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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Carnaval, Origens e Relatos Históricos



Carnaval - a Festa da Carne

“...se viverdes segundo a carne, morrereis; 
mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis 
(Rm 8.13)

O carnaval brasileiro é uma das festas populares mais conhecidas em todo o mundo, mas totalmente contrária aos valores cristãos bíblicos. Mesmo sendo uma manifestação cultural popular, deve ser analisada à Luz da Bíblia Sagrada por aqueles que pretendem trilhar os ensinos de Jesus Cristo e do Evangelho. E é analisando os registros históricos desde os primórdios dos tempos, que  podemos discernir melhor o que realmente envolve esse conceito de "festa popular". 

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Pregar Julgamento Divino ou Paz e Prosperidade?

Jeremias foi odiado, perseguido, preso e ameaçado de morte porque pregava o arrependimento e admoestava sobre o julgamento divino, enquanto os “profetas positivos” prometiam paz e prosperidade, “pela palavra do Senhor”. 

A opinião popular a ele se opunha. Ele ficou tão desanimado ao ponto de declarar que não iria mais falar em nome de Deus e nem mesmo iria mencionar o Seu nome. 

Mas, a Palavra de Deus estava em seu coração, queimando como fogo em seus ossos, de modo que ele precisava falar (Jeremias 20). Sim, é o fogo divino queimando por dentro que nos compele a falar. 

[Excerto do artigo intitulado A Verdadeira Obediência a Cristo e à Sua Palavra, de Dave Hunt, publicado em http://biblioteca-evangelica.blogspot.com.br/2012/08/a-verdadeira-obediencia-cristo-e-sua.html]


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sexta-feira, 29 de junho de 2012

A ARIDEZ DA ORTODOXIA MORTA

Por Fabio Campos
"Os mestres da lei e os fariseus se assentam na cadeira de Moisés. Obedeçam-lhes e façam tudo o que eles lhes dizem. Mas não façam o que eles fazem, pois não praticam o que pregam. Eles atam fardos pesados e os colocam sobre os ombros dos homens, mas eles mesmos não estão dispostos a levantar um só dedo para movê-los". (Mt. 23:2-4 NVI)

          O chamado a defesa da fé é um dos ministérios mais difíceis de serem exercidos. Assim como Jeremias, Lutero, Huss, entre outros, sua recompensa às vezes será solidão, martírio, e desprezo até mesmo por parte daqueles a quem mais amamos. Este não é um chamado simpático ou para se ganhar popularidade.

          Entretanto, nos últimos dias, venho percebendo que tem faltado o tempero no linguajar e uma abordagem menos agressiva no trato de assuntos "controversos" (Cl. 4:6). Principalmente no campo acadêmico, o solo tem sido árido, pedregoso, sem amor e misericórdia para com aqueles que discordam de algum ponto de vista secundário da fé cristã. Nas coisas que a Bíblia deixa à liberdade do Cristão, o respeito e o amor para com o irmão têm que prevalecer na discordância (Rm 14).

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Afinal, o que está errado com a teologia da prosperidade?



Por Augustus Nicodemus


Apesar de até o presente só ter melhorado a vida dos seus pregadores e fracassado em fazer o mesmo com a vida dos seus seguidores, a teologia da prosperidade continua a influenciar as igrejas evangélicas no Brasil.

Uma das razões pela qual os evangélicos têm dificuldade em perceber o que está errado com a teologia da prosperidade é que ela é diferente das heresias clássicas, aquelas defendidas pelos mórmons e “testemunhas de Jeová” sobre a pessoa de Cristo, por exemplo. 

A teologia da prosperidade é um tipo diferente de erro teológico. Ela não nega diretamente nenhuma das verdades fundamentais do Cristianismo. A questão é de ênfase. O problema não é o que a teologia da prosperidade diz, e sim o que ela não diz.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Conselhos a um Pastor


Conselhos a um Pastor: Cartas reais
Por Solano Portela 
"Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue" (At 20.28)

domingo, 13 de maio de 2012

Uma mãe realmente dedicada



ANA: UMA MÃE DEDICADA A DEUS

1 Samuel 1



Bem, como vocês sabem, na semana passada nós terminamos 1 Timóteo e minha esposa disse-me: "Você não está começando 2 Timóteo, neste próximo domingo, está? Você necessita, realmente, falar sobre as mães, no Dia das Mães." Ela sempre procura conseguir isto no Dia das Mães. E eu respondi: "Bem, eu não tenho feito isto por alguns anos." Ela me disse: "Sim, há sete anos atrás você falou sobre Ana e eu acho que você deveria fazer isto, outra vez, neste Dia das Mães." E então eu concordei: "Sim, querida, eu farei isto." E é isto o que eu estou indo fazer esta manhã, e eu faço-o não sem... não com nenhuma relutância, mas alegremente e feliz. Sete anos atrás eu dei uma olhada no perfil de uma mãe dedicada a Deus, perfil que encontramos na vida de Ana. Isto foi há muito tempo atrás e eu necessitei refrescar minha memória para relembrar a história inteira, na verdade, para recordá-la, e eu, outra vez, fiquei entusiasmado e emocionado sobre os possibilidades do que nós podemos aprender deste assunto maravilhoso.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Sede Santos Porque Eu Sou Santo


SANTIFICAÇÃO NÃO É UMA OPÇÃO



Qual o significado da palavra santificação? A palavra santificação significa 'separação'. O Apóstolo Paulo em I Tessalonicenses 4:7, diz: 'Porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação.'
Ainda em I Tessalonicenses também no Capítulo 4 e agora no versículo 3, o Apóstolo Paulo, afirma: 'Pois esta é a Vontade de Deus, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição.'
Na primeira Epístola de Pedro capítulo 1, versículo 16, está expresso o mandamento de santidade: Deus disse: 'Sede santos, porque eu sou Santo.' Portanto, não fica a critério do indivíduo o problema da santificação. 

Santificação é...
Santificação não é uma opção. Santificação não é uma escolha. Santificação é uma ordem Divina, é um imperativo Divino. Deus ordena: 'Sede santos, porque eu sou Santo.'
O cristão cuja vida é um fardo de imundície, está em flagrante desobediência ao Senhor. Vejamos o que o Apóstolo Paulo diz novamente em I Tessalonicenses Capítulo 4 e agora no versículo 8: 'Quem rejeita estas coisas (a santificação), não rejeita ao homem, mas a Deus'. E finalmente, em Hebreus 12:14, o Senhor nos ordena: 'Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor'.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Pérgamo: A Igreja casada com o mundo



PÉRGAMO, A IGREJA CASADA COM O MUNDO
Compilado Por Israel Reis




INTRODUÇÃO
I.   PÉRGAMO, O TRONO DE SATANÁS
II.  A ESPADA DE DOIS GUMES
III. O DESTINATÁRIO
IV. AS HERESIAS DE PÉRGAMO
V.  CONCLUSÃO

História
Pérgamo: Tal palavra estava relacionada à ‹‹purgos››, isto é, ‹‹torre›› ou ‹‹castelo››, ou seja, ‹‹fortificada››. Pérgamo era a ‹‹cidadela›› de Tróia. E, de fato, nos escritos clássicos, tal palavra era usada para indicar a ‹‹cidadela› ou ‹‹fortaleza›› de qualquer cidade. Sua suposta significação de ‹‹casada›› não é apoiada nos dicionários. "Casada" é apenas uma analogia. Porque a bem da verdade aquela Igreja entrou em matrimônio com o mundo, quando ficou sob o favor imperial, embora tal significado não seja ilustrado no nome da cidade. 

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Halloween: A Noite das Bruxas diante da Palavra de Deus


A Maldição do Halloween ou
A Noite das Bruxas
31 de outubro

Desde o jardim do Éden, o homem tem admirado e gostado de coisas impuras. O ser humano carrega em si mesmo uma tendência para o mal, para o que é maligno. Na sua condição natural, não recriado, não regenerado, estando em abismo, procura outros abismos.                     

Assemelha-se a esses exploradores de cavernas, que quanto mais se infiltram por buracos negros, mais vontade têm de continuar descobrindo coisas novas, emocionantes e sensacionais.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Escravos da Lei



Escravos da Lei

Pessoas há que se acostumam com o cativeiro e gostam da condição de escravas. Insondáveis mistérios da alma humana. Os excluídos não raro preferem a escuridão das cavernas à luz da liberdade. Há os que convivem com ratos nos subterrâneos das grandes cidades. Para eles, os grilhões são necessários; a liberdade, uma utopia, algo inatingível e incompreensível.
Muitas árvores crescem sob proteção. Colocam ao seu redor uma grade de ferro ou de madeira para protegê-las das intempéries. Na verdade, a árvore fica encarcerada. Até certo estágio do seu desenvolvimento, nada contra. Depois, essa prisão, dantes necessária, passa a constrangê-la, a impedir a sua natural evolução.

sábado, 11 de junho de 2011

O crente deve evitar a televisão?
                                                   Pr. Airton Evangelista da Costa

domingo, 19 de dezembro de 2010

O Sábado foi primeiramente dado a Israel, e é o Sinal de DEUS para Israel

O Sábado foi primeiramente dado a Israel,
e é o Sinal de DEUS para Israel


Pr. David Cloud


Os Adventistas do Sétimo Dia ensinam que os homens guardavam o sábado desde os dias de Adão, mas isso contradiz o registro da própria Bíblia.

Embora seja verdade que o sábado se originou no final dos seis dias da criação (Gênesis 2:1-3), ele foi o descanso1 de Deus, não do homem. Não há registro em Gênesis de que Deus deu o sábado ao homem. Os santos em Gênesis construíram altares, oravam, ofereciam sacrifícios, e dizimavam, mas a Escritura mantém-se silenciosa em relação à guarda do sábado.

Neemias 9:13-14 diz claramente que o sábado foi dado pela primeira vez a Israel no deserto:

 "E sobre o monte Sinai desceste, e dos céus falaste com eles, e deste-lhe juízos retos e leis verdadeiras, estatutos e mandamentos bons. E o teu sábado lhes fizeste conhecer; e preceitos, estatutos e lei lhes mandaste pelo ministério de Moises, teu servo." (ACF)

 Se Abraão, Isaque e Jacó guardavam o sábado, seus filhos estariam familiarizados com a prática, mas Neemias nos diz que este não foi o caso.

Êxodo 31:12-18 diz claramente que o sábado foi um sinal especial entre Deus e Israel.

“12 ¶ Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo: 13 Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica. 14 Portanto guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente morrerá; porque qualquer que nele fizer alguma obra, aquela alma será eliminada do meio do seu povo. 15 Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do descanso, santo ao SENHOR; qualquer que no dia do sábado fizer algum trabalho, certamente morrerá. 16 Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações por aliança perpétua. 17 Entre mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou, e restaurou-se. 18 E deu a Moisés (quando acabou de falar com ele no monte Sinai) as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus.” (Êx 31:12-18 ACF)

Se o sábado tivesse sido dado a humanidade em geral após a criação, ele não poderia ter sido um sinal exclusivo para Israel. O fato é que o sábado pertence à nação de Israel e não a qualquer outro povo. Também é importante notar que o sábado será uma eterna possessão de Israel (Ex 31:16).

Este sinal nunca vai ser anulado ou transferido para outro povo. Isso explica por que os profetas anunciam que Israel guardará o sábado, mesmo após o reino de Cristo ter sido estabelecido na terra (Is 66:23). Isso também explica por que Jesus Cristo mencionou o sábado em sua profecias a respeito da tribulação (Mt. 24:20). Judeus, ainda hoje, guardam o sábado e não há restrições para sua observância na terra de Israel. As linhas aéreas El Al não possui vôos aos sábados, por exemplo.



O SÁBADO E OS SANTOS DO NOVO TESTAMENTO

Em seus escritos para as igrejas, os apóstolos só mencionaram o sábado três vezes:
1. O sábado é um símbolo de descanso na salvação em Cristo (Hb 4). Assim como os judeus não trabalham no sábado, assim o crente é salvo pela graça de Deus sem as obras.
2. O crente do Novo Testamento não é obrigado a guardar o sábado (Col.2:16). Quando Paulo fala de "dias de sábado", no plural, ele está se referindo a todos os dias de descanso que Deus deu a Israel, incluindo aqueles associados com as festas. Por exemplo, o Pentecostes sempre caia no primeiro dia da semana, mas era um sábado especial em que o trabalho não era realizado (Lv 23:16 -21). Os adventistas do sétimo dia e outros guardadores do sábado afirmam que Colossenses 2:16 não se refere ao sábado semanal regular, mas não há evidências de que seja este o caso.2
3. O crente do Novo Testamento tem a liberdade na questão dos dias santos (Romanos 14:4-6).

Aqueles que afirmam que o sábado é imposto ao cristão, estão ensinando uma doutrina contrária à dos apóstolos.

"O sábado se relaciona com a velha criação e foi dado exclusivamente a Israel; o Dia do Senhor refere-se à nova criação, e pertence especialmente à igreja. O sábado fala da lei, seis dias de trabalho que são seguidos do repouso, mas o Dia do Senhor fala da Graça, pois começamos a semana com o repouso, que é seguido então pelas obras." (Wiersbe do Antigo Testamento Outlines).

Por que, então, Jesus guardou o sábado? Ele guardou o sábado pela mesma razão pela qual Ele guardou todas as outras leis de Moisés. (Ele também observou as festas.) Jesus fez estas coisas, porque Ele nasceu judeu, nascido sob a lei, para que pudesse cumpri-las perfeitamente e resgatar seu povo de sua penalidade e escravidão (Gálatas 4:4, Rm 9:5).



EVIDÊNCIA BÍBLICA DE QUE OS CRISTÃOS PRIMITIVOS ADORAVAM NO DOMINGO


1. Jesus ressuscitou dos mortos no primeiro dia da semana (Mc 16:9).

2. Jesus apareceu aos seus discípulos no primeiro dia da semana (Mc 16:9).

3. Jesus várias vezes se encontrou com os discípulos após a ressurreição, em locais diferentes, no primeiro dia da semana (Mc 16:9-11; Mt 28:8-10; Lc 24:34;. Mar. 16:12-13; Jo. 20,19-23).

4. Jesus abençoou os discípulos no primeiro dia da semana (Jo 20:19).

5. Jesus deu aos discípulos o dom do Espírito Santo no primeiro dia da semana (Jo 20:22).

6. No primeiro dia da semana, Jesus comissionou os discípulos a pregarem o evangelho a todo o mundo (Jo 20:21; com Mc16:9-15).

 7. No primeiro dia, Jesus subiu ao Céu, setou-se à destra do Pai e foi feito a Cabeça de todos (Jo 20:17; Ef 1:20).

8. No primeiro dia da semana, muitos dos santos mortos ressuscitaram e saíram dos túmulos (Mt 27:52-53).

9. O primeiro dia da semana se tornou o dia de alegria e de regozijo para os discípulos (Jo 20:20; Lc 24:41).

10. No primeiro dia da semana, o evangelho de Cristo ressuscitado foi primeiramente pregado (Lc 24:34).

11. No primeiro dia da semana, Jesus explicava as Escrituras para os discípulos (Lc 24:27, 45).

12. No primeiro dia da semana o pagamento da nossa redenção foi completado (Rom. 4:25). 13. No primeiro dia o Espírito Santo desceu (Atos 2:1). O Pentecostes acontecia no 500 dia após o sábado seguinte a oferta de jubileu (Lev. 23:15-16). Assim, o Pentecostes era sempre realizado em um domingo.

14. Os cristãos reuniam-se para adorar no primeiro dia da semana (Atos 20:6-7, 1 Coríntios. 16:02)

(D.M. Canright, Ex-Adventista do Sétimo Dia).

Desde aqueles dias, a grande maioria dos cristãos tem sempre se reunido para o culto no dia do Senhor. Eles fazem isso em honra à ressurreição do Salvador. Cristo estava no túmulo, durante o sábado, e levantou-se como o primogênito dentre os mortos no primeiro dia da semana. O sábado significa o último dia da velha criação (Gn 2:2). O Domingo é o primeiro dia da nova criação.



EVIDÊNCIA HISTÓRICA DE QUE CRISTÃOS PRIMITIVOS ADORAVAM NO DOMINGO


A Epístola de Barnabé (cerca de 100 dC) - "Portanto, também nós mantemos o oitavo dia com alegria, o dia também em que Jesus ressuscitou dos mortos. "

A Epístola de Inácio (cerca de 107 dC) - "Não vos enganeis com estranhas doutrinas, nem com as fábulas antigas, que não são proveitosas. Porque, se nós ainda vivemos segundo a Lei Judaica, nós reconhecemos que não temos recebido Graça... Portanto, aqueles que foram educados na antiga ordem das coisas vieram à posse de uma nova esperança, não mais observando o sábado, mas vivendo na observância da Dia do Senhor, em que também a nossa vida surgiu novamente por Ele e por Sua morte. "

Justino Mártir (cerca de 140 dC) - "E no dia chamado domingo todos os que vivem nas cidades ou no campo se reúnem em um só lugar, e as memórias dos apóstolos ou os escritos dos profetas são lidos. ... Mas o Domingo é o dia em que todos têm uma assembléia em comum, porque é primeiro dia da semana em que Deus ... fez o mundo; e Jesus Cristo, nosso Salvador no mesmo dia ressuscitou dos mortos. "

Bardesanes, Edessa (180 dC) - "No primeiro da semana, nós nos reunimos juntos, em assembléia. "

Clemente de Alexandria (194 dC) - "Ele, em cumprimento do preceito, segundo o evangelho, mantém o Dia do Senhor ... glorificando ao Senhor pela Sua ressurreição. "

Tertuliano (200 dC) - "Nós tornamos solene o dia depois do sábado, em contradição com aqueles que chamam este dia o seu sábado."

Irineu (cerca 155-202 dC) - "O mistério da ressurreição do Senhor não pode ser comemorado em qualquer dia senão no Dia do Senhor, e somente nele devemos observar o descanso da festa de Páscoa ".
Cipriano (250 dC) - "O oitavo dia, isto é, o primeiro dia após o sábado, é o Dia do Senhor ".

Anatólio (AD 270) - "Nossa preocupação com a ressurreição do Senhor, que teve lugar no Dia do Senhor nos levará a celebrá-lo."

Pedro, Bispo de Alexandria (306 dC) - "Mas o Dia do Senhor, nós celebramos como um dia de alegria, porque nele, Ele [o Senhor] ressuscitou. "

Pr David Cloud

Traduzido pelo Pr. Miguel Ângelo Maciel , dez.2010.




1.  A palavra hebraica sabbath significa cessar. DEUS descansou não por que estava cansado, humanamente falando, mas por ter descansado (cessado) da obra da criação.

2.  Para uma excelente explicação a respeito de Col. 2:16-17 (e Oseias 2:11), ler o capitulo A EXTINÇÃO DO SÁBADO, do livro A GUARDA DO SÁBADO, do Dr Aníbal Pereira Reis (publicado pela Edições Caminhos de Damasco e recentemente re-publicado pelas Edições Cristãs). O Dr Aníbal de forma conclusiva identifica os dias de festas (cerimônias ANUAIS), as luas novas (cerimônias MENSAIS) e os sábados (cerimônias SEMANAIS), com as atividades cerimoniais exclusivamente judaicas, demonstrando que desde o Antigo Testamento DEUS já havia prometido fazê-las cessar.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Vendo com os "olhos de Deus"

Acerte seu relógio com o relógio de Deus!

redacaoregional@ig.com.br

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"... tendo sido impedidos pelo Espírito Santo de pregar a palavra na Ásia... à noite, sobreveio a Paulo uma visão, na qual um homem macedônio estava em pé e lhe rogava: passa a Macedônia e ajuda-nos”. Atos 16:6-10

Não devemos
entender, com base nesse texto, que Deus não queria que o povo da Ásia ouvisse a sua Palavra. Tanto é assim que o apóstolo Paulo, depois, abriu várias Igrejas na Ásia, como a Igreja dos Gálatas, dos Efésios, dos Coríntios, e outras. Apenas não era a sua prioridade no momento para o ministério de Paulo, pois havia uma necessidade maior na Macedônia.

Dentro do grande universo da obra de Deus aqui na terra, precisamos descobrir as prioridades que estão no seu coração e, para isso:


PRECISAMOS LER A “AGENDA” DE DEUS – nada havia de errado em pregar o evangelho na Ásia, fosse aos gálatas ou aos de Bitínia, mas não era isso que estava na “agenda” de Deus para aquele momento. Para sermos bem sucedidos naquilo que fazemos, precisamos estar atentos à agenda de Deus.

PRECISAMOS ACERTAR NOSSO RELÓGIO COM O “RELÓGIO” DE DEUS – Paulo, quando leu na agenda de Deus qual a tarefa do dia, não esperou nem mais um minuto: partiu imediatamente. Resultado: Lídia e toda a sua família foram salvos, uma jovem adivinhadora foi liberta dos demônios, um carcereiro e toda sua família conheceram a Jesus. Estava fundada a Igreja dos Filipenses, que foi a mais elogiada pelo apóstolo Paulo, dentre todas as suas cartas. Nosso relógio não pode estar atrasado em relação ao de Deus. Precisamos agir no tempo de Deus!


PRECISAMOS VER COM OS “OLHOS” DE DEUS – Paulo teve uma visão, dada por Deus, de um macedônio que lhe clamava por ajuda. Naquele momento ele viu com os olhos de Deus, e soube qual era a sua prioridade: alguém que clamava por socorro. Precisamos pedir as visões de Deus para nossa vida, senão gastaremos nosso tempo e energia naquilo que não é a Sua prioridade.


Muita coisa precisa ser feita, mas Deus tem uma ordem de prioridades que precisa ser seguida. Ele pode nos mostrar, não um macedônio, mas talvez uma criança de rua clamando por um pedaço de pão, um alcoólatra clamando por libertação, uma mulher chorando por seu filho, um pai desempregado e em desespero. Qual é a prioridade de Deus para nossa vida? Em que área ele quer nos usar?

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Cresce a força maligna através dos Desenhos, Jogos Infantis e os vícios



Cresce a força maligna através dos Desenhos, Jogos Infantis e os vícios

Que tremenda batalha que os pais estão enfrentando nos últimos anos! As forças espirituais da maldade ameaçam mais do que os rumores de uma guerra nuclear, mais do que o terrorismo ou o caos econômico. A violência tomou conta dos lares, escolas e avança nas ruas. A rejeição aos princípios de Deus tem trazido conseqüências terríveis para a sociedade moderna.

"Satanás não está simplesmente tentando atrair as pessoas para um conflito entre o bem e o mal. Ele está tentando erradicar a rebelião contra Deus sem que as pessoas tenham a capacidade de discernir entre o bem e o mal."

Fique atento: "Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo! Ai dos que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos!" [Isaías 5:20-21].

Desde que foi expulso do céu por causa da rebelião, satanás inverteu totalmente sua missão. Ao invés de guardar e conduzir as pessoas à luz, se tornou o príncipe das trevas, consequentemente seu principal objetivo é conduzir às pessoas para o mundo de trevas. Astutamente ele vem agindo de formas tão atraente que milhões de pessoas não percebem que estão enganadas.

Crianças de todo mundo estão brincando com jogos que envolvam o ocultismo sem que os pais percebam. Exemplo: Os tabuleiros de Ouija sempre convidaram à opressão, mas atualmente, muito mais pessoas estão invocando "espíritos" indesejados. O mesmo acontece com a nova geração de jogos e vídeos ocultistas.

Jovens e adolescentes estão brincando com as forças espirituais do mal, como se estivesse brincando com seus amiguinhos. A brincadeira do copo, por exemplo, se tornou epidemia nas escolas brasileiras. A feitiçaria, a bruxaria e a mediunidade estão fazendo parte do cotidiano das pessoas. Homens e mulheres em todo mundo estão na busca do sobrenatural. A mediunidade se tornou popular e está se alastrando rapidamente de maneira que o "mundo espiritual" está se tornando cada vez mais acessível. Lamento que poucas famílias estão equipadas para resistir a isso, pelo contrário, satanás atingiu primeiro a base da sociedade – a família. A separação, a discórdia, o medo, a insegurança, o abandono... Tudo isso contribui para se fazer filas aos centros mediúnicos. As igrejas estão oferecendo muito pouco para aqueles que estão cativos e presos. A maioria simplesmente ignora o perigo e endossa a "diversão” e os “shows gospel” como forma de aproximas as pessoas de Deus. Perdoem-me aqueles que investem fortuna em shows para exaltar o nome de Jesus; nada contra a diversão ou os shows evangélicos, mas não consigo abrir mão dos princípios bíblicos para fazer calar o inimigo. “Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus”, disse Jesus. Usar o nome de Jesus é ótimo e considero valioso como medida emergencial para aliviar a dor. Mas precisamos ir além do sintoma, temos que tratar da causa. E tratar da causa sem usar a Bíblia é quase que impossível. As pessoas precisam se livrar do pecado, rejeitar os vínculos com o poder das trevas e passar por um processo de mudança de caráter. E a mudança de caráter não ocorre apenas com a mudança de religião. O Pai, o Filho e o Espírito Santo agem em harmonia, usando como regra a Bíblia Sagrada – A palavra de Deus.

Muitas pessoas, embora “crentes”, mas continuam cegas. Crianças, adolescentes e jovens filhos de pais e mães afastados de Deus, estão desnorteados, não sabem que caminho seguir. Como vão conhecer os perigos do ocultismo e resistir a eles? Muitos estão dando as boas-vindas às trevas por não ter noção do que é treva e do que é luz. Os pais embora professem uma religião, vão à igreja, mas continuam com o caráter mundano, perverso, cheio de mentiras, sem demonstrar compromisso com os princípios de Deus. Os filhos acabam aceitando uma religião maculada pelos erros de quem poderia dá exemplo. O pai e mãe são arquitetos da família. Uma casa mal feita demonstra que não houve um projeto arquitetônico ou foi construída por um péssimo arquiteto. “Portanto, examinai as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna”. Você não é obrigado a concordar comigo, muito atribuir aos outros a sua culpa, mas te convido a Escritura Sagrada. E examinar a natureza e as táticas da guerra espiritual que você e a sua família estão vivendo. Pois ela é muito real.

Segundo Berit Kjos "... a fera interior!" “São palavras de jovens e adolescentes, envolvidos na luta. Eles na verdade sentiam como se tivessem feras incontroláveis dentro de si. As descrições deles das batalhas interiores — as terríveis conseqüências da obsessão com os jogos RPG ocultistas — eram de partir o coração. Eles não conseguiam parar de jogar — ou bloquear as aterrorizadoras imagens implantadas em suas mentes! Além disso, não conseguiam encontrar cristãos fiéis em suas cidades que pudessem guiá-los rumo à liberdade. Tarde demais, eles descobriram que a sedutora jornada para a servidão ocultista é muito mais suave do que a recuperação da liberdade. Todavia, poucos vêem os perigos da seguinte progressão”.

Cegueira Cristã

A Bíblia diz que "as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo." [2 Coríntios 10:4-5]. Nossa arma principal é a espada do Espírito, a Palavra de Deus. Mas onde está ela? Talvez aberta em algum lugar na casa; ou quem sabe, alguém está lendo-a diariamente com os filhos? Puxa ela está bem guardada e pego-a quando for para a igreja com os irmãos. Nossos filhos precisam conhecer a Palavra de Deus, depois exercer fé e basear suas vidas nos princípios e regras divinas. O fato é que não queremos isso, não aceitamos o radicalismo. Que lástima, as verdades bíblicas estão sumindo muito rapidamente e as enganações, mais atraentes, aceitáveis estão sendo disseminadas mais do que nunca. O vazio do ser está sendo preenchido com o ocultismo.

As armas usadas pelos combatentes Bakugan são totalmente contrárias aos caminhos de Deus. Baseadas na antiga força chinesa chamada Chi, elas fluem da mesma fonte que toda outra arma ocultista. O Chi (ou Ki, Prana, etc.) é meramente o rótulo oriental para as forças espirituais que eram invocadas e comandadas pelos feiticeiros cananeus, magos babilônios, alquimistas medievais e sociedades secretas em toda a história. A magia deles está vinculada com o poder da vontade humana. Ela envolve concentração mental e instruções firmes que habilitam os ocultistas a "lançarem encantamentos" e "fazerem magia" sem hesitação ou considerações morais.

Para muitos ocultistas ocidentais, esse "símbolo" habilitador para invocar e transmitir poder demoníaco é o Tarô (baseado na Cabala), ou outras cartas mágicas.

O entretenimento dos dias atuais faz esses rituais de autocapacitação parecerem mais importante do que a oração. Os jovens jogadores estão continuamente aprendendo, e depois praticando, uma nova cosmovisão — que distorce ou rejeita o cristianismo bíblico. Não é surpresa que esse processo combine com a fórmula marxista para a transformação social:

Com a crescente popularidade do ocultismo, muitas outras pessoas trocaram as verdades de Deus pelo poderes caprichosos que apelam à lascívia e às ambições da natureza humana caída. "Tu amas mais o mal do que o bem, e a mentira mais do que o falar a retidão." [Salmos 52:3].

Me intriga a quantidade de pessoas culta ou não, pobres e ricas que estão sendo destruídas, sem perceber. Desde o mendigo ao nobre da sociedade tornam-se escravos do maligno. Embora em caminhos diferentes, lugares diferentes, mas o objetivo é o mesmo.

De acordo com a escritora espírita Vera Lúcia Marinzeck em seu livro “Vivendo no mundo dos espíritos” Pág. 127-128: Espíritos testificam: “Entramos em três bares. Os encarnados (pessoas possuídas) bebiam. E eram poucos os que não estavam acompanhados... Ali muitos espíritos sugavam o hálito dos que bebiam, embriagando-se juntos. Vimos um (demônio) que obsediava um encarnado, mas não se embriagava, queria que seu obsediado bebesse para se tornar ridículo, um farrapo humano. É estranho ver desencarnados bêbados. Brigam entre si riem, caem, dizem grosserias. Alguns parecem animais e, na maioria, são sujos, com cabelos e unhas grandes, e babam”...

E continua: “Fomos ver um grupo se drogando. Eram oito encarnados, só dois adultos e os seis jovens já estavam dopados... O grupo dos desencarnados que se drogava era maior: vinte, todos perturbados. Figuras estranhas, sujas e mal cheirosas”.

Minha intenção aqui não é divulgar escrito de ninguém. Apenas mostrar quem está por trás da bebida alcoólica, da droga, da violência, da iniqüidade. Fiquei pasmado quando li o relato dos próprios espíritos malignos que vão à igreja, assistem cultos, pareciam algumas orações e alguns hinos, e dizem ter alguns líderes e músicos como aliados.

O ocultismo ocidental está se misturando com o oriental há pelo menos dois mil anos. Entretanto, o que costumava ser um pequeno rio se transformou em inundação. Até mesmo as igrejas estão dando as boas-vindas aos mistérios que as sociedades no passado esconderam tão bem.

Os ocidentais criados em uma civilização cristã "segura" tendem a desconsiderar a origem desses poderes. O Ocidente todo, convenientemente, fechou seus olhos para as realidades ocultas que desapareceram de vista com a propagação do cristianismo. Agora, essas realidades tenebrosas estão retornando como vingança.

Lembre-se daquilo que a serpente disse a Eva no Jardim do Éden ao tentá-la a comer do fruto proibido:

"Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal." [Gênesis 3:4-5; ênfase adicionada].

Foi uma mentira maliciosa! Em vez de se tornar como Deus, o pecado de Eva a baniu da presença de Deus. Conhecendo o mal de forma experimental, ela se tornou uma criatura pecadora que não poderia mais caminhar na presença do nosso Deus, que é santo. A promessa de Satanás foi na verdade uma cilada mortal.

Visões grandiosas estão entre os truques mais eficientes de Satanás. Em um ponto no mito de Bakugan, o maligno Naga conseguiu "absorver" para dentro de si mesmo uma imensa quantidade de "energia negativa". Isso causou uma grande crise de "energia"! Como resultado, os grupos de batalha enfrentaram uma tarefa de proporções cósmicas: "Restaurar a paz em todo o Universo".

Que sugestão arrogante! Todavia, ela suporta aquilo que as crianças aprendem nas escolas públicas: é tarefa delas salvar o planeta, criar unidade na diversidade, e se opor às visões arcaicas de seus pais.

Nesse mundo de fantasia, faz sentido que os lados opostos — o bem e o mal — se dêem as mãos em perfeita harmonia.

"Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte." [Isaías 14:12-13].

Se escolhermos os "outros deuses" e cedermos às tentações de Satanás, certamente enfrentaremos terríveis conseqüências.

Considere as seguintes advertências:

"Mas não ouviram, nem inclinaram os seus ouvidos, mas andaram nos seus próprios conselhos, no propósito do seu coração malvado; e andaram para trás, e não para diante." [Jeremias 7:24].

"Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios." [1 Timóteo 4:1].

"Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte." [Tiago 1:14-15]. "E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do homem." [Lucas 17:26].

O que aconteceu nos dias de Noé?

"E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente... A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência." [Gênesis 6:5,11].

O que nós podemos fazer?

Oremos pela proteção de Deus a nossa família, por discernimento, tenhamos mais amor a Deus e rejeitemos o mal. Peçamos a Deus que nossos filhos dêem ouvidos às advertências de Deus e memorizem Sua Palavra. E quanto nós, vamos cuidar para sermos modelo do rebanho. Vamos dar mais valor a Palavra de Deus.

"No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça." (Efésios 6:10-14).

"Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo." 2 Coríntios 10:4-5.

"O SENHOR vosso Deus que vai adiante de vós, ele pelejará por vós, conforme a tudo o que fez convosco, diante de vossos olhos, no Egito." Deuteronômio 1:30.

Fonte: livrearbitrio ( http://lyvrearbitrio.blogspot.com/2010/12/cresce-forca-maligna-atraves-dos.html )





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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A Nova e a Velha Cruz


A Nova e a Velha Cruz  

A. W. Tozer


Sem fazer-se anunciar e quase despercebida uma nova cruz introduziu-se nos círculos evangélicos dos tempos modernos. Ela se parece com a velha cruz, mas é diferente; as semelhanças são superficiais; as diferenças, fundamentais. Uma nova filosofia brotou desta nova cruz com respeito à vida cristã, e dessa nova filosofia surgiu uma nova técnica evangélica um novo tipo de reunião e uma nova espécie de pregação. Este novo evangelismo emprega a mesma linguagem que o velho, mas o seu conteúdo não é o mesmo e sua ênfase difere da anterior.

A velha cruz não fazia aliança com o mundo. Para a carne orgulhosa de Adão ela significava o fim da jornada, executando a sentença imposta pela lei do Sinai.
A nova cruz não se opõe a raça humana; pelo contrário, é sua amiga íntima e, se compreendemos bem, considera-a uma fonte de divertimento e gozo inocente. Ela deixa Adão viver sem qualquer interferência. Sua motivação na vida não se modifica; ele continua vivendo para seu próprio prazer, só que agora se deleita em entoar hinos e a assistir filmes religiosos em lugar de cantar canções obscenas e tomar bebidas fortes. A ênfase continua sendo o prazer, embora a diversão se situe agora num plano moral mais elevado, caso não o seja intelectualmente.

A nova cruz encoraja uma abordagem evangelística nova e por completo diferente. O evangelista não exige a renúncia da velha vida antes que a nova possa ser recebida. Ele não prega contrastes mas semelhanças. Busca a chave para o interesse do público, mostrando que o cristianismo não faz exigências desagradáveis; mas, pelo contrário, oferece a mesma coisa que o mundo, somente num plano superior. O que quer que o mundo pecador esteja idolizando no momento é mostrado como sendo exatamente aquilo que o evangelho oferece, sendo que o produto religioso é melhor.

A nova cruz não mata o pecador, mas dá-lhe nova direção. Ela o faz engrenar num modo de vida mais limpo e agradável, resquardando o seu respeito próprio. Para o arrogante ela diz: “Venha e mostre-se arrogante a favor de Cristo”; e declara ao egoísta: “Venha e Vanglorie-se no Senhor”.  Para o que busca emoções, chama: “Venha e goze da emoção da fraternidade cristã”. A mensagem de Cristo é manipulada na direção da moda corrente a fim de torná-la aceitável ao público. A filosofia por trás disto pode ser até sincera, mas sua sinceridade não impede que seja falsa. É falsa por ser cega, interpretando erradamente todo o significado da cruz. A velha cruz é um símbolo de morte. Ela representa o fim repentino e violento de um ser humano.

O homem, na época romana, que tomou a sua cruz e seguiu pela estrada já se despedira de seus amigos. Ele não mais voltaria. Estava indo para o seu fim. A cruz não fazia acordos, não modificava nem poupava nada; ela acabava completamente com o homem, de uma vez por todas. Não tentava manter bons termos com sua vítima. Golpeava-a cruel e duramente e quando terminava seu trabalho o homem já não existia. A raça de Adão está sob sentença de morte. Não existe comutação de pena nem fuga. Deus não pode aprovar qualquer dos frutos do pecado, por mais inocentes ou belos que pareçam aos olhos humanos. Deus resgata o indivíduo, liquidando-o e depois ressuscitando-o em novidade de vida. O evangelismo que traça paralelos amigáveis entre os caminhos de Deus e os do homem é falso em relação à Bíblia e cruel para a alma de seus ouvintes. A fé manifestada por Cristo não tem paralelo humano, ela divide o mundo. Ao nos aproximarmos de Cristo não elevamos nossa vida a um plano mais alto; mas a deixamos na cruz. A semente de trigo deve cair no solo e morrer.

Nós, os que pregamos o evangelho, não devemos julgar-nos agentes ou relações públicas enviados para estabelecer boa vontade Cristo e o mundo. Não devemos imaginar que fomos comissionados para tornar Cristo aceitável aos homens de negócios, à imprensa, ao mundo dos esportes ou à educação moderna. Não somos diplomatas mas profetas, e nossa mensagem não é um acordo mas um ultimato. Deus oferece vida, embora não se trate de um aperfeiçoamento da velha vida. A vida por ele oferecida é um resultado da morte. Ela permanece sempre do outro lado da cruz. Quem quiser possui-la deve passar pelo castigo. É preciso que repudie a si mesmo e concorde com a justa sentença de Deus contra ele. 

O que isto significa para o indivíduo, o homem condenado que quer encontrar vida em Cristo Jesus? Como esta teologia pode ser traduzida em termos de vida? É muito simples, ele deve arrepender-se e crer. Deve esquecer-se de seus pecados e depois esquecer-se de si mesmo. Ele não deve encobrir nada, defender nada, nem perdoar nada. Não deve procurar fazer acordos com Deus, mas inclinar a cabeça diante do golpe do desagravo severo de Deus e reconhecer que merece a morte. Feito isto, ele deve contemplar com sincera confiança o Salvador ressurreto e receber dEle a vida, novo nascimento, purificação e poder. A cruz que terminou a vida terrena de Jesus põe agora um fim no pecador; e o poder que levantou Cristo dentre os mortos agora o levanta para uma nova vida com Cristo. Para quem quer que deseje fazer objeções a este conceito ou considerá-lo apenas como um aspecto estreito e particular da verdade, quero afirmar que Deus colocou o seu selo de aprovação sobre esta mensagem desde os dias de Paulo até hoje. Quer declarado ou não nessas exatas palavras, este foi o conteúdo de toda a pregação que trouxe vida e poder ao mundo através dos séculos. Ousaremos nós, os herdeiros de tal legado de poder, manipular a verdade? Ousaremos nós com nossos lápis grossos apagar as linhas do desenho ou alterar o padrão que nos foi mostrado no monte? Que Deus não permita! Vamos pregar a velha cruz e conheceremos o velho poder.

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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O Tribunal de Cristo

Uma visão do Tribunal de Cristo

     Após o encontro de inexcedível alegria (nos ares), de Cristo com os salvos, haverá a instalação do Tribunal de Cristo.  Não se trata do Julgamento do Grande Trono Branco, citado em Apocalipse 20. Os que vão sofrer este julgamento são os incrédulos falecidos, do primeiro ao último pecador impenitente.  Este julgamento vai acontecer no final do Milênio: “Porque está escrito: Como eu vivo, diz o Senhor, que todo o joelho se dobrará a mim, E toda a língua confessará a Deus. De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus”.  (Romanos 14:11-12).
         No Tribunal de Cristo a questão da salvação eterna não será questionada, visto já ter sido resolvida na cruz do Calvário, para todos os crentes em Jesus Cristo. Hebreus 10:14-17 diz: “Porque com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados. E também o Espírito Santo no-lo testifica, porque depois de haver dito: Esta é a aliança que farei com eles Depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, E as escreverei em seus entendimentos; acrescenta: e jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades”.
         Quanta paz e alegria nos dão estas palavras! Porém, alguns vão indagar: “Eu creio nisto, mas o que dizer dos pecados cometidos depois que me converti ao Senhor Jesus Cristo? Eles vão aparecer no Tribunal de Cristo, mesmo que Ele já os tenha perdoado?”
         Respondo: Todos os pecados da igreja estavam no futuro, quando Cristo morreu por eles - os pecados passados, presentes e futuros. O Seu sangue precioso foi suficiente para cobrir todos os pecados do mundo, de modo que o perdão completo e perfeito foi concedido, sem reserva alguma, a todos nós que cremos, e a todo pecador que confessar os seus pecados, conforme a 1 João 1:9,7: Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça... O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado”.
         No Tribunal de Cristo nenhum pecado será exposto, pois todos já foram atirados ao mar do esquecimento divino. Mas, se os pecados foram cometidos contra o próximo, precisamos procurar a pessoa ofendida e pedir perdão em o Nome de Jesus. Se não forem esclarecidos agora, nosso castigo será uma perda de galardão, mas sem condenação alguma de nossas almas. [Nota: Meu galardão vai ser ZERO!]
Somente nesta vida o Pai vai nos disciplinar por causa dos nossos pecados e Ele tem muitas maneiras de fazê-lo: “Quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo”  (1 Coríntios 11:32).
         No final da existência da igreja, quando formos arrebatados, ninguém será julgado para condenação, pois teremos um corpo glorificado e, portanto, estaremos completos em Cristo. Não é o que eu sou nem o que posso fazer, mas o que Ele é e o que Ele fez. Isto é o que vai me salvar da ira vindoura. Que maravilhosa salvação e como é indescritível a graça de Deus em nosso favor!
         Nesse caso, qual é o objetivo do Tribunal de Cristo? Somos despenseiros da multiforme graça de Deus (1 Pedro 4:10) e se nos foram concedidos os depósito desta maravilhosa graça, devemos usá-los exclusivamente para a Sua glória, visando o bem do próximo e o progresso de Sua obra aqui na Terra. A grande comissão que Ele nos deu foi a de pregar o evangelho a toda criatura. Devemos usar para isso nossos talentos e habilidades, nosso dinheiro e tudo que possamos ter, pois tudo Ele nos deu visando a Sua glória. Nada é nosso e somos apenas Seus mordomos.
        “Toda a minha vida, Senhor, a Ti consagro.
Eis meus talentos e usa-os, conforme Te aprouver.
Toma a minha prata e o meu ouro; / que eu não guarde coisa alguma.
Todo o meu amor, Senhor meu, / eu coloco aos Teus pés.
Toma a mim mesma, / para que eu seja apenas tua serva”.
Somente enquanto vivermos na Terra, poderemos ajuntar tesouros no Céu, os quais nos garantirão uma posição de honra e confiança, na glória vindoura.  Perder os galardões celestiais, por avareza ou negligência de conduta, vivendo para nós mesmos, em vez de vivermos para Deus, será uma perda imensurável, que jamais poderá ser reparada e somente será compreendida, quando estivermos com Ele. Valerá a pena deixar de ouvir esta frase? “Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mateus 25:21).
         Todos os redimidos compartilharão igualmente do amor do Pai e dos gloriosos privilégios do lindo lar celestial; porém os galardões e os lugares de honra serão destinados somente àqueles que os mereceram, na mesma proporção de sua fidelidade na execução da obra. Conforme a 1 Coríntios 3:10-15, as obras dos crentes passarão por este critério:
        “Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele. Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, a obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo”.
           
Pregadores e mestres

         A obrigação precípua de um pregador cristão é pregar a sã doutrina, obedecendo estritamente a Palavra de Deus, a qual é clara e perfeita: “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra”  (2 Timóteo 3:16-17).
         Assim como o construtor de uma casa segue literalmente a planta do arquiteto, também o pregador deve seguir a Palavra de Deus em sua função de evangelista, jamais se desviado da mesma, a fim de que não venha a construir um edifício defeituoso, o qual poderá desabar sobre a sua  própria cabeça. É disto que o Tribunal de Cristo vai tratar, avaliando, principalmente, a obra de cada mestre, pois “Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo” (Tiago 3:1).
         À medida em que se aproximam os tempos do fim, a admoestação de Paulo, na 2 Timóteo 2:15 se torna mais oportuna:
        “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”.
            Em Judas 3 está escrito: “Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos”.
         O Senhor já sabia da situação do mundo, nos últimos tempos, tendo indagado, conforme registrado em Lucas 18:8-b: “Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?”
         Será enorme a recompensa de quem fizer a obra segundo o padrão divino, a fim de merecer galardões de ouro, prata... ou de madeira ou feno, neste último caso, se fizer a obra visando recompensas materiais aqui na Terra.
         Cada um tenha cuidado sobre como está vivendo, deixando de atender ao conselho que o Senhor nos deu, em Mateus 6:33: “Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”. As coisas só devem nos interessar, quando comparadas à luz da Bíblia, conforme o conselho de Paulo: “tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens, sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis. Mas quem fizer agravo receberá o agravo que fizer; pois não há acepção de pessoas” (Colossenses 3:23-25).
         Devemos colocar o melhor de nós em tudo que fizermos, quer seja uma obra pequena ou grande, pois ao Senhor importa a qualidade, não a quantidade. “Portanto, nada julgueis antes de tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas, e manifestará os desígnios dos corações; e então cada um receberá de Deus o louvor”. (1 Coríntios 4:5).
         Seremos julgados pelo nosso testemunho, pelas nossas obras na vida familiar e social, na pregação do evangelho, pois o nosso serviço aqui na Terra será aprovado ou condenado, conforme o padrão divino. Nossos erros serão corrigidos; os julgamentos errôneos serão revertidos; as incompreensões serão esclarecidas, as tentativas egoístas de imputar falsidade ou o mal, onde estes não existam, serão denunciadas. Os meios, palavras e intenções serão todos expostos à verdadeira luz, revelando o caráter de cada despenseiro da Palavra.
         Logo que todas as coisas estiverem resolvidas, cada crente vai receber o que merece. Muitas lágrimas vão deslizar nas faces de alguns, antes que a glória eterna lhes seja propiciada. Depois disso, nenhuma nuvem vai surgir em nosso firmamento e nenhuma questão pendente será levantada, para minar a alegria dos salvos. Este será um dia feliz, com o sol da justiça brilhando no horizonte, sem sombra alguma que venha perturbar nossa felicidade.
         Demos graças ao Pai porque Ele nos permitiu chegar ao do Tribunal de Cristo.

Mary Schultze, 04/11/2010 - www.maryschultze.com
Trabalho embasado no texto “The Lord is Coming”, de Franklin Ferguson.



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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A Teologia Emergente e a Exclusividade de Jesus Cristo


A Teologia Emergente e a Exclusividade de Jesus Cristo


       A Teologia  Emergente parece ter mergulhado num lodaçal. Todos os tipos de ideias estão sendo criativamente combinados, a fim de produzir um novo “Cristianismo”, que agrade ao paladar de todos os homens religiosos. [A verdade bíblica tem sido descartada em favor do pensamento pluralista]. Alguns pesquisadores (mais competentes do que eu) têm denunciado: “o que os emergentes promovem como novo é, realmente, muito antigo. Brian McLaren [um dos papas do Movimento Emergente] está oferecendo uma nova linha de ‘liberalismo cristão’ disfarçada em roupagens pós-modernas, a qual continua sendo o antigo liberalismo”.
        Um dos pontos que mais se discute nas conversas emergentes é a exclusividade de Jesus Cristo, como o  Messias Divino de Israel e o  exclusivo Salvador da humanidade... Que Ele é a exclusiva revelação do Deus verdadeiro e o Único a nos dar acesso ao Pai. McLaren tem questionado, seriamente, a prosopopeia de algumas facções do Cristianismo, a qual trata de “quem é quem” e de “quem está fora” da fé autêntica. No que, a meu ver, McLaren tem falhado é que uma coisa é questionar a maneira como a exclusividade de Cristo tem sido apresentada a este mundo maligno, enquanto absolutamente outra é tratar Jesus como apenas mais uma das boas e muitas (religiosas) maneiras de se chegar a Deus. A exclusividade de Jesus Cristo parece aborrecer um bocado McLaren e os outros emergentes. Para eles esta visão parece excessivamente intolerante e religiosamente fanática, levando as pessoas a se enfurecerem.
        Pois aqui está a questão. De fato, Jesus é uma Pessoa que enfurece os outros. Ele o foi no Seu tempo e continua sendo no nosso. Muitos devem ter percebido a suavidade que McLaren dá à interpretação do verso de João 14:6. Parece que ele não gosta da maneira como este verso é usado por alguns. Pelo menos num ponto McLaren está certo: usar este verso ofensiva e intolerantemente deve estar fora de cogitação. Não acho que Cristo o tenha usado como uma arma ostensiva, a ser colocada num “kit” de testemunho.  O contexto é vital.
        Sim, a declaração é forte e está ali: “Ninguém vem ao Pai senão por mim”. Jesus falou isto aos Onze, na conversa que teve com eles, durante a Última Ceia. Contudo, vamos mais fundo na questão da exclusividade. Mais uma vez, Jesus nos ajuda, na Oração Intercessória registrada em João 17. “Tira os sapatos dos teus pés porque o lugar em que estás é terra santa”. O Filho está se dirigindo ao Pai em Sua última oração com os amigos. Após esta oração, as coisas se apressam e Ele se encaminha para a cruz.
“Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste; eram teus, e tu mos deste, e guardaram a tua palavra”. (João 17:6). Este verso parece ecoar João 1:18: “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou”. Somente Jesus Cristo revelou o Pai aos homens. Em João 17:3 Ele diz: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. Somente quem conhece Jesus Cristo pode conhecer o Pai, a fim de receber a vida eterna.
        Sabemos que a exclusiva afirmação de Jesus de que Ele era o Deus de Israel enfurecia os fariseus e divertia os saduceus. Parece que ninguém queria levar esta afirmação realmente a sério. Embora Roma ignorasse a estranha religião judaica, ela deu uma permissão especial para que os judeus mantivessem suas exclusivas crenças religiosas. Mas, quando a igreja primitiva, no poder do Espírito Santo, começou a espalhar dentro do mundo romano pluralista: “Jesus Cristo é o Senhor” (e não César), Roma se enfureceu.
        Conforme mostra N. T. Wright, a religião e o sistema político predominantes no mundo conspiraram juntos no sentido de neutralizar a exclusividade de Jesus Cristo.
        Existe apenas um Deus verdadeiro e somente o Filho revelou esse Deus. Exclusivamente numa relação de fé com Jesus Cristo é que podemos conhecer (por experiência) o Deus verdadeiro. Jesus explica claramente que a “vida eterna” só pode ser alcançada numa relação com Ele. Não há outro caminho e nenhuma religião humana pode levar a Deus.
        Não existe qualquer unidade cósmica embasada em todas as religiões do mundo, inclusive no Cristianismo, quando visto como sendo uma religião. Tanto o Velho como o Novo Testamento concordam que o Deus de Abraão, Isaque e Jacó (o Deus e Pai do Senhor Jesus Cristo) vai se assentar no trono do Julgamento e ali condenar todas as religiões do mundo. Sei que isto não é fácil de se acreditar. É bem mais fácil chafurdar no lodaçal religioso que procura neutralizar a exclusividade de Jesus Cristo como Deus e grande Salvador. Desse modo, todos se sentem confortáveis, aguardando uma ampla unidade religiosa sob a pantanosa  superfície deste mundo maligno. Mas esta fantasia não pode funcionar dentro da Verdade Encarnada, que é Jesus Cristo.
 
John F. Frye - Emergent Theology and the Exclusivity of Jesus Christ
Tradução e adaptação de Mary Schultze, em 10/11/2010.


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