é sinônimo de feitiçaria, magia negra, curandeirismo, ocultismo, adivinhação, astrologia e demais atividades ligadas ao poder das trevas. Há os que de forma consciente - os satanistas - servem a Satanás com sacrifícios, cânticos, jejuns e rezas. Todavia, o simples fato de participar e tomar parte ativa no Dia das Bruxas revela uma predisposição ao satanismo, e abre-se uma porta de entrada aos demônios.  

         A Palavra de Deus adverte que "o vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, buscando a quem possa tragar" (1 Pedro 5.8). Ora, os freqüentadores dessa festa satânica facilmente caem na arapuca de Satanás. Aliás, as próprias presas, num ato voluntário, vão com seus próprios pés para a armadilha.

A Luz que Liberta       

         "A condenação é esta: A luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz porque as suas obras eram más" (João 3.19). Só existe um nome, uma Pessoa, que pode libertar o homem contaminado por demônios: é o Senhor Jesus. Ele mesmo afirmou isso: "Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (João 8.36).         

         A Bíblia nos ensina que devemos pensar e fazer somente o que é verdadeiro, amável, justo e puro, e que "todo o nosso espírito, alma e corpo devem ser conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Salvador Jesus Cristo" (1 Ts 5.23). Uma pessoa que se fantasia de bruxa, coloca máscaras com motivos demoníacos e passa horas num ambiente de trevas, estaria conservando seu corpo, alma e espírito irrepreensíveis? Não, pelo contrário: estaria invocando o poder das trevas; desejando maior aproximação com os demônios. 

         A Palavra ainda adverte: "Não vos voltareis para médiuns, nem para os feiticeiros (bruxos), a fim de vos contaminardes com eles" (Levíticos 19.31). "Ninguém pode servir a dois senhores. Ou há de odiar a um e amar o outro, ou se devotará a um e desprezará o outro" (Mateus 6.24). Não podemos ser ao mesmo tempo servos das trevas e servos da luz. Ou somos filhos de Deus ou filhos do Diabo. Quem serve ao Diabo com alegorias, fantasias, licores, danças e outras coisas mais, não é servo do Altíssimo.        

         Mas haveria uma saída para quem está contaminado? Jesus responde: "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei" (Mateus 11.28). "Eis que estou à porta, e bato; Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo" (Apocalipse 3.20).     

         Quem está em tal situação, saiba que o Senhor Jesus veio "para apregoar liberdade aos cativos, dar vista aos cegos, pôr em liberdade os oprimidos" (Lucas 4.18). Porque "em nenhum outro há salvação, pois também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4.12).


Visite, conheça e acompanhe o Buzz da Cultura Evangélica e Coloque-o no seus Favoritos - Esperamos você Siga-nos no Twitter Visite: Mensagens Bíblicas do Livro de Apocalipse, Notíciário Gospel, Bíblias Eletrônicas Free, Estudos Bíblicos

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A Teologia Emergente e a Exclusividade de Jesus Cristo


A Teologia Emergente e a Exclusividade de Jesus Cristo


       A Teologia  Emergente parece ter mergulhado num lodaçal. Todos os tipos de ideias estão sendo criativamente combinados, a fim de produzir um novo “Cristianismo”, que agrade ao paladar de todos os homens religiosos. [A verdade bíblica tem sido descartada em favor do pensamento pluralista]. Alguns pesquisadores (mais competentes do que eu) têm denunciado: “o que os emergentes promovem como novo é, realmente, muito antigo. Brian McLaren [um dos papas do Movimento Emergente] está oferecendo uma nova linha de ‘liberalismo cristão’ disfarçada em roupagens pós-modernas, a qual continua sendo o antigo liberalismo”.
        Um dos pontos que mais se discute nas conversas emergentes é a exclusividade de Jesus Cristo, como o  Messias Divino de Israel e o  exclusivo Salvador da humanidade... Que Ele é a exclusiva revelação do Deus verdadeiro e o Único a nos dar acesso ao Pai. McLaren tem questionado, seriamente, a prosopopeia de algumas facções do Cristianismo, a qual trata de “quem é quem” e de “quem está fora” da fé autêntica. No que, a meu ver, McLaren tem falhado é que uma coisa é questionar a maneira como a exclusividade de Cristo tem sido apresentada a este mundo maligno, enquanto absolutamente outra é tratar Jesus como apenas mais uma das boas e muitas (religiosas) maneiras de se chegar a Deus. A exclusividade de Jesus Cristo parece aborrecer um bocado McLaren e os outros emergentes. Para eles esta visão parece excessivamente intolerante e religiosamente fanática, levando as pessoas a se enfurecerem.
        Pois aqui está a questão. De fato, Jesus é uma Pessoa que enfurece os outros. Ele o foi no Seu tempo e continua sendo no nosso. Muitos devem ter percebido a suavidade que McLaren dá à interpretação do verso de João 14:6. Parece que ele não gosta da maneira como este verso é usado por alguns. Pelo menos num ponto McLaren está certo: usar este verso ofensiva e intolerantemente deve estar fora de cogitação. Não acho que Cristo o tenha usado como uma arma ostensiva, a ser colocada num “kit” de testemunho.  O contexto é vital.
        Sim, a declaração é forte e está ali: “Ninguém vem ao Pai senão por mim”. Jesus falou isto aos Onze, na conversa que teve com eles, durante a Última Ceia. Contudo, vamos mais fundo na questão da exclusividade. Mais uma vez, Jesus nos ajuda, na Oração Intercessória registrada em João 17. “Tira os sapatos dos teus pés porque o lugar em que estás é terra santa”. O Filho está se dirigindo ao Pai em Sua última oração com os amigos. Após esta oração, as coisas se apressam e Ele se encaminha para a cruz.
“Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste; eram teus, e tu mos deste, e guardaram a tua palavra”. (João 17:6). Este verso parece ecoar João 1:18: “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou”. Somente Jesus Cristo revelou o Pai aos homens. Em João 17:3 Ele diz: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. Somente quem conhece Jesus Cristo pode conhecer o Pai, a fim de receber a vida eterna.
        Sabemos que a exclusiva afirmação de Jesus de que Ele era o Deus de Israel enfurecia os fariseus e divertia os saduceus. Parece que ninguém queria levar esta afirmação realmente a sério. Embora Roma ignorasse a estranha religião judaica, ela deu uma permissão especial para que os judeus mantivessem suas exclusivas crenças religiosas. Mas, quando a igreja primitiva, no poder do Espírito Santo, começou a espalhar dentro do mundo romano pluralista: “Jesus Cristo é o Senhor” (e não César), Roma se enfureceu.
        Conforme mostra N. T. Wright, a religião e o sistema político predominantes no mundo conspiraram juntos no sentido de neutralizar a exclusividade de Jesus Cristo.
        Existe apenas um Deus verdadeiro e somente o Filho revelou esse Deus. Exclusivamente numa relação de fé com Jesus Cristo é que podemos conhecer (por experiência) o Deus verdadeiro. Jesus explica claramente que a “vida eterna” só pode ser alcançada numa relação com Ele. Não há outro caminho e nenhuma religião humana pode levar a Deus.
        Não existe qualquer unidade cósmica embasada em todas as religiões do mundo, inclusive no Cristianismo, quando visto como sendo uma religião. Tanto o Velho como o Novo Testamento concordam que o Deus de Abraão, Isaque e Jacó (o Deus e Pai do Senhor Jesus Cristo) vai se assentar no trono do Julgamento e ali condenar todas as religiões do mundo. Sei que isto não é fácil de se acreditar. É bem mais fácil chafurdar no lodaçal religioso que procura neutralizar a exclusividade de Jesus Cristo como Deus e grande Salvador. Desse modo, todos se sentem confortáveis, aguardando uma ampla unidade religiosa sob a pantanosa  superfície deste mundo maligno. Mas esta fantasia não pode funcionar dentro da Verdade Encarnada, que é Jesus Cristo.
 
John F. Frye - Emergent Theology and the Exclusivity of Jesus Christ
Tradução e adaptação de Mary Schultze, em 10/11/2010.


Visite, conheça e acompanhe o Buzz da Cultura Evangélica e Coloque-o no seus Favoritos - Esperamos você Siga-nos no Twitter Visite: Mensagens Bíblicas do Livro de Apocalipse, Notíciário Gospel, Bíblias Eletrônicas Free, Estudos Bíblicos

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Uma vez salvo, sempre salvo?

 

Ou será possível se perder a salvação?

O Que a Bíblia Diz?


É verdade que "uma vez salvo, salvo para sempre"?

"Eu  sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda . . . Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam" (João 15:1-2, 6). Neste contexto, Jesus claramente identifica os discípulos como os ramos da videira. Os cristãos que não produzem fruto (isto é, não servem Deus fielmente) serão cortados e queimados.
"Portanto, se, depois de terem escapado das contaminações do mundo mediante o conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos, tornou-se o seu último estado pior que o primeiro. Pois melhor lhes fora nunca tivessem conhecido o caminho da justiça do que, após conhecê-lo, voltarem para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado" (2 Pedro 2:20-21). Seria difícil imaginar uma afirmação mais clara da possibilidade de uma pessoa cair e de perder a sua salvação. Pedro comparou o servo de Deus que desvia com um cão que retorna para comer seu próprio vômito e ao porco lavado que retorna para rolar no lamaçal.
Se fosse impossível perder-se depois de ter sido salvo, então todas as advertências da Bíblia sobre a possibilidade de se perder a própria salvação seriam desnecessárias. De fato, não haveria necessidade de se preocupar com a tentação, resistir ao diabo ou estar vigilante para o retorno do Senhor. Deus não desperdiça palavras; quando adverte, é porque o perigo é real.
"Porque nos temos tornado participantes de Cristo, se, de fato, guardarmos firme, até ao fim, a confiança que, desde o princípio tivemos" (Hebreus 3:14). A salvação é condicionada. Para ser salvo, em primeiro lugar, precisa-se crer e obedecer. Para permanecer-se num estado de salvação, precisa-se continuar a crer e a obedecer. Aqueles que voltam para trás estarão perdidos (Hebreus 10:26-31).
-por Gary Fisher



Visite, conheça e acompanhe o Buzz da Cultura Evangélica e Coloque-o no seus Favoritos - Esperamos você Siga-nos no Twitter Visite: Mensagens Bíblicas do Livro de Apocalipse, Notíciário Gospel, Bíblias Eletrônicas Free, Estudos Bíblicos

terça-feira, 9 de novembro de 2010

A Ira de Deus


A Ira de Deus

                                                      
“Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda
impiedade e injustiça dos homens que detêm a
 verdade em injustiça” (Rm 1.18).

 A IRA (grego orge) de Deus é uma expressão da sua justiça e do seu amor. É a indignação pessoal de Deus diante de todo o pecado (Ez 7.8,9; Ef 5.6; Ap 19.15) e sua reação imutável causada pelo comportamento iníquo do ser humano (Êx 4.14; Nm 12.1-9; Sm 6.6,7) e nações (Is 10.5; 13.3; Jr 50.13: Ez 30.15), e pela apostasia e infidelidade do seu povo (Nm 25.3; 32.10-13; Dt 29.24-28)”.
     “(01) No passado, a ira de Deus e seu ódio ao pecado revelaram-se através do dilúvio (Gn 6-8), da fome e da peste (Ez 6.11ss), do abrasamento da terra (Dt 29.22-23), da dispersão do seu povo (Lm 4.16) e de incêndio através da terra (Is 9.18, 19)”.
     “(02) No presente, a ira de Deus é vista quando ele entrega os ímpios à imundícia e às vis paixões e leva à ruína e à morte todos quantos persistem em lhe desobedecer (Rm 1.18 – 3.18; 6.23; Ez 18.4; Ef 2.3)”.
     “(03) No futuro, a ira de Deus incluirá a Grande Tribulação para os ímpios deste mundo (Mt 24.21; Ap 6-19) e um dia vindouro de juízo para todos os povos e nações (Ez 7.19; Dn 8.19) – “dia de alvoroço e de desolação, dia de trevas e de escuridão” (Sf 1.15), um dia de prestação de contas para os iníquos (Rm 2.5; Mt 3.7; Lc 3.17; Ef 5.6; Cl 3.6; Ap 11.18; 14.8-10; 19.15). Por fim, Deus manifestará sua ira mediante o castigo eterno sobre os que não se arrependerem”.
     “(04) A ira de Deus não é a sua última palavra aos seres humanos, pois ele proveu um meio de escape ou salvação da sua ira. O pecador pode arrepender-se do seu pecado e voltar-se a Jesus Cristo por fé (Rm 5.8; Jo 3.36; 1 Ts 1.10; 5.9)”.
     “(05) Os crentes unidos a Cristo devem compartilhar da ira de Deus contra o pecado, não no sentido de vingança, mas por amor sincero à justiça e aversão ao mal. O NT reconhece uma ira santa que aborrece aquilo que Deus odeia. Ira está evidenciada principalmente no próprio Jesus (Mc 3.5; Jo 2.12-17; Hb 1.9), em Paulo (At 17.16) e outras pessoas justas (2 Pe 2.7, 8)”.
Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal
Transcrição: Pr. Airton Evangelista da Costa


Visite, conheça e acompanhe o Buzz da Cultura Evangélica e Coloque-o no seus Favoritos - Esperamos você Siga-nos no Twitter Visite: Mensagens Bíblicas do Livro de Apocalipse, Notíciário Gospel, Bíblias Eletrônicas Free, Estudos Bíblicos

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Os Erros do Espírito Santo

Os erros do Espírito Santo

Pare evitar melindres, digo logo que o título é retórico, e não literal. Perco parte do impacto, mas evito logo os caçadores de heresia. Não tenho muita paciência com gente que procura chifre em cabeça de cavalo, e por isso esclareci logo.

Filipe estava pregando para uma multidão, e o Espírito o removeu para o deserto. Tirou-o do meio de um trabalho de massa e de grande impacto. É que lemos em Atos 8.12-13: “Mas, quando creram em Filipe, que lhes pregava acerca do reino de Deus e do nome de Jesus, batizavam-se homens e mulheres. E creu até o próprio Simão e, sendo batizado, ficou de contínuo com Filipe; e admirava-se, vendo os sinais e os grandes milagres que se faziam”. Filipe tivera discernimento e fora para a Samária: “E descendo Filipe à cidade de Samária, pregava-lhes a Cristo. As multidões escutavam, unânimes, as coisas que Filipe dizia, ouvindo-o e vendo os sinais que operava; pois saíam de muitos possessos os espíritos imundos, clamando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos foram curados” (At 8.5-7). Lá surgiu um avivamento e muitas conversões aconteceram.

É neste momento que vem o Espírito e comete seu primeiro erro: encaminha o evangelista a um lugar deserto. Tudo bem planejado por Filipe, as coisas estão indo bem, e o Espírito, de supetão, o remove dali para um lugar inexpressivo. Deus deveria respeitar mais nosso planejamento. Temos bons estrategistas, gente que sabe criar projetos e delinear ações. Mas Deus tem o estranho hábito de fazer as coisas sem nos pedir informações e sem olhar nossa prancheta. Não se tira um obreiro de um lugar em que ele está indo muito bem, fazendo um bom um trabalho, privando o lugar de sua presença marcante. As coisas iam bem por causa do homem certo no lugar certo.

O segundo erro estratégico: tirou o evangelista do meio de muitas pessoas e o encaminhou para esperar que passasse alguém. Veja os contrastes: “multidões” (v. 6) e “muitos” (v. 7) para “deserto” (v. 26). Ora, por que investir em lugares pequenos? Por que enviar um missionário para um vilarejo, ao invés de centrar as forças nos grandes centros urbanos? Faltou-lhe noção de estratégia missionária. Não aprendeu dos missiólogos. Ignorou as modernas técnicas de evangelização mundial. Foi por isso que errou. São Paulo de Piratininga é mais importante que Coxipó de Poconé de Conceição de Mato Dentro. Ter uma igrejona em Sampa é mais importante, estrategicamente falando, que ganhar alguém na periferia de Coxipó.

O terceiro: tirou o evangelista do meio de uma batalha, em que confrontara vitoriosamente o mal, para um lugar pacífico. Simão, o Mago, se decidira. Era só trabalhar mais com ele. Que troféu para exibir! Figurões convertidos ajudam muito na expansão do evangelho. Exibir um ex-alguma coisa dá um ibope terrível! A quem Filipe evangelizaria, no deserto? Lobos? Serpentes? Escorpiões? Para piorar, Pedro já “engrossara o caldo” com Simão: “Mas disse-lhe Pedro: Vá tua prata contigo à perdição, pois cuidaste adquirir com dinheiro o dom de Deus. Tu não tens parte nem sorte neste ministério, porque o teu coração não é reto diante de Deus. Arrepende-te, pois, dessa tua maldade, e roga ao Senhor para que porventura te seja perdoado o pensamento do teu coração; pois vejo que estás em fel de amargura, e em laços de iniqüidade” (At 8.20-23). Figurões que sejam convertidos potenciais devem ser tratados com luvas de pelica! O Espírito também poderia orientar melhor aos missionários. Noções de Relações Púbicas fazem bem.

Por tudo isso, o Espírito Santo seria reprovado na disciplina Estratégia Missionária, num curso de Missiologia. Nós sabemos que o segredo do sucesso está no bom planejamento. Sabemos pensar, fazer projetos, idealizar situações. Tanto que nem precisamos de muita oração. A prancheta substitui o joelho em terra e nos dá a sensação de utilidade. Estamos fazendo alguma coisa para Deus ao invés de esperarmos passivamente. Nós somos proativos, e não reativos, mesmo reativos a Deus. Somos uma denominação que sabe planejar! Vejo cada calhamaço de planejamento! Só não entendo porque, com tanto planejamento, as coisas não melhoram. Bem, quem sabe, precisamos de mais planos…

Sabemos o que aconteceu. Filipe foi para o deserto, ganhou um ministro de Candace, rainha da Etiópia, para Jesus. O homem regressou convertido para seu país, e assim se cumpriu uma profecia bíblica: “estenda a Etiópia ansiosamente as mãos para Deus” (Sl 68.3). E, figurão por figurão, o Espírito sabia qual lhe seria mais útil.

Não se trata de seletividade do Espírito, removendo Filipe do meio do povão e levando-o a uma pessoa importante. É que o plano de Deus estava formado há séculos. Deus já tinha a conversão deste homem em mente, antes do avivamento em Samária. Precisamos conhecer os desígnios divinos para nossas vidas e para seu reino. E ele nos faz conhecê-los na convivência com ele. Não desconsidero os planos, mas considero que buscar a Deus e submeter-se a ele é mais importante que qualquer outra coisa. Geralmente planejamos e pedimos que Deus abençoe os nossos planos. Buscamos conhecer os planos de Deus? Antes de dedicarmos os planos a Deus dedicamos-lhe nossa vida? Nem sempre o segredo do bom sucesso são os planos, mas o caráter espiritual das pessoas sempre pesará muito. A espiritualidade não pode vir a reboque de projetos. A oração não pode ser item em nossas agendas, mas o suporte do que fazemos.

Creio que mais importante que papel e arquivos em computador é a profundidade espiritual. É a oração, não como tópico de agenda administrativa, mas a passional. Receio que a burocracia se torne um shiboleth e sufoque o Espírito Santo. Não é pecado planejar, mas é pecado criar a cultura de que tratamos de um negócio comum, que se atém a regras humanas normais, e não que cuidamos de algo sobrenatural, que não pode nunca deixar de ter abordagem e enfoque sobrenaturais em primeiro lugar. Será que muitas de nossas instituições não estão em crise exatamente por isso? Por que deixaram de ser espirituais e suas engrenagens se tornaram meramente comerciais? Se tem dinheiro em caixa então cumpriu sua missão. Será isto mesmo? Não será por isso que muitas não têm dinheiro em caixa e vão mal em outros setores?

O caráter de Filipe fica bem claro em Atos 6.3: “Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais encarreguemos deste serviço”. E isto me leva a considerar que a maior necessidade da igreja e das instituições que a servem (como batista entendo que as instituições são servas das igrejas) não é de mais burocracia eclesiástica, mas de pessoas de caráter espiritual elevado. De homens e mulheres espiritualmente rendidos a Deus e completamente entregues em suas mãos para a obra. Penso se não nos sobram planos e escasseiam quebrantamento e vida nas mãos de Deus. É ele quem faz a obra através de pessoas, e não as pessoas que fazem a obra através dos seus planos. “E Deus pelas mãos de Paulo fazia milagres extraordinários” (At 19.11).

Filipe pôde sair do meio do avivamento e ir para o deserto porque não mensurava seu serviço pela contagem de cabeças de decididos, mas sim em termos de espiritualidade obediente. Não são planos ou números. Estes são circunstanciais, secundários e produto da espiritualidade. O que mais importa são vidas nas mãos de Deus. Como a de Filipe. Com vidas assim nas mãos do Espírito de Deus as coisas dão certo. Ele nunca erra.

Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho
Pastor, conferencista e escritor

http://www.adiberj.org/portal/2010/11/03/os-erros-do-espirito-santo/


Visite, conheça e acompanhe o Buzz da Cultura Evangélica e Coloque-o no seus Favoritos - Esperamos você Siga-nos no Twitter Visite: Mensagens Bíblicas do Livro de Apocalipse, Notíciário Gospel, Bíblias Eletrônicas Free, Estudos Bíblicos

terça-feira, 2 de novembro de 2010

DIA DE FINADOS, ou "dia dos mortos"


DIA DE FINADOS


“E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” (Hb 9.27)ACF

Pr. Natanael Rinaldi

1°. No dia 2 de novembro se celebra o culto aos mortos ou o dia de Finados. Qual a origem do culto aos mortos ou do dia de Finados?
O dia de Finados só começou a existir a partir do ano 998 DC. Foi introduzido por Santo Odilon, ou Odílio, abade do mosteiro beneditino de Cluny na França. Ele determinou que os monges rezassem por todos os mortos, conhecidos e desconhecidos, religiosos ou leigos, de todos os lugares e de todos os tempos. Quatro séculos depois, o Papa, em Roma, na Itália, adotou o dia 2 de novembro como o dia de Finados, ou dia dos mortos, para a Igreja Católica.

2°. Como chegou aqui no Brasil essa celebração de 2 de novembro ser celebrado o dia de Finados?
O costume de rezar pelos mortos nesse dia foi trazido para o Brasil pelos portugueses. As igrejas e os cemitérios são visitados, os túmulos são decorados com flores, e milhares de velas são acesas.

3°. Tem apoio bíblico essa tradição de se rezar pelos mortos no dia 2 de novembro? Como um cristão bíblico deve posicionar-se no dia de Finados?
Nada de errado existe quando, movidos pelas saudades dos parentes ou pessoas conhecidas falecidas, se faz nesse dia visita os cemitérios e até mesmo se enfeitam os túmulos de pessoas saudosas e caras para nós. Entretanto, proceder como o faz a maioria, rezando pelos mortos e acendendo velas em favor das almas dos que partiram tal prática não encontra apoio bíblico.

4°. A maioria das pessoas que visitam os cemitérios no dia de Finados está ligada à religião católica. Por que os católicos fazem essa celebração aos mortos com rezas e acendendo velas junto aos túmulos?
Porque segundo a doutrina católica, os mortos, na sua maioria estão no purgatório e para sair mais depressa desse lugar, pensam que estão agindo corretamente mandando fazer missas, rezas e acender velas. Crêem os católicos que quando a pessoa morre, sua alma comparece diante do arcanjo São Miguel, que pesa em sua balança as virtudes e os pecados feitos em vida pela pessoa. Quando a pessoa não praticou más ações, seu espírito vai imediatamente para o céu, onde não há dor, apenas paz e amor. Quando as más ações que a pessoa cometeu são erros pequenos, a alma vai se purificar no purgatório.

5°. Existe base bíblica para se crer no purgatório, lugar intermediário entre o céu e o inferno?
Não existe. A Bíblia fala apenas de dois lugares: céu e inferno. Jesus ensinou a existência de apenas dois lugares. Falou do céu em Jo 14.2-3 e falou do inferno em Mt 25.41.

6°. Segundo a Bíblia o que acontece com os seres humanos na hora da morte?
Na carta aos Hebreus 9.27 se lê que após a morte segue-se o juízo. E Jesus contou sobre a situação dos mortos Lc 16.19-31. Nessa parte bíblica destacamos quatro ensinos de Jesus: a) que há consciência após a morte; b) existe sofrimento e existe bem estar; c) não existe comunicação de mortos com os vivos; d) a situação dos mortos não permite mudança. Cada qual ficará no lugar da sua escolha em vida. Os que morrem no Senhor gozarão de felicidade eterna (Ap 14.13) e os que escolheram viver fora do propósito de Deus, que escolheram o caminho largo (Mt 7.13-14) irão para o lugar de tormento consciente de onde jamais poderão sair.

7°. Fora a crença sobre o estado dos mortos de católicos e evangélicos, existem outras formas de crer sobre a situação dos mortos. Pode indicar algumas formas de crer?
Sim.
a) Os espíritas crêem na reencarnação. Reencarnam repetidamente até se tornarem espíritos puros. Não crêem na ressurreição dos mortos.

b) Os hinduístas crêem na transmigração das almas, que é a mesma doutrina da reencarnação. Só que os ensinam que o ser humano pode regredir noutra existência e assim voltar a este mundo como um animal ou até mesmo como um inseto: carrapato, piolho, barata, como um tigre, como uma cobra, etc.

c) Os budistas crêem no Nirvana, que é um tipo de aniquilamento.

d) As testemunhas de Jeová crêem no aniquilamento. Morreu a pessoa está aniquilada. Simplesmente deixou de existir. Existem 3 classes de pessoas: os ímpios, os injustos e os justos. No caso dos ímpios não ressuscitam mais. Os injustos são todos os que morreram desde Adão. Irão ressuscitar 20 bilhões de mortos para terem uma nova chance de salvação durante o milênio. Se passarem pela última prova, poderão viver para sempre na terra. Dentre os justos, duas classes: os ungidos que irão para o céu, 144 mil. Os demais viverão para sempre na terra se passarem pela última prova depois de mil anos. Caso não passem serão aniquilados.

e) Os adventistas crêem no sono da alma. Morreu o homem, a alma ou o espírito, que para eles é apenas o ar que a pessoa respira, esse ar retorna à atmosfera. A pessoa dorme na sepultura inconsciente.

8°. Como se dará a ressurreição de todos os mortos?
Jesus ensinou em Jo 5.28,29 que todos os mortos ressuscitarão. Só que haverá dois tipos de ressurreição; para a vida, que ocorrerá mil anos antes da ressurreição do Juízo Final. A primeira ressurreição se dará por ocasião da segunda vinda de Cristo, no arrebatamento. (1Ts 4.16,17; 1 Co 15.51-53). E a ressurreição do Juízo Final como se lê em Apocalipse 20.11-15.


Visite, conheça e acompanhe o Buzz da Cultura Evangélica e Coloque-o no seus Favoritos - Esperamos você Siga-nos no Twitter Visite: Mensagens Bíblicas do Livro de Apocalipse, Notíciário Gospel, Bíblias Eletrônicas Free, Estudos Bíblicos

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

TEOLOGIA PÓS-MODERNA, A TEOLOGIA DA RELATIVIDADE


TEOLOGIA PÓS-MODERNA, A TEOLOGIA DA RELATIVIDADE
Um Retrato das Igrejas dos Nossos Dias
(*) Pr Wilson Franklim
            Neste artigo meu alvo é identificar, no pensamento teológico atual e praxis eclesial, a presença e o impacto que a teologia pós-moderna vem exercendo nas igrejas atualmente. Embora tenha consciência de que essa influência está em todos os campos da vida humana, neste ensaio apenas abordarei a questão religiosa. O que é pós-modernidade?

Apostasia pastoral

 
Por Mary Shultze
 
        Uma irmã na fé, que escreve muito bem, é culta  e inteligente, mas já passou por uma série de percalços nada elogiáveis em matéria de conduta, antes de se converter realmente a Cristo, começou escrevendo a um amigo dela (tendo me enviado cópia do e-mail) com o objetivo de me criticar.
Respondi, amavelmente, agradecendo as críticas e dizendo que o Espírito Santo ainda não quis mudar o meu jeito de ser, porque, mesmo sendo assim tão má, Ele tem-me usado para pregar o evangelho, nestes tempos trabalhosos, e mais ainda para edificar os irmãos que não fazem pesquisa e, portanto, estão por fora de como a apostasia está galopando dentro da igreja.
        Ficamos nos correspondendo, ela me enviando seus textos (aliás, muito bem escritos), mas algo me dizia que ainda iríamos nos estranhar na arena do Evangelho.
Hoje ela escreveu, comentando o meu texto “Geração Incrédula e Perversa”, afirmando que eu sou agressiva, que não sei pregar o evangelho com amor e por isso mereço o epíteto de “não convertida”.
        Se ela se dedicasse à pesquisa bíblica, como eu faço, há 15 anos, em vez de estar sempre em busca do marido perfeito (pelo que entendi, ela já teve uns três), não estaria me criticando assim, pois iria descobrir o que certos pastores americanos apóstatas (em geral copiados pelos nacionais) andam fazem.  Vejamos alguns exemplos.
 
1. - Brad Powell é o pastor da Igreja de Northridge, em Michigan, cuja campanha publicitária diz que a igreja é para hipócritas, mentirosos e fracassados. Ele afirma cinicamente: “Jesus não colocou cercas mais altas no céu para manter as pessoas ruins longe dele.” Aqui se entende que ser mau, mesmo sem ser convertido, pode significar uma entrada garantida no céu.
2. - Em 1984, num programa de Phil Donahue, Norman Vincent Peale, anunciou: “Não é necessário nascer de novo. Cada um tem o seu próprio caminho de salvação e eu tenho o meu. Encontrei a paz eterna num santuário xintoísta. Tenho visitado santuários xintoístas, pois sei que Deus está em todo lugar”.
Phil Donahue ficou tão surpreso que indagou: “Mas, o senhor não é um ministro cristão? Achei que o senhor iria responder que Cristo é o caminho, a verdade e a vida”... Peale respondeu: “Jesus Cristo é apenas um dos caminhos para Deus e Deus está em todo lugar”. Aqui, Peale chamou Jesus de mentiroso, e como já foi para o seu próprio lugar, deve estar ali, gemendo de calor e desespero. Afinal, quem foi verdadeiro sobre a necessidade de nascer ou não nascer de novo?  Norman Vincent Peale ou o nosso Deus e grande Salvador,  Jesus Cristo?
3. -  O principal discípulo de Peale, Robert Schuller, ultrapassou as heresias do seu mestre, quando criou o “Evangelho da Auto-Estima”. Em seu livro “Self-Esteem: The New Reformation”, Schuller declara que “os líderes da Reforma Protestante cometeram o erro de centralizar sua teologia em Deus, em vez de centralizá-la no homem”.
Schuller ensina que a essência do problema humano é uma  baixa auto-estima Mas, a Bíblia ensina que auto-estima é orgulho, portanto um grave pecado. Schuller diz que quando Jesus se referiu, em João 7:38, aos “rios de água viva”  fluindo dos cristãos, Ele estava falando da auto-estima, e argumenta que o pecado é algo que nos rouba a “dignidade divina” . Mas, a Bíblia diz que pecado é a rebelião contra Deus.
4. - Outro apóstata da atualidade é Robert Funk, um “erudito” em Novo Testamento , na Universidade de Montana. Ele fundou o famoso Seminário de Jesus, o qual começou a funcionar em 1985. O propósito anunciado deste Seminário era “Renovar a questão do Jesus histórico”. O Seminário conduziu esta questão de maneira incomum. Realizando reuniões bianuais durante seis anos, o grupo votava, sobre cada um dos pronunciamentos de Jesus, conforme registrados nos evangelhos. Eles votavam, depositando sementes coloridas numa caixa. Uma semente preta significava que Jesus, definitivamente, não havia feito a declaração em pauta. Uma semente roxa significava que, provavelmente, Ele havia dito algo parecido, mas não nas palavras registradas. Uma semente vermelha significava que Ele, decididamente, havia feito aquela declaração. (Quanta heresia na educação religiosa, hem?)
Como se pode ver, a exata proposta do Seminário de Jesus era achincalhar as narrativas dos evangelhos. O Senhor Jesus Cristo, deve ter dado umas risadinhas bem sarcásticas, quando observou estes chamados “eruditos” votando sobres se as passagens de Sua Palavra eram válidas ou não. “Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos”.  (Romanos 1:22).
5. - R. Kirby Godsey, presidente de uma Universidade Teológica, amplamente mantida pela Convenção Batista, “nega a infalibilidade da Bíblia, como sendo a   exclusiva autoridade e a Palavra de Deus; nega a veracidade das narrativas dos evangelhos sobre a vida e os ensinos de Jesus, a eficácia da expiação pelo sangue de Cristo e a exclusividade de Cristo como Salvador”.  O que esta cambada de incrédulos precisa negar mais?
6. - Em 1997, o General Board of Global Ministries, da Igreja Metodista Unida, patrocinou em Kansas City uma conferência que atraiu 4.000 participantes de todas as partes do mundo.  Intitulada “Global Gathering III”, a conferência apresentou uma parada de preleções que atacavam os fundamentos da fé cristã.  Um dos preletores chegou a declarar que a crucificação de Jesus revelou “um abusivo Pai celeste, o qual não pode merecer a adoração cristã”. Ele expressou, com urgência, a idéia de que “a igreja reverenciasse todas as crianças do mundo como sendo pequenos messias, iguais a Jesus”.
7. -  A Nova Igreja Episcopal de Walkerville, Maryland, contratou uma firma de relações públicas para desenvolver uma campanha de propaganda na imprensa e na TV. Um dos primeiros anúncios nesta campanha mostrava uma bandeira hasteada com a frase: “Vá para o inferno a igreja”. Também mostrava um homem pensando: "Se quiser me sentir culpado, basta eu comer algumas fatias de queijo.” Outro anúncio mostrava uma série de gravuras de Cristo pregado na cruz. Escritas sobre Cristo estavam estas palavras: “Claro que as pessoas usando piercing são bem-vindas à nossa igreja” . Realmente, esta igreja exorbitou, quando começou a publicar anúncios na TV. Ela contratou um parceiro conhecido pelos seus pervertidos desenhos humorísticos, o qual  produzia matéria para o show Saturday Night Live.  Sua primeira propaganda apresentava um pai e um filho jogando beisebol, no terreno em frente à sua casa, com este diálogo: O pai indaga: “Prepare-se, Timmy. Amanhã sua mãe e eu vamos levá-lo à igreja. Ali você não apenas vai aprender sobre o salário do pecado e a condenação eterna, como vai poder participar de jogos interessantes ... e de algumas canções inspiradoras como a ‘Kumbayá’ e ‘Tenho alegria, alegria em meu coração’.” Arrasado diante de tal perspectiva, Timmy corre para o meio da rodovia e levanta as mãos em desespero, quando um caminhão buzina e o atropela”.
        A igreja está se suicidando por causa da apostasia que a domina, atualmente. E quando alguém levanta a voz para criticar os desmandos pastorais, é logo taxado de ignorante, agressivo, abusivo e merecedor da pecha de não convertido... como eu.
 
Mary Schultze, 28/10/2010  - www.maryschultze.com
Embasado no texto  - Apostasy in the Church - do Dr. David R. Reagan, do Lamblion Ministries.


Visite, conheça e acompanhe o Buzz da Cultura Evangélica e Coloque-o no seus Favoritos - Esperamos você Siga-nos no Twitter Visite: Mensagens Bíblicas do Livro de Apocalipse, Notíciário Gospel, Bíblias Eletrônicas Free, Estudos Bíblicos