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sábado, 26 de dezembro de 2009

Carta Aberta do CACP contra o Ecumenismo






Carta Aberta do CACP contra o Ecumenismo

por Paulo Cristiano da Silva - CACP
Introdução

1A Igreja Católica tem feito um esforço descomunal em tentar unir católicos, evangélicos e ortodoxos. Isso devido ao enorme déficit religioso que ela vem enfrentando através dos tempos. Estima-se que 600 mil fiéis abandonam o catolicismo todos os anos. Diante disso a cúpula romana não podendo usar agora de modo explícito o poder da "Santa Inquisição" apelou para um outro tipo de tática não menos eficaz - o ecumenismo. 

De acordo com o ex-padre, Rev. Agricio do Vale, existem três movimentos da Igreja Católica no sentido de coibir o crescimento das igrejas evangélicas no Brasil e no mundo. São eles: o movimento ecumênico, a renovação carismática e o focolares (este último, uma organização de discipulado leigo)

O ecumênico foi o primeiro movimento criado dentro da proposta católica para fazer frente às igrejas evangélicas tradicionais e visou sempre barrar o crescimento delas. O segundo movimento foi o da renovação carismática, que vem fazendo frente às igrejas pentecostais e neo-pentecostais. Copiando corinho como o das igrejas pentecostais, batendo palmas e montando grupos de evangelização. O pop star carismático do momento é o padre Marcelo Rossi, que não se inibe de usurpar músicas tipicamente evangélicas e adaptá-las ao repertório católico. Isto valeu a ele um processo por ter se apropriado da música que o levantou nas paradas de sucesso - "Anjos de Deus". Na verdade fazem uma verdadeira clonagem. O terceiro movimento é o chamado de focolares: que atinge a classe média alta. Esse movimento visa fazer frente às igrejas evangélicas de forma geral. 
Todavia, deste três, queremos analisar apenas, ainda que sucintamente, o 2ecumenismo. Pois ele é o maior perigo para as igrejas protestantes no momento.

Ecumenismo de Fachada

Do Concílio de Trento até o Vaticano II, as coisas parecem ter mudado, pelo menos na verbologia empregada pela igreja romana. No Concílio de Trento, da Contra Reforma os protestantes foram chamados de "hereges" por defenderem doutrinas genuinamente bíblicas, em detrimento das aberrações doutrinárias do catolicismo, o qual, ao correr dos anos, havia unido no mesmo bojo, paganismo e cristianismo. Já na década de sessenta, a hierarquia romana achou por bem amenizar os termos para "irmãos separados". De lá para cá, o empenho do papa, especialmente de João Paulo II, tem sido de procurar um diálogo inter-religioso com as demais denominações cristãs. Isso foi estendido também às religiões não cristãs, como o Islamismo, o Budismo e os  cultos africanos.
 Parece que realmente deu certo, pois em 1982 foi fundado o CONIC  (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs), cujos membros são na maioria membros de igrejas protestantes históricas, se bem que apenas uma pequena parcela tenha aderido ao conselho. Em nível internacional temos o CMI (Conselho Mundial de Igrejas).
Um passo significativo foi dado justamente no aniversário do principal personagem que deu início à Reforma - Martinho Lutero. No dia 31/10/1999, católicos e luteranos assinaram um acordo chamado "Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação". A parceria parecia perfeita até que, logo em seguida, no ano seguinte, o papa lançou a nova "Indulgência" para os seus fiéis. Ora, foi justamente esse o estopim da Reforma Protestante! Lutero fixou suas 95 teses na porta da igreja de Wittenberg na Alemanha, para protestar contra essa vergonhosa heresia, a qual o papa não fazia menção de abandonar.
Numa coisa temos de concordar com a Igreja Católica: "Roma Semper Eadem" - Roma sempre a mesma! Sempre foi, é e sempre será irredutível em seus pontos doutrinários. Os dogmas católicos não estão em negociação.
De lá para cá os pronunciamentos de João Paulo II tem sido ambíguos, incoerentes, e por que não, hipócritas. Posto que, ao mesmo tempo que adere a uma política religiosa visando a união dos demais cristãos sob a bandeira ecumênica, ele tende a fortalecer os mesmos dogmas oficializados pelo Concílio de Trento fixando anátemas contra todos os que não concordam com as suas doutrinas.
Será que os ditos "protestantes ecumênicos" não percebem que esta união é uma utopia? Será que não conseguem discernir que o único objetivo do Catolicismo é trazer para dentro da Igreja Católica as demais Igrejas Cristãs?  Sim, pois o Catolicismo nunca admitiu de verdade a independência das demais igrejas. Não as considera como Igreja de Cristo. O máximo que ele pode admitir é que nessas denominações existe "algo de bom", mas a verdade, a salvação e a exclusividade só se encontram dentro da Igreja Católica Romana. Tomando com uma mão e dando com a outra, o papa João Paulo II vai, sutilmente, entregando o seu recado de superioridade.
Vamos reproduzir aqui trechos de alguns documentos que o  Vaticano tem produzido de modo a não deixar dúvidas quanto ao verdadeiro papel desempenhado pela Igreja Católica no ecumenismo. O primeiro é o famoso documento "Dominus Iesus" publicado sob a permissão e o aval de João Paulo II, pelo cardeal Joseph Ratzinger, presidente daCongregação para a Doutrina da Fé, o ex-"Santo Ofício da Inquisição". Este documento abalou os alicerces do acordo ecumênico, o que levou vários teólogos do mundo inteiro a rejeitá-lo.
Entre outras coisas o documento traz as seguintes declarações comprometedoras:

I DOCUMENTO -

3"DOMINUS IESUS"

IV. UNICIDADE E UNIDADE DA IGREJA

"Assim, e em relação com a unicidade e universalidade da mediação salvífica de Jesus Cristo, deve aceitar, firmemente, como verdade de fé católica, a unicidade da Igreja por Ele fundada. Como existe um só Cristo, também existe um só seu Corpo euma só sua Esposa: « uma só Igreja católica e apostólica..."

"Os fiéis são obrigados a professar que existe uma continuidade histórica - radicada na sucessão apostólica53 - entre a Igreja fundada por Cristo e a Igreja Católica: « Esta é a única Igreja de Cristo [...] que o nosso Salvador, depois da sua ressurreição, confiou a Pedro para apascentar (cf. Jo 21,17), encarregando-o a Ele e aos demais Apóstolos de a difundirem e de a governarem (cf. Mt 28,18ss.); levantando-a para sempre como coluna e esteio da verdade..."
 "Com a expressão « subsistit in », o Concílio Vaticano II quis harmonizar duas afirmações doutrinais: por um lado, a de que a Igreja de Cristo, não obstante as divisões dos cristãos, continua a existir plenamente só na Igreja Católica e, por outro, a de que « existem numerosos elementos de santificação e de verdade fora da sua composição..."

 "Acerca destas, porém, deve afirmar-se que « o seu valor (das demais denominações)deriva da mesma plenitude da graça e da verdade que foi confiada à Igreja Católica...

. 
Existe portanto uma única Igreja de Cristo, que subsiste na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele.58 As Igrejas que, embora não estando em perfeita comunhão com a Igreja Católica, se mantêm unidas a esta por vínculos estreitíssimos, como são a sucessão apostólica e uma válida Eucaristia, são verdadeiras Igrejas particulares.59 Por isso, também nestas Igrejas está presente e atua a Igreja de Cristo, embora lhes falte a plena comunhão com a Igreja católica, enquanto não aceitam a doutrina católica do Primado que, por vontade de Deus, o Bispo de Roma objetivamente tem e exerce sobre toda a Igreja..."

"As Comunidades eclesiais, invés, que não conservaram um válido episcopado e a genuína e íntegra substância do mistério eucarístico,61 não são Igrejas em sentido próprio. 
Os que, porém, foram batizados nestas Comunidades estão pelo Batismo incorporados em Cristo e, portanto, vivem numa certa comunhão, se bem que imperfeita, com a Igreja..."

II DOCUMENTO -


 AOS BISPOS AOS PRESBÍTEROS E DIÁCONOS ÀS PESSOAS CONSAGRADAS E A TODOS OS FIÉIS LEIGOS SOBRE A EUCARISTIA...
"30. Tanto esta doutrina da Igreja Católica sobre o ministério sacerdotal na sua relação com a Eucaristia, como a referente ao sacrifício eucarístico foram, nos últimos decênios, objeto de profícuo diálogo no âmbito da ação ecumênica. Devemos dar graças à Santíssima Trindade pelos significativos progressos e aproximações que se verificaram e que nos ajudam a esperar um futuro de plena partilha da fé. Permanece plenamente válida ainda a observação feita pelo Concílio Vaticano II acerca das Comunidades eclesiais surgidas no ocidente depois do século XVI e separadas da Igreja Católica: « Embora falte às Comunidades eclesiais de nós separadas a unidade plena conosco proveniente do Batismo, e embora cremos que elas não tenham conservado a genuína e íntegra substância do mistério eucarístico, sobretudo por causa da falta do sacramento da Ordem, contudo, quando na santa Ceia comemoram a morte e a ressurreição do Senhor, elas confessam ser significada a vida na comunhão de Cristo e esperam o seu glorioso advento ».(62)..."
"Por isso, os fiéis católicos, embora respeitando as convicções religiosas destes seus irmãos separados, devem abster-se de participar na comunhão distribuída nas suas celebrações, para não dar o seu aval a ambigüidades sobre a natureza da Eucaristia e, conseqüentemente, faltar à sua obrigação de testemunhar com clareza a verdade.Isso acabaria por atrasar o caminho para a plena unidade visível. De igual modo, não se pode pensar em substituir a Missa do domingo por celebrações ecumênicas da Palavra, encontros de oração comum com cristãos pertencentes às referidas Comunidades eclesiais, ou pela participação no seu serviço litúrgico. Tais celebrações e encontros, em si mesmos louváveis quando em circunstâncias oportunas, preparam para a almejada comunhão plena incluindo a comunhão eucarística, mas não podem substituí-la..."
Este último foi 
rejeitado pela Igreja Protestante na Alemanha.

Com esses dois documentos, recentemente publicados pelos maiores líderes do Catolicismo no mundo, a Igreja de Roma demonstrou, de forma inequívoca, que a Igreja Católica nunca abandonará suas prerrogativas exclusivistas. Roma não está disposta a diálogo algum. Ela vive de conveniências e oportunismo; dança conforme a música: se é o Nazismo que está no poder, sua hierarquia fica ao lado de Hitler, se é a evolução que está em voga, então ela rechaça os textos bíblicos criacionistas com historietas ou figuras de linguagem; se está perdendo fiéis para os pentecostais, ela inventa  uma versão carismática,  também, e se ela está perdendo  fiéis para as demais denominações, faz de conta que passa por cima dos anátemas de Trento e procura se unir aos antigos “hereges”,  criando o ecumenismo. Roma nunca vai mudar, sua política é estritamente camaleônica! Ela precisa disso para sobreviver! Ela nunca vai mudar.
Está na hora de acordarmos para a advertência do profeta, a qual, ecoa através do texto bíblico dizendo:
"Acaso andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?" [Amós 3:3]

Nunca uma igreja genuinamente protestante e/ou evangélica poderá sustentar as doutrinas bíblicas em uma mão e na outra andar de mãos dadas com a Igreja Católica Romana e suas doutrinas heréticas. Isso é confusão, e das mais graves!

Dizer sim ao ecumenismo é jogar por terra o esforço dos reformadores em abandonar o paganismo do qual a Igreja de Roma estava impregnada.
Dizer sim ao ecumenismo é pisar no sangue dos mártires protestantes, vítimas da Santa Inquisição.
Dizer sim ao ecumenismo é abraçar de vez a apostasia; é voltar às algemas ideológicas e religiosas da idade média. 
Dizer sim, ao ecumenismo é renegar e envergonhar o bravo nome de protestante.

Protestantes contra os abusos e heresias do catolicismo; protestantes contra o pecado.

Por  isso, é que o CACP diz não ao ecumenismo!

1-Carta enviada ao CACP pelo ex-padre Agricio do Vale
2- Para saber mais sobre ecumenismo acesse o site www.cacp.org.br
3- Dados colhidos no site do Vaticano
                                                                            
CENTRO APOLOGÉTICO CRISTÃO DE PESQUISAS



 "E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna" ( 1Jo 5:20 ).


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    2. .





Internacional: Filosofia da Globalização, da Nova Ordem Mundial e da ONU




Campanha dos 12 “apóstolos” da Nova Ordem Mundial critica igrejas por exclusão de mulheres da liderança masculina

Julio Severo
O bilionário Richard Branson e Nelson Mandela, um conhecido marxista pró-aborto e pró-homossexualismo, lançaram uma campanha internacional contra as igrejas que se recusam a ordenar mulheres. Para sua campanha, eles convocaram os “Anciões”, um grupo formado por doze ex-líderes mundiais que trabalham juntos para promover a paz e os “interesses comuns da humanidade”, e para lutar contra o sofrimento humano.
Os “Anciões” incluem o ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso; o ex-secretário geral da ONU Kofi Annan; a ex-primeira ministra irlandesa, alta comissária de direitos humanos da ONU e feminista pró-aborto, Mary Robinson; a ex-primeira ministra da Noruega, Gro Brundtland; Nelson Mandela; o ex-presidente americano Jimmy Carter; e outros. O presidente dos “Anciões” é o arcebispo anglicano Desmond Tutu.
Na campanha, os “Anciões” atacam a Igreja Católica, a Convenção Batista do Sul dos EUA e todas as outras igrejas que se recusam a permitir que mulheres se tornem pastoras, padres ou bispas. Na sua participação, o “Ancião” Jimmy Carter comenta que abandonou a Convenção Batista do Sul porque as mulheres são “proibidas de trabalhar como diaconisas, pastoras ou capelãs no serviço militar”.
“Cremos que a justificação de discriminação contra as mulheres e meninas na base da religião ou tradição, como se tivessem sido prescritas por uma Autoridade Mais Elevada, é inaceitável”, diz uma declaração escrita pelos Anciões.
“De forma especial, exortamos os líderes religiosos e tradicionais a darem exemplo e mudarem todas as práticas discriminatórias dentro de suas próprias religiões e tradições”, diz a nota divulgada, referindo-se à proibição de mulheres ocuparem posições de chefia nessas religiões e tradições.

Carter: “não” para as igrejas cristãs que não ordenam mulheres, mas “sim” para os grupos muçulmanos que maltratam mulheres

Carter é o “Ancião” que mais tem escrito sobre esse assunto. Escrevendo numa coluna no jornal inglês Observer, a qual já foi reproduzida em outras publicações, Carter afirma: “Durante os anos da igreja primitiva as mulheres atuavam como diaconisas, pastoras, bispas, apóstolas, mestras e profetisas. Só foi a partir do quarto século que líderes cristãos dominadores, todos homens, torceram e distorceram as Sagradas Escrituras para perpetuarem suas posições de autoridade dentro da hierarquia religiosa”.
Carter liga a recusa de ordenar mulheres como pastoras, padres e rabinas ao abuso contra as mulheres, dizendo que a decisão de limitar o ministério aos homens “fornece a base ou justificação para boa parte da geral perseguição e abuso contra as mulheres no mundo inteiro”.
Embora Carter seja muito duro com os evangélicos, católicos e judeus, ele porém não demonstra semelhante dureza com os muçulmanos. Recentemente, ele agiu amigavelmente com grupos terroristas islâmicos como o Hamas, que querem a destruição de Israel e têm políticas horríveis de tratamento das mulheres.
Ele abandonou a Convenção Batista do Sul por causa da questão da ordenação feminina, mas ele tem dificuldade de evitar os grupos muçulmanos terroristas por causa dos maus-tratos e até mesmo “assassinatos de honra” contra mulheres. Acerca do aborto, ele disse: “Pessoalmente, sou contra o aborto, mas as mulheres têm o direito”. Embora sua ex-Convenção Batista do Sul não tenha simpatia alguma pelo aborto legal e pelos maus-tratos e “assassinatos de honra” contra mulheres, esta é basicamente a opinião dele:
* A liberdade feminina tem de envolver acesso ao aborto e a todos os cargos de liderança masculina.
* O Hamas, que comete atos terroristas contra Israel e crimes contra as próprias mulheres muçulmanas, deve ser respeitado e não deve ser tratado como um grupo terrorista.
* As igrejas evangélicas e católicas e as sinagogas que não ordenam mulheres devem ser boicotadas…

“Ancião” ateu marxista repreende igrejas

Os 12 “Anciões” atacam o que eles consideram discriminação religiosa às mulheres em vídeos produzidos para a campanha condenando a exclusão das mulheres dos espaços masculinos de liderança nas igrejas. O “Ancião” Fernando Henrique Cardoso diz em seu vídeo: “A idéia de que Deus está por trás da discriminação é inaceitável”.
Embora seu perfil como ateu marxista e defensor da maconha o distanciem do Cristianismo, o “Ancião” FHC está empenhado na eliminação dos obstáculos para a inclusão total das mulheres na liderança das igrejas cristãs.
O envolvimento de um ateu marxista na repreensão às igrejas é uma mudança drástica nas políticas globais voltadas para as mulheres. Essas políticas, que há décadas exigem a abertura de todos os espaços do mercado de trabalho para as mulheres, sempre se limitaram à esfera secular.

Conferência Mundial da ONU sobre as Mulheres

Um dos principais objetivos da ONU, por exemplo, é empurrar todas as mulheres ao mercado de trabalho, principalmente os cargos de liderança. A 4ª Conferência Mundial sobre as Mulheres, realizada pela ONU em Beijing, China, de 4 a 15 de setembro de 1995, deu grande destaque à formulação de políticas e leis nacionais e internacionais para empurrar as mulheres casadas ao mercado de trabalho. Muitas outras conferências e documentos da ONU colocam a mulher como prioridade de suas políticas.
O relatório final dessa conferência da ONU recomenda de modo enfático:
“Os governos têm de adotar medidas especiais para garantir que as moças tenham as qualificações necessárias para participar de forma ativa e eficaz de todos os níveis de liderança social, cultural, política e econômica”. (Relatório oficial da 4ª Conferência Mundial da ONU sobre as Mulheres, Beijing, China, 4 a 15 de setembro de 1995, Capítulo II:40)
“Os governos têm de desenvolver treinamento e oportunidades de liderança para todas as mulheres, incentivando-as a assumir papéis de liderança…” (Relatório oficial da 4ª Conferência Mundial da ONU sobre as Mulheres, Beijing, China, 4 a 15 de setembro de 1995, Capítulo IV:83.[h])
Aparentemente, a intenção da ONU é apenas promover o bem-estar das mulheres. Contudo, todas as políticas da ONU na área de educação, saúde e trabalho para as mulheres estão ligadas a medidas contraceptivas, isto é, medidas que afastam as mulheres do lar e de uma fertilidade normal, livre e saudável.

NSSM 200: O que está por trás das “boas” intenções…

Para entender o que está por trás dessas políticas, é indispensável conhecer o documento “National Security Study Memorandum 200: Implications of Worldwide Population Growth for U.S. Security and Overseas Interests” (Memorando de Estudo de Segurança Nacional 200: Implicações do Crescimento da População Mundial para a Segurança e os Interesses Externos dos Estados Unidos), classificado sob o código “NSSM 200”, documento confidencial elaborado pela Casa Branca em 1974. O NSSM 200 diz:
“Finalmente, prestar serviços de planejamento familiar integrado aos serviços de saúde de maneira mais ampla ajudaria os EUA a combater a acusação ideológica de que os EUA estão mais interessados em limitar o número de pessoas dos países menos desenvolvidos do que em seu futuro e bem-estar”. (NSSM 200, pág. 177)
O NSSM 200 deixa claro que as constantes recomendações no sentido de incutir nas mulheres a igualdade com os homens no mercado de trabalho e na liderança política e social têm como objetivo não a libertação da mulher no sentido cristão da palavra, mas o uso da mulher para o controle de nascimentos:
“A condição e a utilização das mulheres nas sociedades dos países subdesenvolvidos são particularmente importantes para a redução do tamanho da família. Para as mulheres, trabalhar fora de casa oferece um incentivo para se casarem e engravidarem mais tarde, e para terem menos filhos após o casamento. As pesquisas mostram que a redução da fertilidade está relacionada com o trabalho da mulher fora do lar”.(NSSM 200, pág. 151)
O NSSM 200 revela que, além do aborto, a estratégia mais eficaz para reduzir a população mundial é integrando o controle da natalidade aos serviços de saúde dirigidos às mulheres e investindo em leis internacionais para promover a entrada em massa das esposas no mercado de trabalho.

A Nova Ordem Mundial imposta pela ONU sob inspiração americana

Com investimentos colossais do governo americano durante décadas, as recomendações secretas do NSSM 200 acabaram sendo aplicadas. A ONU tem sido o principal veículo para a implementação dessas políticas que, com a desculpa de avançarem os direitos das mulheres, promovem os interesses da elite globalista, que vê as mulheres como prioridade absoluta em sua missão ambiciosa de diminuir o número de bebês que nascem no mundo.
Embora a extinta União Soviética tenha sido o maior investidor na promoção mundial do socialismo (cuja ideologia pregou e praticou na sociedade soviética o controle de nascimentos, a inclusão forçada das mulheres casadas no mercado de trabalho, o esvaziamento do lar de toda presença feminina, etc.), de longe o maior investidor e promotor nos bastidores internacionais, inclusive na ONU, de políticas e leis promovendo o aborto, a contracepção e a entrada em massa das mulheres casadas no mercado de trabalho são os EUA.
O controle da ONU e dos EUA sobre as mulheres através dos serviços de saúde e de políticas que incentivam as mulheres a ocupar posições de liderança masculina no mercado de trabalho tem o objetivo exclusivo de reduzir o número de bebês no mundo e diminuir o tamanho da família humana.
É exatamente nesse contexto que se deve entender a campanha dos “Anciões”, cuja iniciativa para a inclusão das mulheres na liderança das igrejas nada mais é do que uma extensão religiosa das medidas seculares dos EUA e da ONU para a redução da população mundial.

“Ancião” Tutu: ordenação de mulheres e homossexuais

Hoje, os “Anciões” exigem das igrejas ordenação das mulheres, sob a alegação de que não ordená-las como pastoras, padres ou rabinas equivale à perseguição e abuso contra elas. No que depender de Desmond Tutu, o cabeça dos “Anciões”, as exigências da Nova Ordem Mundial sobre as igrejas não ficarão limitadas ao feminismo, pois recentemente Tutu comparou a ordenação de homossexuais à ordenação de mulheres, dizendo: “Eu acharia impossível ficar parado quando pessoas estão sendo perseguidas por algo sobre o qual elas nada podem fazer — sua orientação sexual”.
O trabalho das mulheres casadas, seja como pastoras ou qualquer outra profissão, reduz a fertilidade delas e o tamanho de suas famílias. De forma igual, o envolvimento dos homens no homossexualismo resulta em menos fertilidade masculina na sociedade: menos homens se casando com mulheres e gerando filhos no casamento. Ambos os exemplos atendem aos interesses da elite que almeja a redução da população mundial.
O discurso de Tutu é: não abrir o púlpito para mulheres e homossexuais é abuso contra mulheres e homossexuais e é, segundo ele, a causa da perseguição e violência contra as mulheres e os homossexuais.
As igrejas estão assim recebendo repreensões e ordens de religiosos ultra-liberais como Tutu e até de ateus como Fernando Henrique Cardoso, para que se adaptem à Nova Ordem Mundial. Depois de muitas décadas de ações dos planificadores sociais da ONU e dos EUA, agora nem as igrejas estão conseguindo ficar isentas das transformações globais exigidas pelos 12 “apóstolos” da Nova Ordem Mundial.
Se as mulheres podem agora trabalhar como soldadas, generais militares e ocupar muitos outros cargos de liderança masculina, por que elas deveriam ser proibidas de ser pastoras, padres e rabinas? Se as religiões ficarem isentas da inclusão das mulheres em sua liderança, o NSSM 200 e os planos da ONU não poderão ser totalmente e eficazmente implementados nas sociedades. Para que a agenda deles de nascimentos reduzidos avance, todas as mulheres têm de ter acesso a todas as posições de liderança, inclusive religiosas.

Controle populacional: seus efeitos

Quando o assunto é controle populacional, os EUA, a ONU e os “Anciões” estão dispostos a fazer a família humana pagar qualquer preço. E o preço deles é mais mulheres na contracepção e em posições de liderança masculina e mais homens no homossexualismo.
O mesmo sistema mundial que impôs a inclusão das mulheres em todas as esferas de liderança masculina secular agora impõe sobre as igrejas a inclusão das mulheres na liderança eclesiástica, tornando todos os púlpitos parte da ambiciosa agenda de redução populacional para todas as famílias da terra. O mesmo sistema mundial que hoje impõe a valorização do homossexualismo na sociedade e a inclusão de homossexuais em papéis de liderança secular cedo ou tarde não isentará as igrejas e seus espaços de liderança dos mesmos ataques.
Entretanto, todas essas medidas são insuficientes para realizar uma completa redução da população mundial, pois como diz o NSSM 200: “Nenhum país já reduziu o crescimento de sua população sem recorrer ao aborto” (NSSM 200, pág. 182). É por isso que as conferências da ONU, que já conseguiram implementar e solidificar as recomendações do NSSM 200 sobre inclusão de mulheres na liderança social mundial, agora empenham-se em transformar, junto com o homossexualismo, o aborto em direito humano inalienável.
Os promotores do controle populacional têm várias estratégias, mas seu alvo é um só: os bebês. Suas estratégias incluem:
* Contracepção generalizada nos casamentos: menos bebês. Um produto internacionalmente imposto pela ONU e pelos EUA.
* Generalizado sexo divorciado do compromisso conjugal: menos bebês. Um produto internacionalmente imposto pela ONU e pelos EUA.
* Inclusão generalizada de mulheres em todas as ocupações masculinas de liderança no mundo secular: menos bebês. Um produto internacionalmente imposto pela ONU e pelos EUA. O que os “Anciões” querem é apenas uma extensão dessa estratégia ao mundo religioso.
* Homossexualidade generalizada entre os homens: menos fertilidade masculina na sociedade e menos bebês. Um produto internacionalmente imposto pelos EUA e pela ONU.
* Generalizado aborto legal como mero “direito” das mulheres: menos bebês vivos. Um produto internacionalmente imposto pelos EUA e pela ONU.
Essa é a guerra contra os bebês. Esse é o preço da agenda do controle populacional.

Controle populacional: suas raízes

Entretanto, a campanha dos “Anciões” não é a primeira iniciativa de controle populacional a atingir os cristãos. O movimento de controle da natalidade, que deu à luz o movimento de controle populacional, era um movimento espiritual, não secular. A primeira pessoa a pregar a redução do número de bebês nascidos para famílias cristãs foi Annie Besant (1847-1933), que era uma líder teosófica, espiritualista, feminista e socialista radical na Inglaterra. O público da pregação dela era uma Inglaterra predominantemente protestante.
Mais tarde, a promíscua Margaret Sanger (1883-1966), que inventou o termo “controle da natalidade” e era igualmente uma socialista, teósofa e feminista revolucionária nos EUA, lançou o desafio da liberação da mulher por meio da contracepção. Ela fundou o movimento de controle da natalidade na nação americana predominantemente protestante e organizou a pioneira Conferência de População Mundial em Genebra, na Suíça, em 1927. Essa primeira conferência de controle populacional foi a precursora das grandes conferências modernas de população da ONU.
Hoje, a Federação Internacional de Planejamento Familiar (cuja sigla em inglês é IPPF), fundada por Sanger em 1952, é a mais importante aliada e inspiradora da ONU e é há várias décadas a maior promotora de aborto, planejamento familiar e educação sexual do mundo.
Em seu primeiro jornal The Woman Rebel (A Mulher Rebelde), Sanger confessou: “O controle da natalidade atrai os radicais mais avançados do socialismo porque sua prática mina a autoridade das igrejas cristãs. Algum dia espero ver a humanidade livre da tirania do Cristianismo…”
Ela estava certa. As nações hoje mais pró-aborto, pró-homossexualismo, pró-contracepção e pró-feminismo tinham outrora culturas predominantemente protestantes. Elas agora são nações pós-cristãs, onde sob a dominante cultura contraceptiva — com suas mulheres em liderança masculina, homens no homossexualismo e poucas e pequenas famílias — a população européia está diminuindo drasticamente e os muçulmanos na Europa estão — com suas esposas em casa gerando filhos — experimentando um crescimento populacional explosivo por meio de suas muitas famílias grandes. O controle da natalidade garantiu para futuro bem próximo a extinção da civilização européia e a dominação muçulmana sem precedente na Europa. (Sobre esse assunto, veja este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=e8mFeWLwJx8)

Quem resistirá aos “Anciões”?

Quer conscientemente ou não, o estilo de vida e a mentalidade de muitas igrejas e cristãos já sucumbiram sob os imensos feitiços e ilusões da Nova Ordem Mundial inspirada e criada por Annie Besant, Margaret Sanger, NSSM 200, a Federação Internacional de Planejamento Familiar e a ONU. Como conseguirão eles agora resistir aos “Anciões” da globalização?
Com informações do artigo “Jimmy Carter, Kofi Annan e outros ex-presidentes criticam pesadamente as igrejas cristãs por não ordenarem mulheres”, de John-Henry Westen & Patrick B. Craine.

Dogmas da Imaculada Conceição e da Assunção de Maria


Dogmas da Imaculada Conceição
e da Assunção de Maria

Muita gente me pergunta o que significa Dogma da Imaculada Conceição, celebrado no dia 08 de dezembro, que é exatamente a data do meu aniversário... Então, vou explicar a origem deste e de outro dogma – o da Assunção de Maria.
 Antes de promulgar o Dogma da Infalibilidade Papal (1870),  Pio IX  já havia proclamado um dogma católico - o da Imaculada Conceição de Maria, em 08/12/1854. Provavelmente apenas 1% dos Católicos sabe realmente  o que significa este dogma. A maioria pensa que se trata da concepção imaculada de Jesus e não de Maria. Pio IX declarou que “no momento de sua concepção, Maria foi preservada de toda mancha do pecado original...”. Esta declaração se choca terminantemente com diversos versículos bíblicos, como por exemplo: Romanos 3:23; Romanos 3:9 e muitos outros. A Bíblia diz que   “um abismo chama outro abismo” (Salmos 42:7). Após o dogma da Imaculada Conceição,o palco foi montado para que, 120 anos mais tarde, fosse proclamado, por Pio XII (grande amigo e protetor de Adolfo Hitler),  o Dogma da Assunção de Maria.  Ao proclamar este dogma, o papa foi de encontro a quase todos os teólogos do século 13, inclusive Tomás de Aquino, um dos mais famosos doutores do Catolicismo. 
A Tradição Católica embasada nos falsos “Decretos de Isidoro”,  como se fossem do século 6, trazem a afirmação de que Agostinho, Bispo de Hipona, havia escrito sobre a Assunção de Maria.  Este dogma também não tem suporte algum na  Arqueologia. O documento mais provável para a  sua elaboração foi o do herege ebionita Leucius com o título de “Dormitio Maria”.Conforme este documento, Maria residia em Jerusalém e na véspera de sua morte recebeu, no Monte das Oliveiras, por intermédio do “Grande Anjo”, uma visão de que iria para o céu. Foi para casa, lavou-se purificando o corpo e as vestes, à medida em que ia recitando uma oração pedindo proteção contra os estratagemas dos poderes diabólicos, durante a sua jornada pelo Cosmos. Em seguida os apóstolos chegaram de várias partes do mundo. Maria então fez-lhes uma preleção sobre a batalha que se travaria entre as forças do mal e do bem, ambas desejando o  seu corpo, que seria entregue ao vencedor.  (Isso mostra que ela não tinha a menor certeza da salvação, o que seria inadmissível a uma verdadeira discípula de Jesus Cristo).  No caso de Maria ela foi protegida por Jesus e Gabriel e seu corpo foi levado ao Vale do Cedrom, onde permaneceu por três dias muito bem guardado contra os poderes malignos e contra os judeus incrédulos. Foi aí que chegou o apóstolo Paulo, querendo aprender mais com os apóstolos ali reunidos, ao que Pedro se opôs terminantemente. Então Cristo, Miguel e Gabriel levaram o corpo de Maria para o céu numa linda carruagem... (“The Mith of Mary”, ps. 57-59).
Se entendemos bem,  Maria foi levada ao céu com vida, pois no céu não pode entrar coisa contaminada (cadáver); portanto, isso mostra que ela ressuscitou.  Entretanto Paulo nos ensina que todos os crentes terão de aguardar a ressurreição, ao soar da trombeta (1 Coríntios 15:52).   César Vidal faz este relato em seu livro já mencionado. Em seguida ele aponta as heresias contidas neste conto-do-vigário: 1) - Jesus não é Deus, mas apenas um anjo como Miguel e Gabriel. 2) - Paulo não é considerado apóstolo, mas um simples aprendiz. 3) - A  salvação não é somente  pela fé em Cristo, pois carece de uma série de regras, como abluções e orações. Depois vem a luta pelo cadáver,  a fim de que seja decidido o seu destino final. A Bíblia afirma o contrário em Filipenses 1:21-23; Romanos 5:1, e outros.
De acordo com alguns Pais da Igreja e a Arqueologia, o túmulo de Maria foi localizado no Ribeiro do Cedrom, no Vale de Josafá,  ao lado do Monte das Oliveiras. Seu corpo não subiu ao céu, mas foi sepultado e ali permaneceu. Seu túmulo teria sido preservado intacto até a chegada  dos exércitos rebeldes de Teodósio I (379-395). Talvez por causa do sumiço do corpo e do aumento da mariolatria,  a partir do século 12 a cristandade começou a cogitar da Assunção de Maria. A História afirma que os cruzados reconstruíram sua tumba em Jerusalém,  em 1130. Mas foram os próprios cruzados que levaram os mitos de Maria para o Ocidente. As lendas pagãs foram se fundindo com os mitos do Cristianismo medieval e alguns séculos depois a receita estava pronta para ser entregue à credulidade cristandade católica. O povo sempre foi dado a crer em lendas e superstições e a Igreja encontra nos corações famintos de amor e de salvação o terreno ideal para implantar todo tipo de baboseira religiosa oriunda dos mitos e lendas do paganismo.
Os Católicos que estão lendo a Bíblia com amor e reverência provavelmente em breve irão ficar livres da escravidão católica romana e se voltarão para o puro evangelho do Senhor Jesus Cristo, o que seria a primeira conseqüência realmente positiva do Concílio Vaticano II. Infelizmente, porém, esses Católicos que agora lêem a Bíblia estão entrando pela porta larga do neopentecostalismo, onde os batuques de rock e as práticas de culto tomam o lugar da leitura e comentário da Palavra de Deus. A religiosidade tipo “self-service”, onde todos se servem à sua maneira e ao seu gosto, está substituindo a verdadeira espiritualidade. E assim poucos Carismáticos terão possibilidade de descobrir que a co-redenção de Maria não passa de um mito, e continuarão adorando a Deusa do Terceiro Milênio.    Se eles tentassem pesquisar a origem de cada doutrina católica, iriam descobrir que das 40 doutrinas principais, nada menos de 37 são heréticas, todas elas embasadas na Tradição forjada para explicar tais doutrinas. O livro “Por Amor aos Católicos Romanos”, de Rick Jones, e  “Resposta aos Amigos Católicos”, de Thomas F. Heinze (ambos editados pela Chick Publications, Califórnia, e por mim traduzidos),  ensinam com amor tudo que precisamos saber sobre este assunto. Com a Bíblia (católica) de um  lado e estes dois livros do outro, as doutrinas católicas poderão ser lidas e confrontadas, a fim de que se chegue à verdadeira doutrina bíblica. Infelizmente, porém, os Católicos são ensinados a crer que a Bíblia não é perfeita nem completa, mas precisa da Tradição e do Magistério para dar uma salvação perfeita através da Igreja Católica. Entretanto, quem lê a Bíblia descobre toda a verdade e fica liberto da mentira religiosa, que desgraça os Católicos e os leva  para o lago de fogo eterno.
Além destes dois dogmas, houve mais uma proclamação feita em 1964, pelo Papa Paulo VI, de “Maria, Mãe da Igreja”.

Mary Schultze, 06/12/2009.
Capítulo 8 do meu livro "A Deusa do Terceiro Milênio"

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Música Gospel X Ritmos mundanos


Já foi o tempo em que música evangélica era solenemente sacra e sem os embalos rítmicos que os conservadores ao extremo costumavam taxar de ritmos da carne ou profanos, por motivar o corpo ao balanço. Atualmente, Pagode, Funk, Rock, e até o Hip Hop, ganham uma versão gospel com letras que pregam o evangelho de Cristo.
No último 11/12/09, por exemplo, a juventude evangélica de Porto Velho participou do evento denominado “1º Gospel Show”, que vai promover uma mistura que vai do sacro ao Hip Hop – incluindo grupos de danças coreografadas e grupo de Pagode Gospel.
O teólogo Messias Alves (graduada pela UNACH – Universidad Adventista de Chile) informa que durante décadas a música evangélica era divisível de ritmos cujas raízes estão ligadas à condutas convergentes aos princípios cristãos. Mas, que, principalmente no final dos anos 1980, começou se fazer uma mistura de ritmos com o fim de evangelização.
“A princípio, a inserção de certos ritmos no campo da música gospel ou evangélica se deu sob muita resistência por parte dos conservadores. Até hoje muitos evangélicos não aceitam os chamados Pagode Gospel, Rock Gospel e outros, por considerarem uma ‘mistura do santo e do profano’. No entanto, mesmo os mais conservadores podem constatar que tal revolução na música evangélica resultou numa maior aproximação dos jovens ao Evangelho de Cristo e, conseqüentemente, em mudança de vidas”, explicou o teólogo.
Para o promotor de eventos, Rosan Neves, a mistura de ritmos quebra paradigmas e abre oportunidades para alcançar os não alcançados pelo Evangelho. Rosan, que já teve casa de show em Porto Velho antes de ser evangélico, conta: “conheci muitos jovens músicos que tocavam pagode e enchiam a cara de drogas. Agora tenho reencontrado esses mesmos jovens tocando pagode e adorando a Jesus – vivendo um estilo de vida saudável e muito melhor para si e para as famílias deles”, finalizou Rosan.
Fonte: Impacto Rondonia
COMENTÁRIO BÍBLICO: Toda essa união -espúria- é bem clássica da apostasia profetizada para o fim dos dias. Embora tentem justificá-la como meio de evangelização, a verdade é que seus praticantes também estão marcados pela alcunha de crentes nominais. Para os verdadeiramente convertidos "as coisas velhas se passaram e tudo se fez novo". Mudamos de vida, de gosto (seja musical, seja cultural), de preferências...para agradar ao Deus que ordena à sua Igreja: Sede santos, porque Eu sou santo!   E se ser "santo" é ser separado do mundo e seus costumes, tais pessoas dão testemunho que não estão integrados à Igreja bíblica, que obedece aos mandamentos da Palavra de Deus, mas àquela que se diz "igreja" mas a verdade é que integra  o falso  sistema religioso  mundano.
Saiba mais sobre a Igreja Verdadeira:


IGREJA EVANGÉLICA MUNDIAL NOIVA DE CRISTO



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